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ENTREVISTA COM FRANCISCO MARENGO

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Francisco Marengo em entrevista a Kayque Girão

Apresentação

Faze o que tu queres deverá ser o todo da Lei.
Inicialmente conheci Francisco Marengo em textos pela Internet quando eu estava conhecendo Thelema pela primeira vez. Isso foi em meados de 2006 e.v., quando eu frequentava as famosas listas de discussão como Thelema-BR e outras e me deparava com os textos bastante elucidativos assinados por “Frater Magister”.

Claro que eu nem me dava conta de que se tratava de Francisco Marengo, fui me dando conta à medida que eu me inteirava das personalidades eminentes de Thelema do país. Com isso fui pesquisando mais a respeito em seu site do “E.I.E. – Caminhos da Tradição” e seus outros blogs pessoais, entendendo melhor sua expressão pessoal e opinião própria no meio, tanto como Thelemita, quanto como alguém que deixou sua própria marca na história e no meio thelêmico.

Agora apresentamos uma entrevista concedida gentilmente por essa personalidade tão marcante. Esperamos que vocês gostem e se beneficiem da entrevista como um todo.
Amor é a lei, amor sob vontade.

Kayque Girão

Francisco Marengo é empresário, escritor, astrólogo, tarólogo, numerólogo, terapeuta holístico, palestrante motivacional e divulgador das Ciências Ocultas e Herméticas.

Dirige hoje com sua esposa, Giselle Galvão, a E.I.E. Caminhos da Tradição.

E-mail de contato:
fratermagister@cursosdemagia.com.br
– Tel.: (0xx19) 3673.4651
Cel.: (0xx19) 9139.1271
– Site: cursosdemagia.com.br


Kayque Girão: Todo estudante sério de Thelema e sua história no país já deve ter em algum momento lido algo ou ouvido falar a respeito de Frater Magister e seu vulgo mais mundano, que é Francisco Marengo, mas como o próprio se define? Conte-nos um pouco de sua história.
Francisco Marengo: Antes de tudo, gostaria de parabenizá-los pelo
trabalho isento e bem elaborado que desenvolvem neste website. Conheci pessoalmente o Jonatas Lacerda há anos atrás e sei de sua capacidade de envolvimento com o trabalho. Penso que a divulgação Thelema no Brasil com o trabalho de vocês está
em boas mãos.

Kayque, quanto a mim, minha história não deve diferir de muitos que enveredam pela Senda Iniciática. Tive uma infância conturbada pela ação de forças contrárias que oprimiam a mim e minha família de diversas formas. Sendo que eu particularmente, também sofria muito até ir de encontro a meus instrutores que me ajudaram a forjar aquele que sou hoje. Devo dizer que desde a mais tenra idade, entremeios a esses sofrimentos, decidi entender os mistérios e ajudar as pessoas a compreenderem que o mundo é muito maior do que suas capacidades físicas cognitivas podem perceber. Creio definitivamente que essa é a minha Verdadeira Vontade, pois todas às vezes que me afastei do caminho, a vida sempre deu um jeito de me recolocar nele. Eu me defino, depois de mais de trinta anos de estudo e prática, como um Ocultista, um cientista do ignoto, do incognoscível. Jamais deixei de estudar e praticar magia e os mais diversos exercícios espirituais. Tenho a imensa preocupação de interpretar à luz da nossa Ciência Oculta os diversos fenômenos da natureza e principalmente de compreender como utilizar esses diversos
mananciais cósmicos que estão à nossa disposição em nosso benefício, o que do contrário não faria nenhum sentido enveredar por tais caminhos. Em se tratando de Thelema, meu primeiro encontro com Aleister Crowley foi em 1985 com a aquisição do livro Magia(k) em teoria em prática em língua espanhola, publicado pela editora Luís Cárcamo (mais de 500 páginas) adquirido na antiga e badalada livraria Zipak, onde sempre éramos cordialmente recebidos pelo proprietário, o Sr. Luís Pelegrini.
Kayque Girão: Como e quando começou seu envolvimento com Misticismo e Magia? E Thelema?
Francisco Marengo: Conforme mencionei acima, meu envolvimento com misticismo e magia começou cedo, quando tinha 16 anos de idade quando fui ajudado espiritualmente e fui iniciado por aquele que se tornou meu primeiro mestre ou instrutor. De lá para cá me envolvi com diversas Ordens e desenvolvi diversos trabalhos na Senda Iniciática, sempre me focando em ajudar a esclarecer mentes, a reequilibrar as pessoas nos seus diversos desvarios psíquicos, energéticos e espirituais, nunca dando o peixe, e sim ensinando a pescar. A prática característica de minha Tradição espiritual me fez criar sistematicamente diversos sistemas que ajudam as pessoas a se reencontrarem consigo mesmas, a reencontrarem novamente seu norte magnético. O trabalho do Mago jamais deveria ser egoísta. É necessário aprender e compartilhar, mesmo que seja somente aos olhos e ouvidos do entendimento. Já Thelema teve um papel importante em minha vida, especialmente quando passamos pelo momento em que devemos matar preconceitos religiosos em nossas mentes que são profundamente arraigados desde nossa infância. São as energias do Novo Æon em ação. A partir disso, você passa a entender o significado do método científico, do campo das experimentações e especialmente na idealização da sua Verdadeira Vontade.

