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Elfos (Tolkien)





Nas obras de J. R. R. Tolkien, Elfos, auto-denominados Quendi, são uma das raças da Terra Média, baseados nas criaturas lendárias da Mitologia nórdica. São uma raça que, juntamente com os homens formam os "Filhos de Ilúvatar". Eles aparecem em O Hobbit e O Senhor dos Anéis, mas a sua história complexa é descrito mais detalhadamente em O Silmarillion. Tolkien estava escrevendo sobre elfos muito antes de publicar O Hobbit.

Os Elfos são descritos como altos e belos, parecidos com os Valar (espécie de anjos), só que menores em estatura e poder, e são imortais, pelos menos enquanto o Mundo, chamado Arda, existir. Não envelhecem nem adoecem, e se forem mortalmente feridos ou se sofrerem um grande desgosto seu corpo morre, mas seu espírito sobrevive sendo então enviado para as Mansões de Mandos onde permanece até poder reencarnar, em um corpo idêntico e com as mesmas lembranças. Um direito que os elfos têm é o de ir, se assim desejarem, para Valinor, no continente sagrado de Aman, destino esse vedado aos mortais.

Os primeiros elfos teriam surgido em Cuiviénen, no extremo Oeste da Terra Média, longas Eras antes da ascensão do Sol ou da Lua, no tempo em que as Duas Árvores ainda brilhavam. Foram inicialmente vistos por Oromë, mas viram primeiro as estrelas e por isso reverenciam Varda Elentári acima de todos os outros Valar. Convidados pelos Valar a juntarem-se-lhes no Reino Abençoado, os elfos empreenderam um longa viagem desde Cuiviénen até à costa oeste da Terra-média.

Desenvolvimento

Antecedentes

A palavra inglesa moderna elf (ou "elfo" em português) deriva da palavra anglo-saxônica ælf (que tem cognatos em todas as outras línguas germânicas). Vários tipos de elfos aparecem na mitologia germânica, o conceito germânico ocidental parece ter vindo a divergir a partir da noção escandinava na Idade Média, e o conceito anglo-saxão divergiram ainda mais, possivelmente sob a influência celta. Tolkien deixaria claro em uma carta que seus elfos diferem daqueles "do folclore mais conhecido", referindo-se a mitologia escandinava.

Em 1915, quando Tolkien estava escrevendo seus primeiros poemas élficos, as palavras elfo, fada e gnomo tinham muitas associações divergentes e contraditórias. Ele havia sido gentilmente advertido contra o uso do termo 'fadas', que John Garth supõe poder ter sido devido à palavra ser cada vez mais usada para indicar homossexualidade.

A fada tinha sido tomada como um tema utópico até escritores do final do século XIX e usado para criticar os valores sociais e religiosos, uma tradição que Tolkien, juntamente com T. H. White são vistos a continuar. Um dos últimos contos vitorianos de pinturas, The Piper of Dreams por Estella Canziani, vendeu 250.000 cópias e foi bem conhecido dentro das trincheiras da Primeira Guerra Mundial, onde Tolkien fez serviço ativo. Cartazes ilustrados do poema Terra de Nod, de Robert Louis Stevenson tinha sido enviado por um filantropo para iluminar o quarto dos militares e o País das Fadas foi usado em outros contextos, como uma imagem da "Velha Inglaterra" inspirar o patriotismo.

De acordo com Marjorie Burns, Tolkien finalmente escolheu o termo elfo sobre fadas, mas ainda manteve algumas dúvidas. Em seu ensaio Sobre Histórias de Fadas, de 1939, Tolkien escreveu que "as palavras em inglês, como elfo tem sido muito influenciadas pelo francês (a partir do qual fay e faërie, fairy são derivados); mas nos últimos tempos, através da sua utilização na tradução fairy ('fadas') e elf ('elfos') adquiriram grande parte da atmosfera dos contos alemão, escandinavo e celta, e muitas características do huldu-fólk ('sigilo do novo'), o daoine-sithe, e o tylwyth-teg ('família justa')."

