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H.P.B Exemplo de Superação e Motivação

"Como manter-se Motivado, mesmo na adversidade!?"
(Por Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz)



Aos 57 anos de idade, quando sofria sangramentos inexplicáveis, ulceras, artrose, reumatismo, hidropisia, tremores e no auge de uma obesidade tão aguda que a impedia de locomover-se, Helena Blavatsky surpreende! Quando todos imaginavam que ela nada mais tinha a oferecer, que estava velha; cansada e abatida pelas dores da vida, pela 'má fama', pelas ferrenhas inimizades, pelas tantas derrotas e desventuras, ela escreve definitivamente seu nome na História do Esoterismo ao publicar sua maior obra: "A Doutrina Secreta"!
Em 1888, Madame Blavatsky renasce das próprias cinzas e, mais uma vez, demostra sua capacidade de auto-Superação, sua força de Vontade.
A Doutrina Secreta, publicada no Brasil em seis volumes, ainda é literatura obrigatória para quem deseja aprofundar-se no fascinante mundo de ligações e interligações da mística Oriental e Ocidental. Entretanto, o que nos chama realmente atenção aqui, é o espírito de absoluta força, poder e resiliência na personalidade de H.P.B.
Não, a vida não é feita apenas de 'selfies' glamourosas, de momentos fantásticos, viagens exóticas e quanto maior a Luz que se ouse emitir, maiores serão as sombras igualmente projetadas.
É sumamente importante que tenhamos uma Missão de vida, que saibamos qual é a Vocação de nosso coração e trabalhemos incansavelmente em sua direção. Sem um norte, melhor, um Oriente, caminhamos a esmo perambulantes, desorientados, e inconstantes como o vento.
Isto é Motivação (do Latim, Movere), é a razão, o objetivo, o Motivo que nos move numa determinada direção.
Madame Blavatsky, em uma de suas cartas a Clarividente Annie Besant, afirmou:
'O vento balança os galhos, mas o tronco permanece imóvel'
Ou seja, as circunstâncias não podem derrubar uma Vontade forte e determinada; enquanto a vontade débil, indecisa, instável, raquítica e vacilante caí a primeira dificuldade.
Para manter-se de pé, firme nos Objetivos e Metas desenhadas, é necessário alinharmos aspectos internos e externos.
Internamente: Significa sermos capazes de silenciar, nos distanciar dos outros e dos papéis pré fabricados para (re)descobrirmos nosso destino.
Externamente: Significa estarmos conectados com lugares, situações, ensinamentos e pessoas que, de fato, acrescente em nossas vidas.
O automotivado não depende de estímulos alheios. Ele é o que é porque encontra dentro dele mesmo todos os motivos para fazer o que tem que ser feito. Ele age. Faz o que deve ser feito quando chega o momento de fazê-lo.
Não esperemos que o momento seja favorável, ou que as condições estejam adequadas para começar; simplesmente arregacemos as mangas e façamos!
Uma história que sempre conto em minhas palestras pelo país, é que quando Helena Blavatsky chegou aos Estados Unidos da América (numa viagem de 3º classe), ela não tinha amigos, nenhum dinheiro e, o pior, quase não falava Inglês. Ela simplesmente foi; sem esperar 'as situações favoráveis' e o Universo a recompensou.
Não é raro conversar com pessoas jovens que se acham velhas, no fim da linha; que brigam com o cônjuge e se consideram fracassadas; pessoas que, por uma deficiência ou outra, se acham incapazes, imprestáveis, infelizes. Quando se tira os olhos do Alto, da Missão, do Todo, a vida fica tão curta, tão pequena, tão frágil que realmente parece não haver saída; mas o Universo permanece o mesmo, infinito, vibrante e abundante em oportunidades.
Perde-se muito tempo e energia com gente que não vale uma vela acessa, projetos de vida que não são nossos, expectativas alheias, discussões inúteis e ambições desnecessárias que impedem o Sol da Verdadeira Vontade brilhar.
Falhar, falir, errar é perfeitamente humano; a única coisa indigna é desistirmos antes mesmo de começar.
É bem mais louvável o indivíduo que morre tentando do que o que vive desistindo.
In Lumem Lumine,
C.C.C.M.R+C

PARA MAIS ACESSE: CONSCIÊNCIA ESOTÉRICA

Iniciação na Ordem Sacerdotal de Melchizedek ® (Dharmagupta)



Sacerdócio de Melchizedek®
 ( Níveis I, II e III)
Curso de Formação de Mestres e Instrutores 
 Deus é igual a homem menos ego” (Sai Baba)

O termo: “Ordem de Melchizedek” diz respeito a um sistema de ascensão espiritual desenvolvido pelo esoterista Victor Glankopf.

