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Liber V vel Reguli - O Ritual da Marca da Besta

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Sendo o Ritual da Marca da Besta, uma Encantação para Invocar as Energias do Aeon de Horus, adaptada para o uso diário do Magista de qualquer Grau.



Sub Figura
V
A.·. A.·.
Publicação em Classe D

[O título é Latim e significa Livro 5 ou Livro do Príncipe. Regulus também é o nome de uma estrela que marca o início ou grau 0 da constelação de Leão.]

Primeiro Gesto

Juramento do Encantamento, que é chamado o Selo de Onze Partes.

Repreensão dirigida ao Æon
1. Que o Magista, vestindo robe e armado conforme possa considerar adequado, vira-se de frente para Boleskine*, que é a Casa da Besta 666.
2. Que ele bata 1–3–3–3–1.
3. Que ele coloque o Polegar de sua mão direita entre seu indicador e médio, e faça os seguintes gestos.

Componente Vertical do Encantamento
1. Que ele descreva um círculo sobre sua cabeça, vibrando NUIT!
2. Que ele puxe o Polegar para baixo verticalmente, e toque o chakra muladhara, vibrando HADIT!
3. Que ele, retraçando a linha, toque o centro de seu peito, e vibre RA-HOOR-KHUIT!

Componente Horizontal do Encantamento
1. Que ele toque o Centro de sua Testa, sua boca, e sua laringe, vibrando AIWAZ!
2. Que ele puxe seu Polegar da direita para a esquerda através de seu rosto à altura das narinas.
3. Que ele toque o Centro de seu Peito, e seu Plexo Solar, vibrando THERION!
4. Que ele puxe seu Polegar da esquerda para a direita através de seu peito à altura do esterno.
5. Que ele toque o chakra svadhisthana e muladhara, vibrando BABALON!
6. Que ele puxe seu Polegar da direita para a equerda através do abdômen, à altura do quadril.
(Desta forma ele terá formulado o Sigilo do Grande Hierofante, mas dependente do Círculo.)

Asseveração dos Encantos
1. Que o Magista aperte suas mãos sobre sua Baqueta, seus dedos e polegares entrelaçados, vibrando LAShTAL! THELEMA! FIAOF! AGAPÉ! AUMGN!
(Desta forma ele declarará as Palavras de Poder através das quais as Energias do Æon de Hórus trabalham no mundo.)

Proclamação da Consumação
1. Que o Magista bata: 3–5–3, vibrando ABRAHADABRA.

* A Casa Boleskine está no Lago Ness, a 17 milhas de Inverness, latitude 57.14N, longitude 4.28O.

Segundo Gesto

Encantamento
1. Que o Magista, imóvel de frente para a Boleskine, avance para a circunferência de seu Círculo.
2. Que ele se volte para a esquerda, e marche com a discrição e rapidez de um tigre nas jurisdições de seu círculo, até completar uma volta do mesmo.
3. Que ele dê o sinal de Hórus (ou Entrante) conforme passa, de modo que projete a Força que irradia de Boleskine adiante dele.
4. Que ele marche seu Caminho até que ele venha ao Norte; ali que ele pare, e vire-se de frente para o Norte.
5. Que ele trace com sua Baqueta o Pentagrama Contrário próprio para invocar o Ar (Aquarius).

6. Que ele traga a Baqueta para o Centro do Pentagrama e apele a NUIT!
7. Que ele faça o sinal chamado Puella, em pé de pés juntos, cabeça inclinada, sua mão esquerda defendendo o chakra muladhara, e sua mão direita defendendo seu peito (atitude da Vênus de Medici).
8. Que ele volte-se novamente para a Esquerda, e siga seu Caminho como antes, projetando a Força de Boleskine conforme passa; que ele pare na próxima vez em que vem ao Sul, e fique de frente para fora.
9. Que ele trace o Pentagrama Inverso daquele que invoca o Fogo (Leo).

10. Que ele aponte a Baqueta para o Centro do Pentagrama, e vibre HADIT!
11. Que ele dê o sinal de Puer, em pé com os pés juntos e cabeça ereta. Que sua mão direita (o polegar extendido em ângulos retos em relação aos dedos) seja erguida, o antebraço verticalmente em ângulo reto com o braço, que está horizontalmente extendido na linha juntando os ombros. Que sua mão esquerda, o polegar extendido para frente, e os dedos fechados, descase na junção das coxas (atitudes dos deuses Mentu, Khem, etc.).
12. Que ele proceda como antes; então no Leste, que ele faça o Pentagrama Inverso daquele que invoca Terra (Taurus).