Primeiros escritos

Tradicionais fadas e elfos da era vitoriana aparecem em grande parte na poesia inicial de Tolkien, e têm influência sobre seus últimos trabalhos em parte devida à influência de uma produção de Peter Pan de J. M. Barrie em Birmingham, em 1910, e sua familiaridade com a obra do poeta místico católico, Francis Thompson, que Tolkien tinha adquirido em 1914.



Cquote1.svgO! Eu ouço os pequenos chifres
Dos leprechauns encantados
E os pés acolchoados de muitos gnomos a-vindo!
Cquote2.svg
J. R. R. Tolkien, Goblin Feet


Como filólogo, o interesse de Tolkien em línguas levou-o a inventar várias línguas de sua própria como um passatempo. Ao considerar a natureza de quem pode falar línguas, e que eles podem contar histórias, ele novamente virou-se para o conceito de elfos.

Eldar

De acordo com as lendas élficas, o nome Eldar, Povo das Estrelas, foi dado a todos os Elfos pelo Vala Oromë. Entretanto, ele veio a ser usado em referência apenas aos elfos das Três Famílias (Vanyar, Noldor e Teleri) que iniciaram a Grande Marcha para o Oeste, à exceção dos Avari. Os elfos de Aman, e todos os elfos que um dia moraram em Aman, eram chamados de Tareldar "Altos-elfos" e de Calaquendi "Elfos-da-luz".

As Três Famílias

As Três Famílias eram


    • Vanyar: A primeira leva dos Eldar na Marcha para o Oeste a partir de Cuiviénen, liderada por Ingwë o Rei Supremo de Todos os Elfos. O nome Vanyar (do singular Vanya) significa "Louros", referindo-se aos cabelos dourados dos Vanyar; tinham olhos azuis e eram considerados os mais belos. Eram os maiores poetas dos povos élficos, e aprenderam muito com Manwë e Varda e eram muito amados por eles.
    • Noldor: Os elfos-profundos, a segunda leva dos Eldar na viagem para o Oeste, liderados por Finwë. O nome (quenya noldo, sindarin golodh) significa "Sábios" (no sentido de possuidores de conhecimento, não providos de sagacidade ou de sólido discernimento). São os mais sábios e habilidosos entre os elfos; seus cabelos eram negros e seus olhos cinzentos. E aprenderam muito com Aulë.
    • Teleri: A terceira e mais numerosa das três levas de Eldar na viagem para o Oeste, liderada por Elwë (Thingol) e seu irmão Olwë. O nome que usavam para si mesmos era Lindar "Os Cantores"; o nome Teleri "Os Últimos", foi-lhes dado por aqueles que estavam adiante deles na Marcha. Muitos dos Teleri não deixaram a Terra-média; os Sindar e os Nandor eram elfos de origem Teleri. Eles são morenos, de olhos cinzentos e cabelos prateados. Aprenderam muito com Ossë, que lhes ensinava a arte da fabricação de barcos, e também canções sobre o Mar.

Moriquendi

No idioma de Aman, todos os elfos que não cruzaram o Grande Mar eram elfos-escuros, ou seja, Moriquendi. No entanto, no período do Exílio dos Noldor, o termo era usado com frequência para designar os elfos da Terra-média que não fossem Noldor nem Sindar e é, portanto, praticamente equivalente a Avari e Úmanyar.

Avari

Significa "Os Relutantes"; nome dado a todos os elfos que não quiseram se unir à marcha para o Oeste a partir de Cuiviénen.(leia mais sobre a origem dos Orcs).