Em 2010 o Mestre Dharmagupta (Helio Monteiro), pesquisador versado em temas do ocultismo moderno, buscou ampliar os ensinamentos de Glankopf. Com base em seus conhecimentos dos Mistérios Ocultistas o Mestre Dharmagupta transformou o sistema em uma verdadeira Escola Iniciática rebatizando-o de “Sacerdócio de Melchizedek”.  Na base do novo sistema existe o conceito de que a consciência humana é multidimensional, que além do nível da Consciência do Ego, com os quais estamos familiarizados, também existimos e funcionamos em outros níveis existenciais.

Por meio do estudo e prática do Sacerdócio de Melchizedek  você será iniciado na Ciência da Astro-Teurgia e aprenderá as leis cósmicas que ligam o Macro-Cosmo (Universo) e o Micro-Cosmo (Homem). Você vai saber equilibrar os quatro corpos que compõem a personalidade (físico, energético, emocional e mental) e acessar níveis existenciais mais elevados. Também irá dominar os “meios hábeis” necessários para estabelecer uma conexão com a Egrégora de Seres de Luz, que protegem e auxiliam o iniciado na evolução de sua consciência. 

O método ensina o poder da transmutação oculta, metáfora usada pelos alquimistas da antigüidade pra transformar o metal básico da personalidade no Ouro do Espírito. Através da Alquimia Interior o iniciado aprende a remover de impedimentos kármicos que porventura possam estar atrapalhando sua vida em todos os sentidos (profissional, sentimental etc). Ele saberá acessar o Registro Akáshico no Corpo Causal  e atuar na transmutação e desprogramação do Karma, sendo capaz de superar as dívidas cármicas que contraiu em vidas anteriores.

Existem certas impressões subconscientes (saskāras) de caráter inatas e hereditárias, que são a causa dos condicionamentos. Elas dão corpo a vida psíquica e acompanham o indivíduo toda a sua vida determinando os tipos de reações e experiências (negativas ou positivas) que ele possa ter durante sua existência na Terra.  Em sua caminhada o iniciado deve aprender como utilizar a inteligência cósmica para libertar sua mente dos condicionamentos ilusórios, sobre si mesmo e a realidade aparente que o cerca. Será capaz de projetar suas imagens mentais para a matriz astral, o protoplasma invisível, que constrói todas as coisas e  intervir no destino natural de estados e eventos (magia), inclusive modificando e construindo seu próprio mundo em seu padrão original de pensamento.

Nos níveis mais avançados do sistema você será iniciado nos profundos segredos ocultos usados pelos mestres da antiga Índia, China, Tibete e Egito. Ficará conhecendo os mistérios existentes além do Himalaia e será capaz de executar seus mais sagrados rituais, invocações e ritos, a fim de adquirir domínio e controle sobre os poderes milagrosos do Universo Invisível.

Para que os objetivos acima descritos possam ser completamente efetivados o Mestre Dharmagupta  dividiu o novo sistema em quatro graus ou níveis de iniciação, a saber:

 Nível 1 :  Iniciado = Terra = He

Nível 2 :  Peregrino = Água = Vau



Nível 3 :  Mestre do Templo = Ar = He

Nível 4 : Sacerdote ou Sacerdotisa = Fogo = Yod

Estes graus refletem a estrutura da ciência iniciática atlante e correspondem às quatro iniciações nos Quatro Elementos e às quatro direções simbólicas da consciência espiritual, assim como aos quatro planos de manifestação (Físico, Astral, Mental e Espiritual).

Dharmagupta também incorporou a Kabalah Ritual como base de seu trabalho combinando elementos da Mitologia Egípcia, Angelologia Pantacular, Feng Shui e Filosofia Gnóstica nos ensinamentos dos graus.