Ninguém na vida pode ser feliz com toda a intensidade sem a consonância com sua Verdadeira Vontade. E Thelema faz aflorar esses sentimentos, pois quando estamos com os acordes de nossa vida desafinados, os Ordálios do sistema nos dão um verdadeiro chacoalhão para que acordemos e retomemos o Caminho.
Kayque Girão: É notável seu trabalho esotérico por meio da “E.I.E. Caminhos da Tradição”. Pode nos falar um pouco mais a respeito desse trabalho que desenvolve?
Francisco Marengo: A E.I.E. Caminhos da Tradição foi iniciada em 2004 por Giselle Galvão, minha esposa, através de um curso de nossa criação intitulado, Curso Básico de Magia, com o fito de aclarar mentes e de divulgar e popularizar a Magia, quando as pessoas pagavam apenas 10 reais por mês e recebiam módulos de ensino, nos quais havia uma interatividade conosco. Afinal como bem disse Crowley em seu teorema: “Magia é para todos!”. De lá para cá a Escola cresceu angariando estudantes e simpatizantes em todo mundo, hoje com um espetacular cadastro de 60 mil alunos oriundos de todas as partes do globo. A E.I.E. é uma instituição de ensino eclética, onde cada um faz o seu ritmo de estudos sem imposição de dogmas atravessados goela abaixo. Se, no entanto, o estudante quiser se aprofundar nos mistérios, em busca de Iniciação ele terá na E.I.E. um caminho seguro, sem aquelas atmosferas tóxicas comuns em muitas instituições que além de pegarem o bonde errado, ainda o pegam na direção contrária. Enfim, quem quiser aprender e comungar conosco, será sempre bem recebido por nós. Hoje, inúmeras personalidades do meio ocultista nacional e internacional circulam na sede física da E.I.E. resultando numa interatividade e crescimento mútuo fantástico.
Kayque Girão: Também é notável seu envolvimento com a S.O.T.O. (Society Ordo Templi Orientis). Pode nos falar como veio a se relacionar com essa instituição e que trabalho atualmente desenvolve?
Francisco Marengo: O contato com a S.O.T.O. International se deu em 1999 quando posteriormente através de um trabalho iniciático com o O.H.O. da Ordem, Frater Sphinx (David Bersson) acabou me concedendo a carta patente para desenvolver o trabalho com a S.O.T.O. no Brasil. Naquele momento fiz diversas traduções para seu site do inglês para língua portuguesa, e de diversos materiais escritos por Crowley que hoje circulam livremente pela net sem os devidos créditos, se bem que isso para mim hoje tenha pouca importância, o que importa é que esse trabalho foi precursor de muitos outros que se esparramaram pela net, nos blogs e hoje a Lei de Thelema se tornou uma realidade, porém da maneira correta, e não monopolizada por uns poucos. É preciso respeitar a individualidade e a vontade de cada um, estrela que somos. Até porque nesse novo ciclo cósmico o que vai valer é a conscientização individual, pois as fórmulas religiosas do Æon de Osíris falharam em seu contexto de iluminar mentes, senão pelo contrário nos lançaram dentro de um obscurantismo sem precedentes. Hoje o trabalho da S.O.T.O. está mantido e sendo feito sem alardes, sem busca desenfreada para angariar membros.
Kayque Girão: Qual sua visão pessoal a respeito de Thelema?
Francisco Marengo: É a base da verdadeira Magia em seu sentido mais literal como filosófico, sem a vontade focada ninguém consegue nenhuma realização em sua vida. Thelema é a Vontade do Mago direcionada, dinamizada e manifestada. No mais, não é preciso complicar o que deve ser simples de entender.
Kayque Girão: E Aleister Crowley e Crowleyanismo?
Francisco Marengo: Aleister Crowley foi um grande mago e pesquisador, estando ele bem à frente de seu tempo. Muitos gostam de julgar a pessoa Aleister Crowley, eu prefiro me identificar com o seu trabalho e com seu legado, sem, no entanto, idolatrá-lo como eu presumo, que seja o Crowleyanismo que você se refere, me desculpe se for um equívoco de minha parte. Mas o fato, é que depois de mais de trinta anos de estudo e prática, você acaba desenvolvendo uma metodologia própria, o que é muito normal, pois obedece a um pragmatismo latente em cada mago. Isso não quer dizer que devemos partir para se fazer o que der na cabeça, vulgarmente chamada de “teoria do achismo”, muito pelo contrário, a Tradição existe para que seja respeitada e para que atinjamos um estado de ser especial pautado pela compreensão das coisas e dos fenômenos que nos cercam.
Kayque Girão: Para uma pessoa que teve uma longa trajetória e testemunhou o desenvolvimento de Thelema no país, o que você tem a nos dizer a respeito? Houve muitas mudanças? O que você pode compartilhar conosco?
Francisco Marengo: Esta é uma pergunta um pouco difícil para que eu responda, pois não tenho atualmente quaisquer ligações com comunidades thelêmicas físicas ou virtuais. As poucas vezes que me cadastrei àquelas antigas listas do Yahoo, só vi uma verdadeira briga de egos, ou então um bando de moleques descabeçados sem nenhum senso ou entendimento profundo de qualquer coisa, o que me fazia descadastrar-me e continuar o caminho do entendimento por experiências próprias.

