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Devocionário de Neptunus

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Índice

- Conhecendo Neptunus
- Moedas Mágicas de Neptunus
- Neptunália
- Templos
- Invocação do Senhor do Mar
- Ritual a Netuno
- Orações
- Oração a Netuno
- Hino Órfico a Netuno (Poseidon)
- Hino Órfico a Poseidon (Neptunus)
- Árvore genealógica de Neptunus
- As transmutações de Neptunus
- As disputas de Neptunus
- Canção a Neptunus
- Referências

Devocionário de Neptunus

Com o desejo de compartilhar e resgatar um pouco do culto ao antigo Deus romano das águas, produzi o Devocionário de Neptunus, uma compilação de cantos, orações, rituais e informações acerca do arquétipo desse poderoso Deus.

Um manual básico para quem deseja vivenciar a magia de Netuno no dia-a-dia,
através de momentos devocionais e do fortalecimento da espiritualidade.

Resgatar conhecimentos sobre as antigas tradições pagãs da Roma Antiga é uma tarefa necessária para a reconstrução dessa espiritualidade tão enriquecedora para a formação religiosa do homem.

Nem sempre informações sobre esses cultos são disponíveis com facilidade em fontes confiáveis, por isso esse Devocionário tem a importante missão de levar até você um apanhado geral sobre o arquétipo e o culto de Neptunus.

Que você possa ter nesse guia um útil companheiro para cultos individuais ou coletivos. Que as bênçãos de Neptunus estejam com todos nós.

Rafael Nolêto

Conhecendo Neptunus

Neptunus ou Neptuno é o Deus romano do mar e das águas tranquilas. Seu nome é derivado do etrusco Nepthuns. Na mitologia, esse Deus é um dos filhos de Rhea e Cronos (Satvrno). É irmão de Júpiter (Zeus), Hades, Héstia (Vesta), Deméter (Ceres) e Juno (Hera).

Por um tempo Neptunus foi associado com a Deusa Salácia, sua
contrapartida feminina, que era cultuada como uma Deusa das fontes, mas posteriormente passou a reger as águas marinhas, pois foi identificada com a Deusa grega Anfitrite, esposa do Deus grego
Posêidon.

Entre os romanos, Neptunus era inicialmente associado às águas doces.

Apenas quando foi sincretizado com o grego Posêidon é que adquiriu aspectos de Deus Marinho. Mesmo com muitas semelhanças, é importante lembrar que existem algumas diferenças entre os dois aspectos do Deus dos Mares. Enquanto o Posêidon grego possuía aspectos mais violentos e multifacetários, o Deus romano Neptunus era muito mais associado aos mares e águas correntes.

Por volta do ano de 899 aC, por conta do sincretismo entre o panteão grego e romano, Neptunus foi identificado com Poseidon. Por volta desta mesma data, há registros de uma lectisternium em sua honra, de acordo com os livros sibilinos (Sibylline books). A lectisternium era um banquete devocional em honra aos Deuses, onde as estátuas das
divindades homenageadas eram colocadas em cima de almofadas, e ao redor delas eram ofertadas refeições.

Nos tempos antigos Neptunus era identificado com o Deus Portunes (ou Fortunus), a quem os devotos agradeciam pelas vitórias navais.

Mas com o passar do tempo Neptunus assumiu este papel sozinho, principalmente a partir do primeiro século a.C., quando o general romano Sextus Pompeius Magnus Pius chamou a si mesmo de "filho
de Netuno".

Ao contrário de Oceanus, deus dos oceanos, Neptunus não era associado somente à água salgada, mas também à água doce. Assim como o deus grego Poseidon, Neptunus também foi adorado pelos romanos como um deus dos cavalos, sob o nome de Netuno Equester, patrono da corrida de cavalos. O planeta Netuno foi nomeado em homenagem a esse deus, por conta de seu grande nível de nuvens de gás azul que fez os primeiros astrônomos acharem que se tratava de enormes oceanos.