                                                             O RAIO OCULTO DE SHAMBALLA

É fato em todas as tradições arcanas que o/a iniciado (a), em sua evolução rumo ao adeptado, deve aprender a se comunicar com entidades não-humanas estabelecendo um elo entre sua consciência e as entidades de Ordem Superior. Sem a ajuda de Guias Espirituais, Arcanjos, Dhyani Buddhas  (Budas Celestiais), Devas etc a alma humana se joga e se perde nos planos do Sansara (os reinos de consciência astral e visões enganosas), que todas as almas têm que percorrer, sem perder-se em ilusões, antes de alcançar a iluminação (samadhi). Entretanto, e em última análise,  tais forças ou entidades não são encontradas fora do ser humano, assim como o homem e o universo, o micro e o macrocosmo, são Um e aspectos de si mesmo. 

O aluno do Sacerdócio de Melchizedek deve aprender a usar seus poderes ocultos superiores para criar um arco-íris cósmico que conecta sua alma individual (jiva) com a consciência iniciática dos Mestres Ocultos de Shambalah.  A Tradição Esotérica afirma que Shamballa é o Centro onde a Vontade de Deus é conhecida na Terra.  Na verdade Shamballa simboliza a consciência coletiva dos Mestres Superiores Ascensionados; seu nome vem da mítica cidade iluminada oriental e ela é conceituada como um grande Cristal Facetado de Oito Lados em forma de Mandala.  Cada uma das faces do cristal é a imagem de um mestre, mas todas estão encadeadas.

                                                                          PONTE DE ARCO ÍRIS

Nosso objetivo é contribuir para abrir um canal superior que no Oriente é chamado de antakarana,  é por esse canal que os Mestres Ascensionados se comunicam, eles falam para nossa alma nos níveis energéticos dela. O antakarana, é o cordão de luz que o iniciado constroi desde sua personalidade na Terra até a Alma, e após a dissolução do ego até a Tríade Espiritual e a Mônada(Espírito). Esse canal ou poder psíquico oculto é também conhecido como "Ponte de Luz"um caminho iluminado sobre o qual o iniciado projeta sua consciência em direção aos planos superiores.

Após estabelecer um contato com seu Anjo Guardião (Eu Superior) o iniciado conecta-se psiquicamente com a Hierarquia Mestres Ocultos e passa a receber deles orientações e inspirações. Existe ainda um alinhamento que se desenvolve em direção aos planos mais elevados da Consciência Cósmica. Na prática isso implica, em resumo, no esforço de retirar a consciência do ego de sua fixação com o corpo físico e entrar em sintonia, primeiro, com o corpo de energia vital ou prânica. Posteriormente, abrange o processo de retroceder mais e mais (corpo emocional, mental etc) até a transcendência e retorno final ao Espírito e, finalmente, ao Absoluto – a Totalidade de Todas as Coisas.

Aos poucos essa gradativa expansão da consciência desenvolve no iniciado seu Corpo de Luz e ele liberta-se do medo, das preocupações, atritos, ansiedades, fracassos, discórdia, confusão e solidão. O brilhante Sol Espiritual de beatitude e êxtase iluminará toda esfera de ação em sua vida.

Metafisicamente falando o Antakarana é representado por uma linha vertical que vai desde o Senhor Melchizedek (a Sabedoria de Deus)  até o Logos Mikhael (a Vontade de Deus),  e deste à Metatron (a Luz de Deus); isto é, o Cristo Cósmico. Melchizedek,  Mikhael (ou Surya-Mikhael) e Metatron é a expressão Trina de nosso Deus Pai-Mãe deste Universo.

O coração do Sacerdócio de Melchizedek são as sete iniciações herméticas denominadas “empoderamentos”.

A palavra empoderamento (Sânscrito:abhisheka), diz respeito a uma cerimônia que introduz o iniciado à  Mandala  de um determinado Mestre Oculto Ascensionado autorizando as invocações teúrgicas correspondentes. Cada mandala simboliza determinado chakra do corpo etérico, e está ligada no mundo espiritual (o dos seres incorpóreos) a planetas, mantras, cores etc que refletem os aspectos superiores de consciência que cada uma representa. Esse método de ascensão sempre caminha para a Alquimia Interior, ele transmuta nossos corpos sutis e purifica nosso DNA espiritual dos “venenos mentais” e da visão incorreta da realidade (maya).