Percebo, no entanto, que depois de certa demonização de Thelema, as pessoas começam a voltar a atenção para algumas verdades latentes nesse sistema, o qual prevejo o crescimento não através de Ordens e sim através do entendimento e do crescimento pessoal.
Kayque Girão: Que obras de referência você recomendaria para o estudo do iniciante em ocultismo? E em Thelema?
Francisco Marengo: Bom Kayque, aqui vou ser um tanto bairrista e recomendar a leitura de meus ensaios disponibilizados gratuitamente no site da E.I.E., pois se trata da vivência de um thelemita, tanto no estudo teórico como prático. Claro que todas as Libri do Crowley são recomendáveis, o livro Magick, e os seus mais diversos artigos e ensaios que dão uma ideia clara do significado de se dizer thelemita, e vivenciar Thelema na alma. Isto, quer dizer num sentido mais amplo e profundo que você como estrela que é, tem sua própria órbita para trilhar. Ser thelemita é um estado de ser alinhado com sua Verdadeira Vontade.
Kayque Girão: Ainda sobre a S.O.T.O., o que tem a dizer a respeito da história dessa instituição thelêmica quanto a sua origem? Em que ela se diferenciaria, por exemplo, da Sociedade Ordo Templi Orientis (já que compartilham da mesma sigla)?
Francisco Marengo: Kayque, em verdade hoje, depois de muitos anos, não vejo a mínima importância digna de nota sobre essa questão de SOTOs e OTOs. Então não tomo mais partido à favor de Bersson, ou do Califado. Para efeitos, segundo Bersson, digo isso porque não conheci Marcelo Motta; Karl Germer teria deixado uma carta indicando Motta para a sucessão na O.T.O.. Porém, Motta depois que perdeu judicialmente o direito sucessório na O.T.O. para Grady MacMurtry, que por sua vez não aceitava a indicação de Karl Germer por Crowley como Cabeça Externa da Ordem. Bom, estes fatos são públicos e conhecidos e estão em diversos sites da net. De minha parte, como mencionei acima, deixei faz tempo de tomar partido à favor desse ou contra aquele. Faço meu trabalho thelêmico em pequena escala e sem muito alarde, deixando essas brigas e picuinhas do passado distante, no lugar delas, ou seja, um assunto para mim devidamente morto, enterrado e encerrado.
Kayque Girão: Poderia nos dar maiores detalhes de como é o trabalho nessa instituição e em que diferencia de outras ramificações da O.T.O de Crowley?
Francisco Marengo: Eu prefiro não falar de ramificações porque apesar de ter a carta patente de Bersson, redirecionei o trabalho thelêmico para o Collegium Ab Thelema, primeiro como um braço de estudos da S.O.T.O. Brasil, e depois como um curso dentro da própria E.I.E.. Nesse braço de estudos thelêmicos da E.I.E. desenvolvi monografias próprias, coisa que não existe nem na S.O.T.O. e muito menos na O.T.O..