13. Que ele aponte sua Baqueta ao Centro do Pentagrama, e vibre THERION!
14. Que ele dê o sinal chamado Vir, os pés estando juntos. As mãos, com os dedos fechados e os polegares pra fora, são seguradas nas têmporas; a cabeça é então curvada e empurrada para frente, como se simbolizasse o golpe de uma besta chifruda (atitude de Pan, Bacchus, etc.). (Frontispiece, Equinox I (3)).
15. Procedendo como antes, que ele faça no Oeste o Pentagrama Inverso onde a Água é invocada.

16. Apontando a Baqueta ao Centro do Pentagrama, que ele apele a BABALON!
17. Que ele dê o sinal de Mulier. Os pés são amplamente separados, e os braços erguidos para sugerir uma crescente. A cabeça é atirada para trás (atitude de Baphomet, Isis em Saudação, o Microcosmo de Vitruvius). (ver O Livro 4, Parte II).
18. Que ele caia na dança, traçando uma espiral centrípeta anti-horária, enriquecida por revoluções sobre seu eixo conforme ele passa cada Quadrante, até que ele venha ao centro do Círculo. Ali que ele pare, de frente para a Boleskine.
19. Que ele erga a Baqueta, trace a Marca da Besta, e vibre AIWAZ!
20. Que ele trace o Hexagrama de Invocação d'A Besta.
21. Que ele abaixe a Baqueta, batendo a Terra com isso.
22. Que ele dê o sinal de Mater Triumphans. (Os pés estão juntos; o braço esquerdo é curvado como se ele suportasse uma criança; o polegar e dedo indicador da mão direita apertam o mamilo do seio esquerdo, como se oferecesse-o àquela criança.) Que ele pronuncie a palavra THELEMA!
23. Que ele execute a dança espiral, movendo-se na direção horária, e rodando sobre seu eixo na direção contrária.

Cada vez que passar pelo Oeste estenda a Baqueta para o Ponto Cardial em questão e curve-se:
a. "Diante de mim os Poderes de LA!" (para o Oeste.)
b. "Atrás de mim os Poderes de AL!" (para o Leste.)
c. "À minha direita os Poderes de LA!" (para o Norte.)
d. "À minha esquerda os poderes de AL!" (para o Sul.)
e. "Acima de mim os Poderes de ShT!" (pulando no ar.)
f. "Abaixo de mim os Poderes de ShT!" (batendo no chão.)
g. "Dentro de mim os Poderes!" (na atitude de Pthah. Ereto, os pés juntos, as mãos entrelaçadas sobre a Baqueta vertical.)
h. "Em volta de mim flameja a face de meu Pai, a Estrela de Força e Fogo!"
i. "E na Coluna está Seu Esplendor e seis raios!" (Esta dança pode ser omitida, e todo o discurso cantado na postura de Ptah.)

Gesto Final

É idêntico ao Primeiro Gesto.
Repreensão dirigida ao Æon
1. Que o Magista, vestindo robe e armado conforme possa considerar adequado, vira-se de frente para Boleskine*, que é a Casa da Besta 666.
2. Que ele bata 1–3–3–3–1.
3. Que ele coloque o Polegar de sua mão direita entre seu indicador e médio, e faça os seguintes gestos.

Componente Vertical do Encantamento
1. Que ele descreva um círculo sobre sua cabeça, vibrando NUIT!
2. Que ele puxe o Polegar para baixo verticalmente, e toque o chakra muladhara, vibrando HADIT!
3. Que ele, retraçando a linha, toque o centro de seu peito, e vibre RA-HOOR-KHUIT!

Componente Horizontal do Encantamento
1. Que ele toque o Centro de sua Testa, sua boca, e sua laringe, vibrando AIWAZ!
2. Que ele puxe seu Polegar da direita para a esquerda através de seu rosto à altura das narinas.
3. Que ele toque o Centro de seu Peito, e seu Plexo Solar, vibrando THERION!
4. Que ele puxe seu Polegar da esquerda para a direita através de seu peito à altura do esterno.
5. Que ele toque o chakra svadhisthana e muladhara, vibrando BABALON!
6. Que ele puxe seu Polegar da direita para a equerda através do abdômen, à altura do quadril.
(Desta forma ele terá formulado o Sigilo do Grande Hierofante, mas dependente do Círculo.)

Asseveração dos Encantos
1. Que o Magista aperte suas mãos sobre sua Baqueta, seus dedos e polegares entrelaçados, vibrando LAShTAL! THELEMA! FIAOF! AGAPÉ! AUMGN!
(Desta forma ele declarará as Palavras de Poder através das quais as Energias do Æon de Hórus trabalham no mundo.)

Proclamação da Consumação
1. Que o Magista bata: 3–5–3, vibrando ABRAHADABRA.