Úmanyar

Nome dado àqueles elfos que partiram na viagem para o Oeste a partir de Cuiviénen, mas não chegarama Aman. Seu nome significa "Aqueles Não de Aman", em comparação com Amanyar "Aqueles de Aman, os Eldar. Os Úmanyar estão incluídos na classe dos Moriquendi, mas não incluem os Avari.
    • Eglath: "O Povo Abandonado". De origem Telerin, eles ficaram na Terra-média a procura de Elwë enquanto os outros iam a Valinor.
    • Sindar: "Os Elfos-cinzentos". São todos os elfos Telerin que os Noldor encontraram em Beleriand à exceção dos Laiquendi.
    • Nandor: "Os Que Dão Meia-volta". Elfos de origem Telerin, que não quiseram atravessar as Montanhas Nevoentas.
      • Laiquendi: "Elfos-verdes". Atravessaram as Montanhas Azuis e foram morar em Ossiriand.
      • Elfos Silvestres: Permaneceram no Vale do Anduin e na Grande Floresta Verde.



 
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LORD KRONUS
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Admirador do Oculto e cinéfilo. azerate666@hotmail.com Confira mais textos deste autor clicando aqui

Manwë




Manwë Súlimo, ou simplesmente Manwë é um personagem fictício da obra O Silmarillion, do filólogo e professor britânico J. R. R. Tolkien. Era um Ainur e o mais poderoso entre os Valar, criado pela vontade de Eru Ilúvatar. Controlava os ventos e era esposo de Varda. Moravam em Taniquetil, a maior das montanhas da Terra, na grande torre de Oiolossë, acima das neves eternas, nome esse que é citado no poema Namárië.
Ele era o mais nobre e maior autoridade dos Valar, e apenas menos poderoso do que Melkor. Ele possuía um criado, um Maia, chamado Eönwë.

Etimologia

Manwë significa "Abençoado", em quenya, do "mān" que significa "bom, abençoado ou imaculado". Ele que deriva de Mānawenūz, seu nome em Valarin. Súlimo é o seu outro nome e refere-se ao vento do soprador. Em sindarin era chamada Aran Einior, "Velho Rei", e adûnaico de Amân.

Trecho de "O Silmarillion"

“[...] Manwë tem a maior estima de Ilúvatar e compreende com mais clareza seus objetivos. Ele foi designado para ser, na plenitude do tempo, o primeiro de todos os Reis: senhor do reino de Arda e governante de todos os que o habitam. Em Arda, seu prazer está nos ventos e nas nuvens, e em todas as regiões do ar, das alturas às profundezas, dos limites mais remotos do Véu de Arda às brisas que sopram nos prados. Súlimo é seu sobrenome, Senhor do Alento de Arda. Ele ama todas as aves velozes, de asas fortes; e elas vão e vêm, atendendo às suas ordens.”

 
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Eru Ilúvatar




Eru Ilúvatar é um personagem fictício da obra O Silmarillion de J. R. R. Tolkien, ele é o Deus Supremo de Arda. É o criador onipotente, tendo delegado, porém, a maioria de suas ações dentro da Terra (Eä) aos Ainur. Eru é uma figura importante n'O Silmarillion e também em Contos Inacabados, mas não é mencionado diretamente em outros trabalhos de Tolkien como O Hobbit e O Senhor dos Anéis, onde apenas é aludido como "o Único" no Apêndice A que fala sobre a Queda de Númenor. O nome Eru significa "o Único", e Ilúvatar quer dizer, em élfico, "Pai de Tudo". Simbolicamente, é o equivalente do Deus abraamico (Javé,Yahweh, Jehovah, Jeová, YHVH).