Sempre vi com grande dificuldade alguém querer entrar para uma Ordem Thelêmica e não ter um material de estudos sério para guiá-lo nos primeiros passos.
Kayque Girão: E quanto a S.O.T.O. aqui no Brasil? Está disponível à aceitação de novos membros? Em caso afirmativo, tem alguma forma de contato?
Francisco Marengo: No momento não, mas quem quiser pode estudar Thelema conosco através da E.I.E..
Kayque Girão: Você poderia nos falar mais sobre David Bersson, Frater Sphinx? E como se deu o processo de sucessão da S.O.T.O.?
Francisco Marengo: Ok, mas como disse acima, esse é um assunto que perdeu a importância para mim. Em todos os casos, a S.O.T.O. International foi fundada por Motta nos EUA, e quando ele faleceu, Bersson que era seu aluno mais antigo por lá, assumiu a S.O.T.O.. Porém não quero entrar nesse mérito da questão, se ele podia ou não fazer isso, eu diria que apenas que Bersson é bastante aplicado em seu trabalho.
Kayque Girão: A S.O.T.O. tem algum tipo de vínculo com a A.'.A.'.? Se sim, o que diferencia as duas organizações?
Francisco Marengo: Bom no que tange a A.'.A.'. essa é apenas uma das muitas linhagens existentes. Não há nenhuma conexão direta da A.'.A.'. com a S.O.T.O. a não ser pelo fato de Bersson, divulgar sua linhagem em seu próprio site. Eu particularmente dei por encerrada toda e qualquer participação direta ou indireta com o sistema da A.'.A.'.
Kayque Girão: Você fala sobre a monopolização de materiais Thelêmicos, qual sua visão pessoa sobre esse assunto?
Francisco Marengo: Acho que depois de tantos anos que Crowley se foi, todo o trabalho thelêmico que ele deixou deveria ser de domínio público e acessível a todo thelemita. Thelema é a lei da liberdade, de modo que não poderia haver monopólio de nenhum ensinamento deixado por Crowley.

