“A natureza nunca vai punir o predador por conseguir pegar a presa, e de maneira alguma punirá a presa por conseguir driblar o predador”. – (Cello Vieira ).
Segurando a mão do seu interlocutor misterioso, Seliny é levantada do chão por ele, que agora têm o seu rosto melhor iluminado pela luz prateada da lua que brilha silenciosa nos céus frios de Ares Ville.
Ficando de pé e de frente para aquele jovem rapaz que lhe aparecera do meio da penumbra em dentro daquele beco que se metera quase sem perceber, através do desespero que se encontrara, Seliny têm os seus olhos que se encontram com os olhos castanhos claros dele, e ela percebe algo perturbador, são suas pernas que bambeiam com o encontro inusitado daquele olhar...
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