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Mistérios do Templo de Salomão ( Dharmagupta)

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Mistérios do Templo de Salomão
( Dharmagupta)

"oc
"ocultismo... não é necessário que perpetue esta ciência entre os ignorantes, já que isto seria algo tão reprovável como atirar pedras preciosas na garganta de um porco."  (Salomão).

Os antigos egípcios davam grande importância a estrela Sírius, o Grande Sol Central da Via Láctea. Ela é o centro de gravidade de nossa constelação e era conhecida pelas antigas Escolas de Mistérios como “o Sol por detrás do Sol”, o “Sol Oculto” e, portanto, a verdadeira fonte de potência do nosso Sol. 

Para os antigos egípcios o Sol era o deus Rá, conhecido também como Amon-Ra.

Amon significa "escondido ou oculto" é o Sol Oculto ou “o Invisível” e representava o Sol por detrás de nosso Sol relacionado a Siriús. Ele é Sol que não pode mais ser visto quando desaparece no Oeste, o Sol em Duat ou Mundo subterrâneo (submundo) dos egípcios.


Na Religião Kemética do Egito Antigo, a Estrela Siriús, o Grande Sol Central da Via Láctea, era a morada dos deuses e teria relação com o Logos Galáctico, o verdadeiro Pai ou Deus de nosso Universo.

Assim Amon-Rá era um simbolismo para a dupla corrente Sírius-Sol.

A origem do Universo estava resumida na Luz. E a Luz Primeira, Incriada, estava contida em Amon. Esta Luz deveria passar pelas transformações que lhe permitiriam construir um Universo em diferentes estados de vibração. 


A Luz Criadora (Kundalini Logoidal) emanada de Amon-Ra era representada no Egito pelo Faraó que como representante de "Deus na Terra" encarna "a Luz do Mundo", um dos títulos de Hórus. 




                             A Linhagem Sacerdotal dos Reis Divinos


O Faraó pertencia a “Linhagem dos Reis Divinos” uma linhagem sacerdotal de origem lemuriana cujos segredos eram preservados pela Ordem Mística de Shensu-Hor (Seguidores de Hórus). Essa ORDEM SECRETA teve Melchizedek como primeiro “grande iniciado”. Melchizedek ficou conhecido entre os antigos kemitas (egípcios) como Thot, o escriba divino e língua (e palavra) de Amon-Ra. Melchizedek, como um grande enviado do Logos ou Deus Tri-Uno assume inúmeros nomes e formas.

No Antigo Testamento está escrito que Melchizedek é: “sem pai e sem mãe, sem genealogia, que não teve princípio dos dias, nem fim da existência”; portanto Melchizedek é um personagem fora do nascimento humano, sua origem sendo não-humana. Para os cristãos gnósticos Melchizedek é o arquétipo do homem superior, feito à imagem e semelhança de Deus, já que pela Lei que formula, ele é, para este mundo, a expressão e a própria imagem do Verbo Divino; o “Grande Recebedor da Luz Eterna” entre os gnósticos alexandrinos.

Como um "Seguidor de Hórus" o Faraó é o único "Deus na Terra" e sua presença implica uma magia que é abrangente e permite a força divina brilhar tanto que toda escuridão do caos ser transformada em matéria luminosa.


A influência de Anúbis

Entre os deuses do Egito, Anúbis era descrito com cabeça de cachorro ou chacal, isso não significa que tivesse realmente a cabeça assim - era apenas um símbolo como as cabeças de Seth e Hórus- mas que havia nele algo relacionado a Siriús, a Estrela Cão, a mais importante do Egito. 

É  Anúbis quem realiza a mumificação, e leva na cintura o Nó de Ísis, o laço que permite ao iniciado reunir todos os conhecimentos, passar pela prova da morte, diferenciar seus princípios e unificar-se com sua consciência superior.

O deus chacal Anúbis equivale ao Arcanjo Azrael, os dois têm Plutão como veículo planetário. 
Na Ordem do Lótus Negro Anúbis representa o vigilante mudo que guarda os limites externos do sistema solar. Ele também assume o papel mensageiro de Amon (O Sol Espiritual Sírius).


Dessa forma Anúbis é uma ligação entre a consciência solar, representada por Hórus, com outras esferas/dimensões de vida para além de nosso Universo local. 


Para o Adepto canalizar energias transplutonianas (i.e além de Plutão) e alinhar-se com a força estelar de Sírius, e de outras grandes estrelas que estão influenciando a humanidade agora, ele precisa atravessar os Pilares de Seth e Hórus e mover-se para além do “círculo-não-se-passa” que guarda os limites de nosso Sistema Solar. 

Apenas assim o iniciado consegue mover-se em direção a uma Luz maior que a Luz do Sol, maior mesmo que a Grande Entidade Angélica que concentra a Luz do Sol, pois será a Luz irradiada desde Sírius - o Sol Central de Alpha e Ômega.

As sociedades secretas do mundo inteiro usam o Olho de Hórus como uma insígnia. De fato o "Olho-Que-Tudo-Vê" é um símbolo dos aliados de Sírius na Terra e remonta os mistérios egípcios.

Na 
fórmula alquímica de Salomão (Sol Amom = SOLOMON) o Adepto deve transmutar o seu Ser, alquimizar suas energias para realizar novamente o movimento inverso à queda (perda da consciência divina) e retornar aos seio do invisível, ao coração de AMON (Sírius).