Após ser cultuado com mais força como um deus marinho, Neptunus também passou a ser muito honrado pelos comerciantes, sendo associado ao comércio marinho e ao transporte naval. Essa ideia de associação entre o deus dos mares e o comércio é reforçada pelo fato de que Neptunus, assim como Mercurius (deus do comércio e dos transportes), também era honrado na lectisternium.

Neptunus assumiu o papel de principal divindade marinha na Roma Antiga. Usava seu tridente para abalar os rochedos e fazer a terra tremer, provocar ou amenizar tempestades e movimentar energias. De acordo com a mitologia, foi Neptunus quem criou o cavalo, por isso era quem regia as corridas equestres. Era representado geralmente em uma carruagem puxada por cavalos sagrados que possuíam cascos de bronze e crinas de ouro.

Alguns atributos típicos encontrados em representações de Neptunus são o Tridente, os Golfinhos e sua coroa. São comuns alguns símbolos e correspondências usados em ritos e oferendas envolvendo este arquétipo, alguns dos mais típicos são: Conchas, cavalos, touros, coroa, cavalo marinho, tridente, algas marinhas e outras plantas aquáticas, barcos, golfinhos, peixes, sereias e ondas.

Moedas Mágicas de Neptunus

Este é um pequeno ritual que pode ser feito a partir da confecção de um talismã consagrado com a energia de Neptunus.

Consiga ou confeccione uma ou três moedas com o símbolo de Netuno desenhado nelas. Pode fazer de papel, cartolina, argila, madeira ou outro material, o importante é ter o símbolo do tridente de Netuno desenhado. No mês de julho, durante os dias da Neptunália, coloque a(s) moeda(s) no seu altar doméstico, debaixo de um cálice com água, de uma concha ou embrulhadas diante de uma foto ou representação de Netuno.

Diga:
“Ó glorioso amigo, rei dos mares, Deus Netuno, que é o padroeiro das indomadas águas do oceano. Dedico a ti essas moedas sagradas que comigo guardarei, para que, quando precisar de vossa divina ajuda, elas lhe sejam entregues para que eu receba as graças desejadas. O acordo está selado, as moedas guardarei, em breve devo entregá-las, uma a uma lhe darei, tendo todos meus pedidos, atendidos de uma vez.”
Guarde as moedas e, quando precisar de um favor urgente de Neptunus, vá até um local com água na natureza e jogue uma moeda lá mesmo, falando o seu desejo e oferecendo a moeda. Use uma moeda para cada pedido urgente, até que as moedas se acabem, mas não use de forma banal.

Usando esse artifício Neptunus atende aos pedidos prontamente, com muita eficácia, principalmente pedidos para superar obstáculos e para gerar mudanças. Lembre-se de que você só pode consagrar as moedas durante a Neptunália, mas depois de consagradas, pode usá-las a qualquer
momento. A cada Neptunália é recomendável consagrar no máximo cinco moedas mágicas de Neptunus.

Neptunalia

A principal festa dedicada a Neptunus é a Neptunália, comemorada em Quintilis (Julho). As Netunálias ou Neptunálias eram festas celebradas em honra de Netuno, bem como a sua esposa Salácia, Deusa (ou ninfa) Aquática, mãe de Tritão. As celebrações do culto de Neptuno também estão associadas a Venília, outra Deidade marítima, associada à Agitação do Mar. As Neptunálias foram registradas nos calendários mais antigos.

A Neptunalia era, e ainda é, comemorada anualmente, nos dias 21, 22 e 23 de Julho. Existem poucos registros sobre as comemorações deste festival no passado, ou sobre a origem do culto. Durante esses dias, especialmente no dia 23, no auge do verão, eram celebradas várias atividades em honra a este Deus. Era nesse período em que a água se tornava mais escassa e todos se reuniam para pedir as bênçãos de Netuno para as atividades agrícolas. Para homenagear Neptuno, os marinheiros da Roma Antiga estabeleceram o Festival de Ludi Neptunalici (ou Jogos Neptunianos), onde ocorriam corridas de barcos, simulações de combates navais e outras atividades.

