Embora pouco usados para manipular coisas físicas, estes implementos primários mostrados nesta página são chamados de instrumentos de feitiçaria. Jamais são utilizados para ferir seres vivos, declaram os iniciados, e muito menos para matar. Os bruxos dizem que eles estão presentes em rituais inofensivos e até benéficos, cerimônias desempenhadas para efetuar mudanças psíquicas ou espirituais.
Recipientes como a taça e o caldeirão simbolizam a deusa e servem para captar e transformar a energia.
Os instrumentos longos e fálicos o athame, a espada, o cajado e a varinha naturalmente representam o deus; são brandidos para dirigir e cortar energias. Para cortar alimentos durante os rituais, os feiticeiros utilizam uma faca simples e afiada com um cabo branco que a diferencia do athame.
O athame, uma faca escura com dois fios e cabo negro, transfere o poder pessoal, ou energia psíquica, do corpo do feiticeiro para o mundo.
A espada, como o athame, desempenha o corte simbólico ou psíquico, especialmente quando é usada para desenhar um círculo mágico, isolando o espaço dentro dele.
A taça é o símbolo da deusa, do princípio feminino e de sua energia. Ela contém água (outro símbolo da deusa) ou vinho, para uso ritual.
O cajado pode substituir a espada ou varinha para marcar grandes círculos mágicos.
Uma tiara com a lua crescente, símbolo da deusa, é usada pela suma sacerdotisa para retratar ou corporificar a divindade no ritual.
Um par de chifres pode ser usado na cabeça do sumo sacerdote em rituais ao Deus Chifrudo.
Com a varinha mágica, feita de madeira sagrada, invoca-se as divindades e outros espíritos.
Símbolo do lar, da deusa e do deus, a vassoura é um dos instrumentos favoritos dos iniciados, usada para a limpeza psíquica do espaço do ritual antes, durante e após os trabalhos mágicos.
O caldeirão é pote no qual, supostamente, ocorre a transformação mágica, geralmente com a ajuda do fogo. Cheio de água, é usado para prever o futuro.
O tambor tocado em alguns encontros contribui para concentrar energia.