                                                              ANCORAMENTO DO CORPO DE LUZ

O iniciado no Sacerdócio de Melchizedek  busca trabalhar sua personalidade de modo que, oportunamente possa se tornar um veículo de seu Eu Superior ou Anjo da Guarda.  A personalidade do iniciado deve tornar-se flexível, porosa, permitindo que a natureza espiritual de seus corpos superiores (atma-budhi) possa brilhar através dela. Numa segunda etapa do método ocorre o Ancoramento do Corpo de Luz  que é descida do Eu Superior na personalidade purificada. O Eu Superior ou Anjo deve “descer” e se unir a personalidade, a unidade de uma encarnação, tornando-a um instrumento eficiente no cumprimento de sua missão na Terra (Dharma). Os antigos magos ocultistas denominavam esse processo de “Casamento Alquímico”.


As sete iniciações invocam o poder dos sete aeons ou vibrações/consciência que formam o conjunto do «Pleroma» ou plenitude divina.  Esse processo é facilitado através da descida do Poder da Mãe Kundalini ( o Poder do Espírito Santo) o que promove curas e transformações na vida do iniciado. Ele então pode experimentar um estado de graça ou união mística com as forças cósmicas.  No devido tempo isso transforma o magnetismo de sua aura, e permite ao iniciado servir de mediador (um canal vivo) entre o Céu e a Terra. 

            Que todos os seres sejam felizes! Que todos os seres sejam ditosos! Que todos os seres estejam em paz!

                                                                                        HARI OM TAT SAT



Obs: Maiores informações sobre o Treinamento no Sacerdócio de Melchizedek envie um e-mail para: ordolotusnigra@gmail.com 

[PDF] “A Voz do Silêncio” — Helena Blavatsky

“As páginas que se seguem têm como origem o Livro dos Preceitos de Ouro, uma das obras que são colocadas nas mãos dos estudantes místicos do Oriente. O conhecimento destas páginas é obrigatório naquela Escola cujos ensinamentos são aceitos por muitos teosofistas. Portanto, como conheço de memória muitos destes Preceitos, o trabalho de traduzi-los foi uma tarefa relativamente fácil para mim.

É bem sabido que, na Índia, os métodos de desenvolvimento psíquico diferem de acordo com os Gurus (professores ou mestres), não só porque eles pertencem a diferentes escolas de filosofia, das quais existem seis, mas também porque cada Guru tem o seu próprio sistema e o mantém em grande segredo. Porém do outro lado dos Himalaias o método das Escolas Esotéricas não difere, a menos que o Guru seja simplesmente um Lama, e tenha poucos conhecimentos mais do que aqueles a quem ensina.”

Capa de A Voz do Silêncio
A Voz do Silêncio (título original: The Voice of the Silence) é um livro escrito por Helena Blavatsky e publicado pela primeira vez em 1889. Reúne preceitos espirituais retirados do Livro dos Preceitos de Ouro, que tem uma origem comum com as célebres Estâncias de Dzyan, uma das fontes para a monumental A Doutrina Secreta. O texto traça, em linguagem poética e elevada, um panorama sucinto do Caminho que leva à santidade ou à iluminação, e faz diversas recomendações práticas para os aspirantes.

Foi escrito em Fontainebleau, quando Blavatsky descansava de suas intensas atividades.

Recebeu tradução para inúmeros idiomas. Em 1916, foi traduzido na língua portuguesa por Fernando Pessoa.

Download de A Voz do Silêncio.pdf - traduzido para o português por Fernando Pessoa

A TEOSOFIA DOS CELTAS EM PORTUGAL

Quem pesquisa a história profunda de Portugal se defronta com um fato inegável: a tradição teosófica dos Celtas tinha grande influência no território lusitano, antes da chegada do cristianismo imperial, fabricado por Roma e muito distante dos ensinamentos de Jesus.

Os sacerdotes dos Celtas eram os Druidas, e sua religião, politeísta e ecológica, cultuava a natureza.

O próprio Castelo de Santa Maria da Feira (foto) parece ter sua origem vinculada de certo modo à vida dos Celtas. Na região de Feira, o Castro de Romariz mostra as ruínas de um povoado celta que se julga ter uma relação com o Castelo.