Sobre as comemorações da Neptunalia, o livro “The Roman Festivals of the Period of the Republic: An introduction to the study of the religion
of the Romans (Fowler)” afirma que nesta data os romanos preparavam cabanas e tendas usando folhagens, o que servia para proteger os devotos de Neptunus durante as celebrações do festival.

Esta festa sacra era realizada na antiguidade com a finalidade de conjurar a seca e pedir proteção para as atividades agrícolas. Nos três dias de festival os romanos iam para os campos e para as florestas, onde se abrigavam nas cabanas construídas por eles, chamadas "tabernaculi" (ou tabernáculos). Sob a sombra dos tabernaculi, faziam banquetes ao ar livre, bebiam água das fontes, bem como vinho e outros alimentos consagrados ao Deus. Durante a noite faziam acampamentos e fogueiras para cozinhar e prolongar as celebrações pelo dia seguinte.

Celebrar o Deus dos Mares assegurava fertilidade no campo e boas colheitas.


Sobre o fato de o festival ser comemorado em pleno o verão do Hemisfério Norte, alguns estudiosos defendem que isso possui uma forte conexão com as atividades comercias marinhas, pois era exatamente durante esse período do ano que as ondas se tornavam menores devido ao afastamento da lua, o que facilitava bastante o comércio e transporte naval.

Na esperança de que o Deus Neptunus prolongasse o período de ondas calmas e consequentemente facilitasse o comércio marítimo, os devotos, formados por comerciantes e agricultores, celebravam o festival e rendiam homenagens ao Deus.

A data do festival também antecedia o período de colheitas e, por isso, os agricultores romanos aproveitavam para pedir bênçãos a Neptunus para que as plantações obtivessem sucesso e rendessem bem mais.

Para os participantes da Neptunália, as bênçãos de Neptunus eram fundamentais para o sucesso das expedições marítimas, comércio e colheitas. Era exatamente esse Deus que permitia que mercadorias de outras partes do Mediterrâneo chegassem até Roma com segurança.

Durante as celebrações atuais desse festival, pede-se por fertilidade e proteção para outras áreas da vida moderna.
As figuras acima representam o símbolo de Netuno, em forma de um tridente.

Templos

Na Roma Antiga existia um grandioso templo dedicado a Netuno, no Circo Flamínio (área circular de terra). A construção do espaço de culto é atribuída a Cneu Domitius Enobarbus, cônsul em 32 a.C. Na estrutura do Templo era possível notar esculturas do arquiteto e escultor grego Escopas, representando várias divindades aquáticas, que apareciam sendo conduzidas por Posêidon e Tétis. Entre os montes Palatino e Aventino (Itália), no Vale do Circo Máximo, também havia um templo em sua honra.

Invocação do Senhor do Mar

“Rei terrível do mar, vós que tendes as chaves das cataratas do céu e que encerrais as águas subterrâneas nas cavernas da terra; rei do dilúvio e das chuvas da primavera, vós que abris o manancial dos rios e das fontes; vós que comandais a umidade, que é como o sangue da terra, para que se converta na seiva das plantas, nós vos adoramos e vos invocamos! A nós, vossas instáveis e móveis criaturas, falai-nos nas grandes comoções do mar e tremeremos diante de vós; falai-nos também no murmúrio das águas límpidas e desejaremos vosso amor. Ó imensidade na qual perder-se-ão todos os rios do ser, que renascem sempre em vós! Ó oceano de perfeições infinitas! Altura que se contempla na profundidade, profundidade que exalais na altura, conduzi-nos à imortalidade pelo sacrifício para que cheguemos a ser dignos de vos oferecer algum dia a água, o sangue e as lágrimas para a remissão dos erros. Amém.”

Ritual a Netuno

Este ritual tem a finalidade de ajudar a entrar em sintonia com a energia do Deus das Águas, para atrair equilíbrio, proteção e poder mágico para a vida de seus devotos. Antes de realizá-lo é conveniente tomar um banho de purificação, de preferência com ervas regidas pela lua ou consagradas a Netuno, como as algas marinhas, ervas aquáticas, flores azuis ou brancas.