Os Filhos de Eru e outras criações

Inicialmente Eru criou os Ainur de seu pensamento. Eram seres angelicais que o entretinham com música, até que Eru propôs um tema para que eles fizessem a mais maravilhosa das Músicas, e assim eles fizeram. Nessa música os Ainur tiveram a visão do Mundo, Arda como é chamado, e Eru fez com que essa visão se tornasse realidade, colocando a Terra dentro do Vazio, chamado Eä ("aquilo que existe"). A Música também deu a eles a visão dos Filhos de Ilúvatar. Alguns dos Ainur então desceram à Terra para construí-la conforme a Música, e desses Ainur os mais poderosos são chamados Valar, e os menos poderosos, Maiar.
Os Filhos de Ilúvatar são os Elfos e os Humanos. Os Elfos são os Primogênitos e os Humanos os Sucessores. Os Anões são filhos "adotivos" de Eru. Foram criados pelo Vala Aulë, que estava impaciente com a demora do Despertar dos Filhos de Eru, e então ele deu origem aos Sete Pais dos Anões (Durin entre eles). Eru descobriu e não gostou da impertinência de Aulë, mas se condoeu e permitiu que os Anões vivessem, contanto que despertassem depois dos Elfos.
Há alguns Animais e Vegetais que, além da vida, possuem racionalidade, e diz-se que foi a pedido de Manwë, Rei dos Valar, que foi concedida sabedoria a seres como Huan, o Cão de Oromë e às Águias de Manwë, como Thorondor e Gwaihir. Alguns crêem que esses seres sejam na verdade Maiar. Outro exemplo são os Ents, os Pastores das Árvores. Yavanna, a Valië responsável pelas plantas, amava acima de tudo as Árvores, mas temia por elas, pois não podiam fugir. Aconselhou-se então com Manwë, que consultou Ilúvatar e permitiu que Yavanna criasse os Ents, criaturas arvorescas que podiam caminhar e falar, e estes protegeriam as Florestas. O exemplo mais famoso de Ent é Barbárvore.
Eru é também aquele que possui a Chama Imperecível, e é por isso que ele é o único capaz de criar a vida independente. Todas as criaturas criadas indiretamente por Eru, como os Anões, têm de ser abençoadas por Eru com a Chama Imperecível, para que não sejam meros títeres de seu criador. Melkor o mais poderoso dos Ainur, mas que, querendo o poder de deus, se rebelou tornando-se o primeiro Senhor do Escuro do mundo, desejava a Chama Imperecível e procurou muito tempo por ela, em vão, pois a Chama está dentro de Eru Ilúvatar. O que Melkor pôde então fazer foi deturpar as criaturas já vivas. Os orcs são, segundo relatos contidos em o Silmarillion,elfos que foram aprisionados e torturados ate nao resistirem e se corromperem ao ponto que sao vistos, maus e fieis somente ao senhor do escuro assim como os Balrogs são Maiar que Melkor atraiu para si e corrompeu. Os Trolls são também cópias mal feitas de Ents. Já os Dragões não têm origem certa.


 
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Glaurung

 



Glaurung é um personagem fictício das obras de J. R. R. Tolkien. Foi o primeiro dos dragões de Morgoth.

A primeira vez que foi visto pelos elfos foi no ano 256 da Primeira Era, na tentativa de Morgoth em romper o cerco que lhe era imposta pelos elfos. Nesta ocasião, ele (que ainda não havia chegado nem mesmo à metade de seu tamanho) destruiu os campos de Ard-Galen, sendo impedido por Fingon (filho de Fingolfin) que juntamente com alguns arqueiros montados cercou o lagarto que, ainda não tendo sua couraça totalmente formada, foi obrigado a fugir de volta a Angband.

Os elfos muito se alegraram devido a essa vitória, poucos foram os que notaram os reais perigos que essa nova criatura representava.

No ano de 455 da Primeira Era, na chamada Dagor Bragollach, Morgoth finalmente rompeu o cerco dos elfos. Em grande parte devido ao ataque feroz de Glaurung que estava plenamente desenvolvido.
Alguns anos depois, em 471, na Nirnaeth Arnoediad os anões liderados por Azaghâl e graças às suas resistentes armaduras e máscaras, resistiram aos ataques de Glaurung. Porém, após ser ferido por Azaghâl, Glaurung o matou e fugiu do campo de batalha.

Depois disso, Glaurung foi o responsável pela perseguição da ira de Morgoth contra Húrin e sua família. Ao enfeitiçar Nienor fez com que ela perdesse a memória e, ao encontrar seu irmão Túrin Turambar (que não havia conhecido em sua infância) não soubesse reconhecê-lo, acabando por tornar-se sua esposa.