Os Pilares do Templo de Salomão

No ocultismo egípcio os deuses Seth-Hórus representam a Alma da Escuridão e a Alma da Luz respectivamente. Os dois simbolizavam a divisão geográfica do antigo Khen (Egito) e a natureza dupla da alma humana. 

Havia no vale do Nilo, dois importantes Reinos: o Sul no Alto Egito, cujos habitantes veneravam o deus Hórus, representado por um homem com cabeça de Falcão; o Baixo Egito ao Norte situado no largo delta do rio Nilo, onde os nomos (tribos) se uniram sob o culto do deus Seth, representado por um homem com cabeça de um animal com cabeça de asno.

Era por isso, chamado o Egito de "O País das duas Terras". Dois países diferentes em tudo por tudo - até mesmo na filosofia de vida. No Sacerdócio de Melchizedek o iniciado deve iniciar sua transformação em Faraó, o Senhor da Casa da serpente. Para isso, ele precisa unir o Alto e Baixo Egito, lançar uma ponte entre o Céu e a Terra (Hórus e Seth). precisou de passar por guerras para conseguir a unificação e ter a cidade de Mênfis como capital. 

Hórus encarna a Luz Solar ou Presença Eu Sou, a Presença Divina na alma humana. já Seth representava o lado sombra da alma humana, os instintos primitivos, a guerra e o calor do deserto. 

Hórus (“Heru”) o Antigo (ou Hórus o Grande), era filho  de Amon-Rá e Hathor (de Qesqeset)  não era o mesmo Hórus filho de Isis e Osíris (o Deus Sacrificado), é o redentor da Luz ou Gnosis, aquele que encarna a “palavra perdida” proferida por Thot. Essa palavra é o som primevo ou vibração que deu origem a criação.

Assim, Hórus é considerado a encarnação de Amon-Rá (o Demiurgo dos Antigos Kemitas) e simboliza o antakarana, a presença divina em nós, uma encarnação de seu próprio Pai Espiritual (Rá) e que também carrega consigo seu duplo que é Seth – a encarnação de nossos instintos animais, nossa sombra. O DEUS SETH — nos conta o egiptólogo Wallis Budge - foi considerado, num período muito primitivo, irmão e amigo de Hórus, o antigo. Seth representava a noite, ao passo que Hórus representava o dia.

Precisamos da união dos dois (Alto e Baixo Egito) para alcançar a iluminação espiritual.  


Muito tempo depois os Mistérios dos Pilares de Seth e Horus (sombra e luz) deram origem ao conceito dos “Pilares do Templo de Salomão”(Sol-Amon).

O deus Seth era visto como a sombra (duplo) de Hórus. Em termos esotéricos Seth simboliza o Corpo Lunar ou Astral, o Sol no Oeste, aquele que jaz no Amenti (a morada do deus Amen, ou Amon, o “Oculto") e Hórus representa a Luz Solar ou Presença Eu Sou, a Presença Divina na alma humana.

Foi assim que Hórus, o deus com cabeça de Falcão, passou a simbolizar no Egito a encarnação (avatarização) do Sol Espiritual que no homem assume a forma de Sagrado Anjo Guardião (SAG).

Os dois unidos (alquimia interior) representavam a fórmula de unificação de Ka e Ba (Nephesh e Ruach) o que venceria a morte tornando a pessoa imortal, o que nós interpretamos como sendo um iluminado.

Como no sacrifício místico do Cristo que depois de sacrificado ou morto (Morte do Ego) desce aos infernos e ressuscita ao terceiro dia o Adepto, após estabelecer um contato com seu Anjo Solar, deve “descer “aos infernos do subconsciente (Hades, Duat) e abraçar sua sombra, seu reflexo astral na forma de Seth, o mesmo Shaitan dos Yezides*, mais tarde o Satã Medieval ligado a Saturno, Enxofre e ao Chumbo. Assim, e mais precisamente, Seth chegou a representar o adversário (da Luz) através da identidade com Satã.

Hórus simboliza o antakarana, a presença divina em nós, uma encarnação de seu próprio Pai Espiritual (Rá) e que também carrega consigo seu duplo que é Seth – a encarnação de nossos instintos animais, nossa sombra. Precisamos dos dois para alcançar a iluminação espiritual.

Esse artigo é uma amostra do Sacerdócio de Melchizedek – curso em forma de Workshop ministrado pelo Mestre Dharmagupta.


Obs: Duat, Douat: (egípcio e sânscr.) O lugar onde residem os espíritos dos defuntos. Este Duat era, segundo a crença popular dos egípcios, um espaçoso vale circular ou semicircular que rodeava o mundo, um sítio de sumo horror. O mundo subterrâneo que a alma deverá percorrer sorteando perigos. Esotericamente, o Iniciado logrará ingressar a seus submundos internos para ser provado pelos Espíritos Guardiães de suas Portas. No Extremo Oriente, Duat (ou Douat) é a região subterrânea onde existem cidades sagradas que abrigam nobres e honrados moradores espiritualmente evoluídos. Muitos desses moradores são Mestres Ocultos da Grande Fraternidade Branca. A principal cidade do Duat chama-se Shamballah (ou Cidade Onde Moram os Deuses).


1 Comentários:

Kamal Azamat disse... 15 de agosto de 2014 03:36

Texto muito bem organizado e resumido,se e que isso e possivel...
E muito bem orientado porque nao.
Voces me felicitam abrindo novas sendas que nao serao comedidas por justicativas de traducoes nao permitidas. So organiza quem tem conteudo. Eli, Eli ,Porque me glorificastes.?