- Material necessário:

Um cálice com água (de vidro, cerâmica ou metal);
um pouco de sal;
um tridente;
um incenso;
flores brancas;
um desenho ou representação de um sacrifício para Netuno; e
alimentos (pão e suco
ou vinho).

Quando estiver preparado, vá até um local na natureza onde haja água, pode ser um pequeno córrego, um rio, lago, praia, fonte ou cachoeira.

Após escolher o local, separe o cálice com água e coloque-o em um altar montado à sua frente.

Ao lado do cálice, coloque a imagem de um cavalo marinho, peixe, touro, ou outro animal consagrado a Netuno, representando um sacrifício.

Decore o altar com os alimentos, as flores brancas, conchas e outros símbolos de Netuno. Acenda o incenso, concentre-se e visualize seu corpo envolto por uma bolha de água cristalina, diga:
“Solicito a permissão dos espíritos guardiões desse lugar, para que eu possa realizar aqui o meu ritual, oferecendo minha devoção para receber as bênçãos de Netuno.”

Segurando o incenso, desenhe um tridente no ar, dizendo:
“Deus das águas, doces e salgadas, quentes ou geladas, calmas ou agitadas, evoco vossa presença neste rito”

Olhe para o sacrifício simbólico colocado no altar e imagine que ele representa tudo o que você deseja colher na sua vida com a ajuda de Netuno.

Coloque o incenso no altar e, no cálice com água, coloque uma pitada de sal, mexendo por três vezes no sentido horário.

Erga sua mão de poder (com a qual escreve) em direção ao altar, segurando o tridente.

Coloque a outra mão sobre o cálice e diga:
“Ó grande senhor das águas, cujo poder faz a terra e o mar estremecerem. Senhor dos oceanos profundos, reconheço seu poder e evoco a presença de sua divina energia. Peço que venha e me abençoe com equilíbrio, magia e proteção. Majestoso senhor dos mares, que agita as águas com seu tridente, agite também as energias estagnadas em minha vida, para que dessa forma eu possa trilhar a estrada da evolução. Assim como a terra treme diante de ti, todos os obstáculos também estremecem e se movem para longe de mim. Assim como tua barba é lavada pelas águas do mar, meu espírito é purificado pela tua bênção divina. Fortalece-me, ó grande pai que habita as águas. Peço-te proteção. Como agradecimento, te ofereço minha sincera devoção.”

Sobre sua testa, faça o desenho de um tridente, passando um pouco da água do cálice. O resto jogue nas águas do lugar onde você estiver. Em seguida guarde o sacrifício simbólico como um talismã sagrado, usando para decorar um altar doméstico em honra a Netuno.

Para celebrar e agradecer as bênçãos que irá receber faça uma refeição com os alimentos do altar, que agora estão consagrados com as energias de Netuno. Aproveite para recitar orações, poemas, cânticos e para deixar algum presente simbólico para Netuno (flores, incenso, conchas, um desenho ou barquinho). Uma boa dica é escrever seus pedidos em um barquinho de papel e colocar na água, entregando ao Deus das águas. Se puder compartilhe esse momento devocional com outras pessoas.

Orações

Oração a Netuno

“Oh Netuno Onipotente Deus dos Mares.

Perdoai-me por ter invadido teu reino.

Prometo também sempre zelar pela limpeza e preservação dos teus mares e tuas praias.

Peço a ti, Oh Deus Netuno.

Que me ampare e proteja dos inúmeros perigos do mar.

E também que me permita sempre frequentar o teu reino.

Como pagamento pelo sacrilégio que cometi.

E para que o senhor conceda-me o perdão e atenda meus pedidos.

Dou-te como oferenda uma pequena parte de mim."

