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EVIDÊNCIAS DOS POVOS DA ANTIGA MESOPOTÂMIA NA AMÉRICA DO SUL

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As últimas semanas foram emocionantes para os estudiosos que rejeitam a história vigente da humanidade, aquela que nos é imposta nas escolas e universidades. Notícias como Artefatos da Roma Antiga são encontrados no Japão e Mergulhadores encontraram sinais de umcivilização submersa a 8500 anos, balançaram as estruturas de muitos c...éticos e “quadradões” que teimam em defender a lógica acima da verdade. Venho estudando e “batendo na tecla” de que povos do oriente médio estiveram na América do Sul. Não sou o único a fazer isto, muitos têm pesquisado e chegado a mesma conclusão.

Há algumas décadas o escritor J.M. Allen (Atlantis: The Andes Solution e Atlantis: Lost Kingdom of the Andes) vem defendendo a interessante tese de que o misterioso reino da Atlântida, citado por Platão, e que remonta a antigas fontes egípcias, era na América do Sul. Este texto não tem intenção de entrar no mérito da questão Atlantis, mas sim mostrar aos leitores da pagina uma incrível seleção de evidências que o escritor captou ao longo dos anos sobre a presença dos povos da antiga mesopotâmia na América do Sul.


Coleção Padre Crespi

A incrível coleção de tesouros do Padre Crespi (leia mais sobre Crespi http://www.bibliotecapleyades.net/arqueologia/cueva_tayos02.htm), padre salesiano que reuniu artefatos de inestimável importância para humanidade devido ao seu acesso e amizade com tribos indígenas do Equador, demonstram as seguintes evidências:

Sempre existe desinformação, e neste caso não é diferente. Alguém um dia disse que estes artefatos são falsificações, e os céticos abraçaram a causa. Porém existem várias outras evidências que não tem ligação com a coleção Crespi.

O Sabugo de Milho

O milho, planta de origem americana, foi cultivado extensamente pelas antigas civilizações deste continente, sendo o principal alimento destes povos. Somente com as grandes navegações do século XVI ele se espalhou para o resto do mundo. Será?

Se olharmos atentamente para a figura alada do palácio do Imperador Sargão da Assíria (diferente do rei Sargão da Acádia), ele parece estar segurando algo que arrancou de uma planta sagrada ou árvore e por vezes tem sido descrito como um cone de abeto, uma esponja, a espata de uma tamareira masculino (G. Maspero) ou um sabugo ou cabeça de milho, (A. Hyatt Verrill e Rith Verrill "Parece provável que o milho foi levado da América para a Ásia pelos primeiros viajantes sumérios, mas em seu novo lar, onde as pessoas não estavam familiarizados com o seu cultivo adequado e hibridização, deteriorou-se e morreu, enquanto, na América, onde os índios estavam familiarizados com o cuidado adequado de milho, aumentou e melhorou.”) que deve nos surpreender, porque o milho foi exportado para a Europa depois da "descoberta" da América por Cristóvão Colombo, em 1492, embora, James Bailey, diz que o milho foi introduzido na Espanha pelos árabes no século XIII (o que teria uma grande relação com o texto).

Milho

Se olharmos para a escultura abaixo, desta vez de um antigo templo na Índia, a deusa segura na mão o que parece um sabugo de milho.

O Senhor dos “4 cantos”

Sargão da Acádia afirmou ter sido o “Senhor do Quatro Cantos do Mundo”. Também, há relatos de que Sargão viajou ao extremo ocidente em busca do metal estanho. A Bolívia fica no ocidente e também é rica em estanho. Seria a Bolívia um dos limites do Império da Suméria e posteriormente da Acádia?

Na Bolívia foram encontrados vestígios da presença de Sargão e seu povo em um prato denominado Fuente Magna, ao qual relatei no texto Os Sumérios na América - A História que mudará a Estória.

Povo Uru

No Altiplano Boliviano existe uma semelhança inegável entre Sumérios e os antigos habitantes locais. Um dos povos mais antigos da região do Antiplano é denominado Uru, e, assim como os Sumérios, moravam em casas de caniço e construíam barcos de junco. Outra semelhança é que uma das principais cidades Sumérias chamava-se Uru, depois o nome foi encurtado para Ur (Sim! A cidade de Abraão!).

Sem dúvida, o mais impressionante, é a semelhança das paisagens de Uru-Chipaya com as da Mesopotâmia, onde existem extensas planícies com canais, casa circulares e cúpulas.

Esculturas assírias são famosas por seus deuses alados. Muitas vezes, mostrado com asas, máscara e uma cesta na mão (abaixo o desenho de um deus assírio mostra a máscara de águia convencional). Ele tem nas costas o que é inquestionavelmente um cocar de penas, não apenas isto, mas um tipo de cocar idêntico aos usados na parte de trás por índios americanos.

 
 
Sobre o Autor:
LORD KRONUS
LORD KRONUS

Admirador do Oculto e cinéfilo.
azerate666@hotmail.com
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