Segundo alguns pesquisadores, o Castelo foi erguido sobre as ruínas de um templo dedicado a uma divindade solar chamada Bandeve-Lugo Tueræus.

As informações acima merecem ser alvo de pesquisa. A filosofia esotérica moderna é um processo de busca ativa da verdade. Deve-se revisar a história e a origem dos povos atuais desde o ponto de vista da sabedoria divina.

No centro da aura do povo português está a teosofia dos celtas, combinada à influência de vários outros povos e culturas.

O cristianismo somente dominou este país no século XII. O próprio talento marítimo dos navegadores lusitanos se deve, em parte, à influência dos fenícios durante a primeira parte da sua história. Esta energia inovadora leva à descoberta do Brasil em 1500, já dentro do contexto da expansão das fronteiras geográficas pelo capitalismo mercantil.

(Por Carlos Cardoso Aveline e Joana Maria Pinho)

Fonte: Portugal Teosófico

A TEOSOFIA BRASILEIRA

A Teosofia brasileira deriva-se da Teosofia Clássica como síntese de Filosofia, Religião e Ciência dos povos e civilizações pré-colombianos habitantes da América do Sul, especialmente do Brasil. Foi introduzida entre os brasileiros pelo Professor Henrique José de Souza em 1924, com a fundação material de Dhâranâ Sociedade Mental e Espiritualista, atual Sociedade Brasileira de Eubiose.

Conceitos Básicos

A Teosofia ou Sabedoria Iniciática das Idades, ou ainda Sabedoria Divina é um cabedal de saber transmitido de uma humanidade mais evoluída, composta por seres mais evoluídos à outra humanidade que ainda esteja menos evoluída. Esta Sabedoria Divina foi transmitida às civilizações era após era, sendo levada a egípcios, fenícios, caldeus, babilônicos, persas, hebreus, tibetanos, hindus, chineses, celtas, gregos, romanos, etc. Idade após idade, até chegar aos nossos dias, isso que veio a ser chamado atualmente de Teosofia.

Entre os objetos de estudo da Teosofia, também chamada por “O Saber do Movimento do Universo” (Arandu Arakuaa), encontram-se as Leis Universais e o estudo dos Arquétipos Cósmicos que controlam a existência humana na Terra e que são capazes de dar ao Homem o domínio sobre a vida.

Cada povo revelou (isto é, velou com outros véus) essa Sabedoria, vertendo-a em signos, símbolos e alegorias que a tornavam inteligível para eles, de acordo com sua realidade, seu desenvolvimento psicológico, e sua cultura.

Derivando-se da Teosofia Clássica, propõe-se a estudar e resgatar a espiritualidade ecológica dos antepassados Nativos do povo Brasileiro, auxiliando assim na evolução do mesmo. Torna-se, portanto, uma nova abordagem do conhecimento teosófico, porém mais acessível as características psicológicas e culturais do povo brasileiro.

Histórico

Por diversas eras, a Sabedoria das Idades foi sendo passada para cada povo e durante o século XIX encontrava-se presente em diversas culturas, espalhada por diferentes regiões do globo. Neste século, Helena Petrovna Blavatsky (HPB) percorreu a Índia e o Tibete trazendo para o ocidente diversos princípios e conhecimentos Teosóficos guardados pela filosofia Budista e pelo Hinduísmo, dominantes nessas regiões.

Fundada a Sociedade Teosófica em Adyar, Índia, a Teosofia começou a ser difundida no ocidente, inicialmente na Inglaterra e posteriormente em outros países, tais como Estados Unidos e Brasil. Fato este que dotou a didática da Teosofia com um forte cartesianismo europeu.

Por outro lado, na América do Sul e no Brasil, diversos povos e civilizações floresceram e da mesma forma revelaram sua sabedoria através de signos, símbolos e alegorias adaptados à sua realidade.

No século XX, o professor Henrique José de Souza passou a resgatar os conhecimentos e sabedorias antigas das terras do Brasil para melhor adaptar a consciência do brasileiro aos conhecimentos teosóficos, criando assim a Sociedade Brasileira de Eubiose.