Quando a caminho de Brethil, seguindo os passos de Túrin, Glaurung foi emboscado por ele, que sorrateiramente enterrou Gurthang, a Espada Negra, em seu abdômen. Assim morreu Glaurung, o pai dos Dragões.

No túmulo de Túrin está escrito: TÚRIN TURAMBAR DAGNIR GLAURUNGA, ou, TÚRIN TURAMBAR, A PERDIÇÃO DE GLAURUNG.

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Nienna



Nienna é uma Valië do universo de J.R.R. Tolkien. É a irmã de Mandos e Lórien. Seu nome significa "Aquela que chora". Vive no distante oeste de Arda, nas Terras Imortais e preocupa-se com o sofrimento do mundo. Ela é a única Valië que não é casada. Nienna chorou sobre o Monte de Ezellohar, aguando as Duas Árvores. Depois da destruição destas por Melkor, chorou sobre seus remanescentes, limpando a sujeira de Ungoliant, e ajudando a trazer à luz o fruto e a flor que se tornaram o Sol e a Lua. Gandalf provavelmente era seu pupilo. Seu nome provavelmente deriva das palavras em Quenya "nie" (lágrima) e "niena" (choro).


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Mandos

Mandos, na obra Tolkieniana, é um dos Valar, irmão de Irmo Lórien e de Nienna. Seu nome é Námo, "Juiz", e Mandos (derivado de mbandos, prisão) é na verdade o lugar onde estão suas moradas. Sua esposa é Vairë, a Tecelã. Jamais se esquece de nada e é capaz de dizer tudo o que ainda vai acontecer, desde que já esteja decidido por Ilúvatar. É conhecido por ser severo e um tanto sem compaixão, mas suas predições não são vingativas como as de Morgoth; são apenas a vontade de Eru, além de ele reconhecer Manwë como Rei de Arda e obedecê-lo. Diz-se que, na Ainulindalë, foi o que dirigiu seu pensamento para mais longe, e por isso é o Vala que mais conhece sobre os destinos de Arda. Além de exercer o papel de oráculo, ele é também responsável por acolher e julgar os espíritos dos elfos. Os espíritos humanos vão pra outro lugar que só Manwë, Námo e Eru sabem onde é.
Suas moradas estão longe no oeste e são freqüentemente visitadas por Nienna, sua irmã, e ela dá força aos espíritos que lá esperam. Seus palácios, mais profundos que os de Aulë, compreendem os Palácios da Espera, onde ficam os espíritos dos elfos que reencarnarão, as Prisões de Mandos, de onde nem mesmo os Valar conseguem fugir, e onde Melkor foi preso certa vez. Possivelmente há moradas para os Anões, onde Aulë, seu criador, os aguarda, e para os Humanos. Mas o real lugar para onde vão os Humanos somente Ilúvatar, Manwë e o próprio Mandos sabem. Os Palácios sempre se ampliam com o passar das Eras e suas paredes estão revestidas com a história do mundo, em telas tecidas por sua mulher, Vairë, a Tecelã. Esse grande complexo também é conhecido como Casas dos Mortos e Moradas de Mandos. Mandos julga os espíritos dos elfos mortos, e decide se eles vão reencarnar ou não. Se não reencarnam, há duas razões prováveis para isso: ou o espírito do elfo não quer voltar (como no caso de Míriel), ou por suas atitude más Mandos nega sua reencarnação, como no caso de Fëanor, e então o espírito permanece em seus palácios até o Fim dos Tempos (Cf. Dagor Dagorath).



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Yavanna Kementári



Na obra de Tolkien, Yavanna Kementári, a Provedora de Frutos, é a Valië da terra e seu poder só é superado pelo de Varda Elentári. Criou todas as árvores e todos os animais. Suas mais belas obras foram as árvores que posteriormente dão origem ao Sol e à Lua. Destas árvores veio a luz das Silmarils. Em uma das línguas criadas por Tolkien, Kementári significa "Rainha da Terra".


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