Aqui segue uma impressão das idéias que este Paean implica

Também Eu sou uma Estrela no Espaço, única e existente por mim mesmo, uma essência individual incorruptível; também eu sou uma Alma; eu sou idêntico a Tudo e a Nenhum. Eu estou em Tudo e tudo em Mim; Eu sou, aparte de tudo e senhor de tudo, e um com tudo.
Eu sou um Deus, Eu vero Deus de vero Deus; eu vou em meu caminho para fazer minha vontade; eu fiz matéria e movimento para meu espelho; eu decretei para meu deleite que o Nada se manifestasse em dualidade, a fim que eu pudesse sonhar uma dança de nomes e naturezas, e usufruir a substância de simplicidade na contemplação das peregrinações de minhas sombras. Eu não sou aquilo que não é; eu não sei aquilo que não sabe; eu não amo aquilo que não ama. Pois eu sou Amor, através do qual a divisão morre em deleite; eu sou Conhecimento, pelo qual todas as partes, mergulhadas no todo, perecem e passamà perfeição; e Eu sou aquilo que Eu sou, o ser onde o Ser se perde no Nada, nem se digna a ser senão por sua Vontade de desdobrar sua natureza, sua necessidade de expressar sua perfeição em todas as possibilidades, cada fase um fantasma parcial, e no entanto inevitável e absoluto.
Eu sou Oniciente, pois nada existe para mim a não ser que eu o saiba. Eu sou Onipotente, pois nada ocorre salvo por Necessidade, a expressão de minha alma através da minha vontade de ser, de fazer, de sofrer os símbolos de si mesma. Eu sou Onipresente, pois nada existe onde eu não estou, quem fabriquei o espaço como uma condição da minha consciência de mim mesmo, quem sou centro de tudo, e minha circunferência a estrutura de meu próprio capricho.
Eu sou o todo, pois tudo que existe para mim é uma expressão necessária em pensamento de alguma tendência de minha natureza, e todos os meus pensamentos são apenas as letras de meu Nome.
Eu sou o Um, pois tudo que eu sou não é o Todo absoluto, e todo o meu todo é meu, e não de outro; meu, quem concebo de outros semelhantes a mim em essência e verdade, no entanto dissemelhantes de mim em expressão e ilusão.
Eu sou nenhum, pois tudo que eu sou é a imagem imperfeita do perfeito; cada fantasma parcial deve perecer no abraço da sua contraparte; cada forma realizar-se encontrando seu par oposto, e satisfazendo sua necessidade de ser o Absoluto pela consecução de aniquilação.
A Palavra LAShTAL inclui tudo isto.
LA—Nada.
AL—Dois.
L é Justiça, o Kteis satisfeito pelo Phallus, "Nada e Dois" porque o mais e o menos se uniram em "amor sob vontade".
A é o "Tolo", Nada em Pensamento (Parzival), Palavra (Harpócrates) e Ação (Bacchus). Ele é o St sem limites, o Espírito vagabundo, mas com "possibilidades". Ele é o Nada que os Dois fizerem por "amor sob vontade".
Assim, LA representa a Êxtase de NUIT e HADIT conjugados, perdidos em amor, e através disto fazendo-se a ambos em Nada. A criança deles é engendrada e concebida, mas está na fase de Nada, também, por enquanto. LA é, assim, o Universo naquela fase, com suas potencialidades de manifestação.
AL, ao contrário, se bem que é essencialmente idêntico a LA, mostra o Tolo manifesto através do Equilíbrio de Contrários. O peso ainda é nada; mas é expressado como se fosse dois pesos iguais em pratos opostos. O fiel da balança ainda aponta para zero.
ShT é 31, como LA e AL, mas expressa a natureza secreta que opera a Magia ou as transformações.
ShT é a fórmula deste particular Aeon; outro Aeon poderia ter outra maneira de dizer 31.
Sh é Fogo, como T é Força; conjugados, eles expressam Ra-Hoor-Khuit.
"O Anjo" representa a Estela 666, mostrando os Deuses do Aeon, enquanto "Força"é uma pintura de BABALON e A BESTA, os emissários terrestres daqueles Deuses.
Sht é o equivalente dinâmico de LA e AL. Sh mostra a Palavra da Lei, sendo triplo, como 93 é três vezes 31. T mostra a fórmula de Magia declarada naquela Palavra; o Leão, a Serpente, o Sol, Coragem e Amor Sexual são todos indicados pela carta.
Em LA note-se que Saturno ou Satã está exaltado na Casa de Vênus ou Astarte e o signo é aéreo. Assim, L é Pai-Mãe, Dois e Nada, e o espírito (Espírito Santo) de seu Amor é também Nada. Amor é AHBH, 13, que é AchD, Unidade I, Aleph, que é o Tolo que é Nada, mas no entanto e um UM Individual que (como tal) não é outro; no entanto, inconsciente de si mesmo até que a sua Unidade se expressa como uma dualidade.