Sinceramente não acho que para ser thelemita você precisa estar ligado a qualquer Ordem ou Organização dita Thelêmica. Porém, não existe lei, além de faz o que tu queres.
Kayque Girão: Crowley frisava muito que todo Thelemita deve difundir a Lei de Thelema e inclusive colocava isso como sendo parte da Verdadeira Vontade de cada estrela, como você vê isso? E quais seriam os melhores modelos de difusão em sua opinião que não criariam a ideia de conversão?
Francisco Marengo: Não vejo Thelema como uma nova religião, e sim como uma ideia a ser explorada e difundida. De minha parte, realizo tal difusão em meu site já há muitos anos. O que os thelemitas do passado e os futuros thelemitas deveriam conter é o diabo do ego. Lembro que o devorador de Iniciados – Choronzon – está à espreita desses incautos. A difusão está aí, por exemplo, nesse trabalho de vocês.
Kayque Girão: Bersson fala bastante sobre Irmãos Negros e sobre a Fraternidade Negra, o que você pode nos falar a respeito desses dois pontos?
Francisco Marengo: Sim, compartilho como qualquer thelemita que a Grande Magia Negra da história se traduz pelo monopólio das falsas crenças e religiões criadas com o intuito de monopolizar mentes, personificando o Poder Criador, num Deus temeroso e punidor. Todo mal que assola o ser humano, se traduz por sua falsa crença, que vai desde sua religião até a maneira de enxergar o mundo. Assim, o ser humano sofre, pois impõe a si próprio diversas limitações que o impedem de
enxergar a verdade ou de buscar a sua Verdadeira Vontade.
Kayque Girão: Que tipo de pessoas a S.O.T.O. busca? Qualquer pessoa pode fazer parte da Organização? Ela aceita não Thelemitas?
Francisco Marengo: Na verdade nem eu e nem a S.O.T.O. estamos buscando ninguém (risos). Quem quiser estude conosco. Seria de bom alvitre lembrar que ninguém enveredar em práticas mágickas por mera curiosidade ou frivolidade. Se você é curioso, primeiramente leia os materiais disponibilizados gratuitamente por toda a net, e veja se o seu pensamento se alinha com a forma thelêmica de enxergar o mundo e o universo. Não é fácil para a grande maioria eliminar preconceitos religiosos. E só então, mergulhe de cabeça.
Kayque Girão: Você acredita que a grande atração de jovens pelo sistema Thelêmico é prejudicial ao crescimento da corrente de forma responsável e séria?
Francisco Marengo: Acho que isso depende de cada um. É uma pena que grande parte das pessoas venha distorcer tais ensinamentos e acabam desvirtuando formulas ritualísticas e tudo mais. Bom, isso já aconteceu no passado por alguns indivíduos que figuraram e se tornaram bem conhecidos no meio ocultista, e quebraram a cara sem exceção, enfiando o rabo no meio das pernas, e fugindo espavoridos de Thelema como o diabo foge da cruz. Meu conselho aos jovens é que se contenham, vivenciem suas práticas com serenidade, e não se julguem os seres supremos do alto grau do pé de chinelo só porque leram meia dúzia de ensaios. Thelema é bem mais complicado do que aparenta, de modo que a leitura e a releitura pode trazer muitas impressões diferentes.
Kayque Girão: Acerca da primeira pergunta, você comenta sobre sua Verdadeira Vontade. Você poderia nos falar sobre o conceito de Verdadeira Vontade?
Francisco Marengo: Não quero complicar nada nessa entrevista, pelo contrário, quero simplificar. A Verdadeira Vontade é aquela que nos liga com o nosso S.A.G., e nos dá entendimento superior sobre a vida, os mistérios da vida, e sobre a nossa sagrada fórmula para realização plena da Grande Obra.
Kayque Girão: Tem planos para o futuro quanto a magia, ocultismo e Thelema que poderia divulgar aos leitores? Algo como um livro ou curso, quem sabe...
Francisco Marengo: Sempre! A E.I.E. para quem não sabe é também registrada nos meios legais como Editora, e já temos muitos planos para o futuro, alguns já em prática, tais como, cursos em vídeo aula, cursos presenciais e livros impressos. Acredito que em 2013 já teremos iniciado uma nova etapa, também como editores abrindo espaço para novos escritores voltados a temática mística e oculta, porém com um trabalho bem elaborado e direcionado, ou seja, materiais que tenham passado por nosso crivo técnico antes de serem publicados. Infelizmente hoje vemos uma enxurrada de publicações pseudo-esotéricas sem o menor senso ou fundamento. Nada melhor do que se primar pela qualidade e não pela quantidade.
Kayque Girão: Para finalizar esta entrevista, tem algo a dizer e que não tenha tido oportunidade de compartilhar com os leitores?
Francisco Marengo: Nada que não tenha dito antes, a não ser agradecer a vocês pela lembrança e oportunidade da entrevista e desejar a todos, sucesso absoluto em suas vidas em todos os níveis. Amor é a lei, amor sob vontade!

Fontes de Referência:

cursosdemagia.com.br

Entrevistado:
Francisco Marengo
Entrevistador:
Kayque Girão (kayque.girao@thelema.com.br)
Origem:
Espaço Novo Æon (www.thelema.com.br/espaco-novo-aeon)
Revisão:
Jonatas Lacerda (jonatas.lacerda@thelema.com.br)
Edição:
Jonatas Lacerda (jonatas.lacerda@thelema.com.br)
Versão:
1.0 – 19/05/2011 e.v.
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A presente entrevista pode ser encontrada no site Espaço Novo Æon (www.thelema.com.br/espaco-novo-aeon). Este material não pode ser utilizado de forma alguma para fins comerciais e seu uso não comercial deve sempre manter os créditos e ressalvas.

As opiniões expressas tanto pelo entrevistado, quanto pelo entrevistador com relação à Lei de Thelema e ao Æon de Hórus são pessoais e é muito importante ter em mente que toda informação coletada a respeito da Era de Aquário/Leão deve ser validada, cada um por si e que a nossa pedra fundamental é O Livro da Lei (thelema.com.br/espaco-novo-aeon/livros/al-o-livro-da-lei/).

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