Hino Órfico a Netuno (Poseidon)

"Escuta-me Oh Posídon de cabeleira molhada pelas ondas salgadas do mar,
Posídon, arrastado por rápidos corcéis e empunhando o Teu tridente,
Tu que habitas sempre as imensas profundezas do mar, Rei das ondas,
Tu que comprimes a terra contra as tuas águas tumultuosas,
Tu que atiras longe a espuma e que conduzes através das ondas a tua quadriga, deus cerúleo, a quem a sorte assegurou o Império dos Mares,
Tu que amas o rebanho armado de escamas e as águas salgadas Oceano,
Detém-te nas margens da terra, dá um bom sopro aos navios e acrescenta,
Para nós, a paz, a salvação e as dádivas douradas da riqueza."
("Enciclopédia Universal da Fábula", volume III - Mitologia Grega Tomo I, tradução de Thiago Oliveira)

Hino Órfico a Poseidon (Neptunus)

"Ouça Poseidon da crina escura, possuidor da Terra, equestre;
Esculpido em bronze é o tridente em tua mão,
E tu habitas nas fundações do mar que cobre tudo.
Governante dos estrondos profundos do mar, sacudidor da terra,
Tuas florescências são as ondas, ó gracioso, quando incitas teus cavalos e carruagem,
Correndo no mar e mergulhando na encrespada salmoura.
A ti coube a terceira porção, o mar incompreensível,
E tu te delicias nas ondas e em teus reinos selvagens, ó espírito das profundezas.
Salve as fundações da terra e os navios que se movem a toda força,
E traga paz, saúde e irrepreensível prosperidade."
(Tradução de Alexandra Nikasios a partir da inglesa de Athanassakis)

Árvore genealógica de Neptunus

Juno
Saturno + Rhea
Bentesicime
Héstia
Hades
Netuno
Júpiter
Deméter
Netuno + Ifiomédia
Netuno + Amphitrite
Rodes
Tritão
Ciclopes
Ninfas
Ifialtes
Oto


Obs.: Netuno, sincretizado com Posêidon, também teve outros relacionamentos e vários filhos além dos que estão registrados nessa árvore genealógica.

As Transmutações de Neptunus

Neptunus se transformou em...
...Rio Enipeu...
...Carneiro...
...Pássaro...
...Cavalo...
...para conquistar Ifiomédia
...para amar Bisaltis
...para ser aceito por Medusa
...para enganar Ceres

As disputas de Neptunus

- Disputou com Minerva (Athena) pela cidade de Atenas.
- Disputou com o Sol (Apolo) pela cidade de Corinto.
- Disputou com Juno (Hera) pela cidade de Micenas.

Canção a Neptunus (Por Rafael Nolêto)

Uma energia de Glória e Poder, no oceano, todos podem ver
Nos reunimos na beira do mar
Para o deus Netuno louvar
Belas Sereias, ondinas, tritões
Juntos na areia, entoando canções
O Deus das águas vamos evocar
Com seu tridente, vem nos ajudar
Refrão: Ne-ptu-nus, ondas de magia
Ne-ptu-nus, luz, energia
Ne-ptu-nus, pai protetor
Ne-ptu-nus, das águas, és o senhor
Das águas, és o senhor (bis)

Referências

Livros:
BULFINCH, Thomas. O livro de ouro da mitologia: histórias de deuses e heróis. Trad.: David Jardim. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.

CONWAY, DJ. Livro mágico da lua: magias, encantamentos e dias mágicos. Trad.: Cláudio Quintino. São Paulo: Gaia, 1997.

COSTA, Wagner Veneziani. Diário das energias sagradas. São Paulo: Madras, 2011.

NOLÊTO, Rafael. Netuno: o rei dos mares. Artigo publicado na edição nº44 do Jornal O Bruxo. Julho de 2010.

PUGLIESI, Márcio. Mitologia greco-romana: arquétipos de deuses e heróis. São Paulo: Madras. 2ª Ed. 2005.

RODRIGUES, Maria de
Anunciação e NUNO, Fernando. Tradução. Larousse jovem da mitologia. São Paulo: Larousse do Brasil, 2003.
Sites:
http://www.novaroma.org/nr/Neptunus
https://sites.google.com/site/helenismo/Home/hinario/poseidon

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