Qualquer impressão ou idéia é incognoscível em si. Não pode significar coisa alguma até que tenha sido posta em relação com outras coisas. O primeiro passo consiste em distinguir um pensamento de outro; esta é a condição para se reconhece-lo. Para definir uma idéia, nós temos que perceber sua orientação para com todas as outras nossas idéia. A extensão do nosso conhecimento de qualquer uma coisa varia portanto como o número de idéias com as quais nós podemos compara-la. Todo fato novo não apenas se adiciona ao nosso universo, mas aumenta o valor daquilo que nós já possuíamos.
Em AL este 0 ou "Deus" arranja que "Face contemple face", estabelecendo-se como um equilíbrio, "A" o Um-Nada concebido como L o Dois-Nada. Este L é o Filho-Filha Hórus-Harpócrates tal como o outro L era o Pai-Mãe Set-Isis. Aqui então está Tetragrammaton uma vez mais, porém expresso em equações idênticas em que todo termo é perfeito em si como um modo de Nada.
ShT fornece o último elemento, tornando a Palavra ou de cinco ou de seis letras, conforme nós tomamos "ShT" como uma letra ou duas. Assim, a Palavra afirma a Grande Obra executada: 5 = 6.
ShT é, além disso, uma resolução necessárias da aparente oposição de LA e AL; pois um dificilmente poderia passar para o outro sem a ação catalítica de uma terceira expressão idêntica cuja função fosse transmuta-los. Um tal termo deve ser em si uma modalidade de Nada, e sua natureza não pode intrometer-se nas perfeições de Não-Ser, LA, ou de ser, AL. Deve ser puramente Nada-Matéria, de maneira a criar uma Matéria-em-Movimento que é uma função de "Alguma-coisa".
Assim, ShT é o movimento em sua fase dupla, uma inércia composta de duas correntes opostas, e cada corrente é assim também polarizada. Sh é Céu e Terra, T Macho e Fêmea; ShT é Espírito e Matéria; um é a Palavra de Liberdade e Amor relampagueando sua Luz para devolver Vida à Terra; o outro é o ato através do qual a Vida afirma que Amor é Luz e Liberdade. E estes são Dois-em-Um, a letra divina de Silêncio-na-Fala cujo símbolo é o Sol nos braços da Lua.
Mas Sh e T são ambos fórmulas de força em ação, não entidades; eles não são estados de existência, mas modos de movimento. Eles são verbos, não substantivos.
Sh é o Espírito como uma "Língua de Fogo" manifestada em triplicidade, e é a criança de Set-Isis como seu Logos ou Palavra pronunciada pelo "Anjo" deles. A Carta é XX, e 20 é o valor de Yod (o Anjo ou Arauto) expressado por completo como IVD. Sh é o congresso Espiritual de Céu e Terra.
Mas T é o Espírito Santo em ação como um "leão rugindo", ou como a "velha-Serpente", em vez de como um "Anjo de Luz". Os Gêmeos filhos de Set-Isis, meretriz e besta, estão ocupados naquele ardor sodomita e incestuoso que é a fórmula tradicional para produzir semideuses, como nos casos de Maria e o Pombo, Leda e o Cisne, etc. A Carta é XI, o número da Magia AVD: Aleph o Tolo impregnando a mulher de acordo com a palavra de Yod, o Anjo do Senhor! Sua irmã seduziu seu irmão Besta, envergonhando o Sol com seu pecado; ela dominou o Leão e encantou a Serpente.
A Natureza é ultrajada pela Magia; o homem é bestializado e a mulher é conspurcada. A conjunção produz um monstro; ela firma a regressão de tipos. Em vez de um homem-Deus concebido do Espírito de Deus por uma virgem em inocência, pedem-nos que adoremos o bastardo de uma rameira e de um bruto, engendrado no mais vergonhoso pecado, e nascido no mais blasfemo gozo.
Esta é, de fato, a fórmula de nossa Magia; nós insistimos que todos os atos devem ser iguais; que a existência assevera o direito de existir, que anão ser que o mal seja um mero termo expressando alguma relação de acidental hostilidade entre forças igualmente autojustificadas, o universo é tão inexplicável e impossível quanto seria ação sem compensação; que as orgias de Bacchus e Pã não são menos sacramentais que as Missas de Jesus; que as cicatrizes de sífilis são sagradas e dignas de honra como tais.
Deveria ser desnecessário insistir que as idéias acima aplicam-se apenas ao Absoluto. Dor de dentes é ainda dolorosa, e enganar o próximo é degradante, para um homem relativamente à posição dele no mundo de ilusão; ele faz sua Vontade evitar tais coisas. Mas a existência do "Mal" é fatal à filosofia enquanto se supunha que esta existência independa de condições; e acostumar a mente a "não fazer diferença" entre quaisquer duas idéia como tais é emancipa-la da escravidão do terror.

FONTES:
LORKSHEM
RAHOORKHUIT.NET

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