Por vezes confunde-se a Teosofia com budismo ou mesmo com o hinduísmo, devido ao simbolismo usado por Blavatsky para transmitir essa sabedoria. A própria teosofia clássica defende que o conhecimento e a sabedoria não têm forma, sendo adaptados pelo canal (Mitos, cultura, simbolismo, etc.) que melhor lhes transmite.

Proposta

A proposta da Teosofia Brasileira é a de transmitir o Conhecimento Iniciático das Idades (Teosofia) ao povo brasileiro através de signos, símbolos e alegorias que melhor se adaptem ao tipo psicológico e ao inconsciente coletivo da população brasileira.

Egrégora nacional

Cada povo possui uma egrégora, que tem total ligação com seu inconsciente coletivo. Segundo a Teosofia, esta egrégora guarda as memórias e as características físicas, energéticas, emocionais, mentais e espirituais de um povo ou de uma nação.

Reencarnações

Como corrente espiritualista, a Teosofia considera a existência do espírito e de seu retorno à terra. Da mesma forma é de amplo conhecimento teosófico que os espíritos de um povo tendem, em grande parte, a reencarnar no mesmo local em que viveram, por características karmicas e evolutivas.

Um dado relevante é que o número de seres no Brasil por volta do ano 1500 era de 5 milhões, contrastando com 1 milhão de habitantes de toda Portugal na mesma época, dos quais menos de 2% transferiu-se para sua nova colônia, o Brasil. Desta forma, considerando estes dados, segundo a Teosofia, a maior parte dos seres encarnados no Brasil teve suas vidas anteriores sobre a mesma terra e consequentemente participando da mesma egrégora e possuindo o mesmo inconsciente coletivo.

Imigrações

Após o século XX diversas correntes migratórias somaram-se ao povo brasileiro, misturando-se com Tupis, Negros e Europeus que aqui viviam.

Ironicamente, uma parte da população brasileira vangloria-se apenas por ter um único ramo de sua árvore genealógica na Europa, enquanto seu inconsciente coletivo, seu poço genético e especialmente sua essência espiritual são nativos de longa data.

Instituições

A partir de 1924, com a fundação de Dhâranâ Sociedade Mental e Espiritualista, pelo Professor Henrique José de Souza, uma série de outras instituições foram responsáveis por disseminar os estudos teosóficos e ocultistas no Brasil. A grande maioria delas com o apoio do próprio Professor Henrique, que participou ativamente da fundação de lojas maçônicas e movimentos espiritualistas de todo o gênero. Com Dhâranâ passando a se chamar Sociedade Teosófica Brasileira, e, mais tarde, Sociedade Brasileira de Eubiose, a escola iniciatica conta hoje com cerca de cem departamentos espalhados pelo Brasil e três templos localizados nas cidades de São Lourenço (MG), Itaparica (BA) e Nova Xavantina (MT). Detentora do legado do Professor Henrique em toda a sua extensão, incluindo centenas de "cartas-revelação", com ensinamentos legados pelo próprio a seus discípulos, esta instituição é a principal responsável pela difusão dos ensinamentos teosóficos e eubióticos no Brasil.

Atualmente outras instituições, baseadas nos trabalhos do Professor Henrique José de Souza, propagam valores semelhantes, entre elas a Sociedade de Estudos Teosóficos, a Confraria Mística Brasileira e outras derivadas.

A Verdadeira História de Madame H. R Blavatsky – Henry Steel Olcott


Madame Blavatsky foi uma das personagens mais marcantes de nosso tempo, e deve ser considerada figura dominante no desenvolvimento do ocultismo e dos estudos teosóficos em todo o mundo. Sobre Helena Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, citam-se fatos extraordinários. Sua vida é cercada de episódios fantásticos. Ninguém melhor do que Henry Steel Olcott, seu intimo colaborador durante muitos anos e até sua morte, para falar a respeito dessa estranha figura feminina. RAÍZES DO OCULTO, além do relato de episódios da vida de Helena Blavatsky, contém toda a história da fundação da Sociedade Teosófica, em Nova York, e da rápida propagação de seus ideais pelo mundo todo.



OU


Do Recinto Externo ao Santuário Interno – Annie Besant


Constitui-se de uma reunião de cinco capítulos nos quais Annie Besant descreve a jornada da evolução humana, do ponto de vista espiritual e esotérico, mostrando a trilha ao longo da qual a humanidade caminha lentamente rumo ao Templo, que é a sua meta, e explicando o porquê dessa caminhada e as razões de sua extrema lentidão. A autora faz uma analogia da evolução humana (do ponto de vista espiritual) com a subida por uma montanha, onde no seu cume há um templo. Disserta sobre as dificuldades e os desafios de quem sobe por esta montanha, que na linguagem esotérica significa elevar seu grau de consciência, independente de se estar consciente ou não desta escalada. Para quem chega ao Templo (outro termo de significado esotérico), há novas tarefas a cumprir e passos a empreender. Neste contexto, o termo Templo significa um local interno, subjetivo, e silencioso onde o ser encontra-se mais próximo de sua essência.

Tratado da Reintegração dos Seres – Martinez de Pasqually


O Tratado da Reintegração constitui o texto fundador do Martinismo. É também um monumento do ocultismo e do esoterismo, da teosofia e da teurgia.

Esta é a sua primeira edição autêntica e completa.

Todos os seres provêm de Deus: diretamente, os espíritos; pelo ministério dos anjos, os corpos materiais.

A matéria, portanto, não possui realidade, ainda que se preste, no estado atual do mundo, tanto a um bom como a um mau uso; já o lugar normal dos espíritos é a corte divina. Entretanto, muitos espíritos, entre os quais o homem original, deixaram-se cegar pela glória de seus dons divinos, a ponto de terem a ambição de esquecer a glória de Deus.

A cada ser humano e a alguns em especial incumbe agir, na companhia dos anjos fiéis, com a graça de Deus e consoante suas instruções, a fim de serem reconciliados e auxiliarem na reconciliação da humanidade. No fim das contas, a matéria será reduzida a nada e todos os espíritos serão reintegrados. Como essa reconciliação e essa reintegração tornaram-se necessárias? Um raro mestre de iniciação, Martines de Pasqually, responde.



OU

A CHAVE DA TEOSOFIA

A Chave para a Teosofia ou A Chave da Teosofia (título original: The Key to Theosophy) é um livro escrito por Helena Petrovna Blavatsky como uma síntese do que havia revelado até então nas suas obras anteriores. Foi lançado em 1889 na Inglaterra.
Usando o formato de perguntas e respostas, o livro trata de assuntos pertinentes à Teosofia. É explicado o funcionamento da Sociedade Teosófica, a visão teosófica de Deus, do karma, da alma, da morte, da reencarnação, da evolução espiritual e dos fenômenos espiritualistas (muito em voga na época); a constituição do universo e do homem segundo sete princípios; quem são os Mahatmas e o que é a Teosofia prática, ou iniciação ao ocultismo.

LIZZA: Ontem li uma parte deste livro que considerei interessante, confesso que passei meses com um exemplar do mesmo sem grande interesse... A leitura das páginas iniciais (as 40 primeiras) podem desestimular até os leitores mais vorazes... No entanto, quando Blavatsky começa a falar sobre Deus e reencarnação o livro ganha nova vida.

Este livro despertou meu interesse devido ao fato de que minhas concepções sobre Deus são similares às presentes nele, dentre outros assuntos expostos no mesmo.

CLIQUE NOS TÍTULOS ABAIXO PARA LER OS CAPÍTULOS DISPONÍVEIS NO WWW.TEOSOFIAORIGINAL.COM
CAPÍTULO 1

CAPÍTULO 2

CAPÍTULO 3

Infelizmente não encontrei na internet nenhuma versão completa do livro em português que eu pudesse julgar perfeita. Por isto aviso que as versões abaixo, para download, contêm falhas. Pelo que vi, estas são simples traduções do inglês para o português com o uso de algum tradutor online.
DOWNLOAD - A CHAVE DA TEOSOFIA

DOWNLOAD - A CHAVE DA TEOSOFIA.DOC

DOWNLOAD - A CHAVE DA TEOSOFIA.PDF


VEJA ONDE COMPRAR EXEMPLARES DESTE LIVRO:


A Chave para a Teosofia H. P. Blavatsky - R$ 45,00


A Chave Da Teosofia - Blavatsky - Biblioteca Planeta - R$ 23,00


A Chave Da Teosofia - Blavatsky - Biblioteca Planeta - R$ 15,00