FACEBOOK
CONTATO
FEED
YOUTUBE
TWITTER
LINKEDIN
EnglishFrenchGermanSpainItalianRussian

O LADO NEGRO DA FÉ

Print Friendly and PDF


Entre a Razão e a Fé
Quando eu estudava acerca do uso de técnicas de hipnose em Magia Cerimonial deparei-me com uma possibilidade, talvez não seja exata/exclusivamente o que ocorre em determinados cultos, entretanto apresenta efeito aparente similar.

Uma pessoa de autoridade e que seja respeitada pelo grupo em comunhão (um sacerdote ou praemonstrator) cria uma dramatização e sugere que determinados efeitos serão apresentados pelas pessoas que assistem e, ainda que de modo inerte ou tímido, participam do evento.

O dirigente da cerimônia, formal ou não, dita personagens que surgirão, sejam anjos, demônios, extraterrestres, pessoas desencarnadas, forças da natureza ou enteais de natureza desconhecida. Ele insiste, e a plateia, fiel e convicta, como qualquer seleção de pessoas comuns, apresenta pessoas sugestionáveis, que caem em algum nível de transe hipnótico por sugestão com mais facilidade que outras pessoas. Estas pessoas, em algumas estruturas espiritualistas são selecionadas e preparadas, em outras são apenas convocadas a um patamar maior da dramatização.

O sacerdote diz que determinada entidade portará-se de certo modo, e as pessoas sugestionáveis, que encarnam por hipnose o personagem da entidade, passam a se comportar da maneira descrita, chegando a presentar fenômenos físicos tidos por sobrenaturais ou paranormais. Entretanto, o motor de todos estes fenômenos que tem mais importância para manutenção do culto/cerimônia/rito* do que em transformar efetivamente as vidas das pessoas não é outro senão a fé.

Inconcluso: quão vasto, poderoso e perigoso pode ser o "lado negro da Fé"?



* Um critério utilizado pela A.'.A.'. diz que o método deve ser provado pelos seus resultados. Sendo que, quando um rito apenas tem efeito significativo para manutenção do mesmo, ao invés de para o propósito, o qual fora gerado, ele apenas será útil à casta sacerdotal. Entretanto a magia se caracteriza muito mais pela Arte Real, que aponta em outra direção, de modo que tenha de ser substituído por uma forma mais Esotérica, ao invés de Exotérica, de cerimônia. Excetuando-se os casos em que a cerimônia seja meramente simbólica, sem efeitos operacionais/magísticos esperados.

Autor: Rabnub Satdneb Q'Aleph Kwetl

0 Comentários: