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Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo Parte 4 (Conteúdo Controverso)

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Para nós, o cristianismo representa duas coisas.

Primeira: uma farsa demoníaca. Lembrando que Cristo (Kristos) é um título honorífico, e não um nome. Jesus de Nazaré foi um mestre ascenso da Grande Fraternidade Branca que veio para confundir os povos, e SUBSTITUIR POR SEU CULTO A MEMÓRIA DO VERDADEIRO KRISTOS, QUE DESCEU AQUI 11 MIL ANOS ANTES DELE. Ou seja, substituiu na memória da humanidade a crucificação original de Odin (ou Wotan, Na-Wotan, Navutan).

Lúcifer, o real Kristos, veio de Hiperbórea e aceitou descer ao Inferno (em nosso mundo) para trazer a Luz da Gnosis salvadora, quando perdeu um olho e pendeu nove dias e noites na Columna Universalis, a Árvore do Terror, para adquirir a sabedoria. Logrado o feito, ele e seus discípulos saíram pelo mundo pregando a vida pautada pelo Valor Guerreiro e pela busca da Liberdade do Espírito. Conforme citado anteriormente, até na América ele esteve, sendo conhecido por Quetzalcóatl, Viracocha e outros deuses toltecas e sioux.

  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried - Parte 1 (Conteúdo Controverso)


  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried - Parte 2 (Conteúdo Controverso)


  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried - Parte 3 (Conteúdo Controverso)


  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried Parte 4 (Conteúdo Controverso)





  • O Cristo Jesus, ao contrário, veio pregar o amansamento pela via do amor à criação, a passividade cordeira, a confiança plena no Deus do destino e em seus sacerdotes, a penitência e a remissão dos pecados. Todos os valores entorpecentes que são o oposto do que consideramos saudável.

    Segunda: um golpe terrível. Primeiro porque usou a Voz de Sangue dos povos despertos contra eles mesmos, enganando-os como um êmulo fraudulento do Kristos primordial e espalhando a Sinarquia do povo eleito (então infiltrado na Ordem dos Beneditinos, que guiou a Igreja por mais de mil anos) em uma Europa subjugada e passiva. E, depois, porque ao contrário do Kristos que praticou o sacrifício descendo ao inferno terrestre, ou de Wotan que se autocrucificou, Jesus não morreu.

    Esse é um dos segredos mais bem guardados do cristianismo. Jesus, mestre ascenso da Grande Fraternidade Branca, foi treinado na Cabala pela nata dos sacerdotes levitas, desceu vivo da Cruz e foi escondido por sua Ordem; retornou a Shambala e ainda está lá, cumprindo uma missão especial e terrível.

    De Shambala, ele emana a energia de Metatron, o Homem Arquetípico, e, como efeito, TODO O IMPULSO EVOLUTIVO DA CULTURA HUMANA CAMINHA, A PARTIR DE JESUS, NA DIREÇÃO DE METATRON, O HOMEM DE BARRO, O JUDEU ARQUETÍPICO! Ele o faz a partir do que chamamos Raio Geotopocêntrico, que se espalha pela superfície da Terra e sobe pela coluna vertebral do homem até a esfera emotiva do cérebro.

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    Basta comprovar com isso a quase universal crença na “igualdade”, na “liberdade”, na “fraternidade”, na democracia, no sentimentalismo dos direitos facilmente adquiridos, e nas histórias e dogmas que o Povo Eleito impõe. É um impulso natural da razão humana depositada em Jesus e no cristianismo.

    Na Sabedoria Hiperbórea, Israel é chamado ANAHATA CHAKRA – o chacra do Coração ou o Coração da Terra – porque todos os seus argumentos se dão a partir da esfera sentimental, da piedade, da comiseração, da fraternidade pacifista, do amor a todas as coisas criadas. É o que alguns eminentes cabalistas chamam de TROCAR A ÁGUIA PELA POMBA: da ave altiva e orgulhosa dos guerreiros, à estúpida e servil pomba da paz dos cordeiros obedientes. Não é à toa que os cátaros, mesmo se dizendo crentes em Kristo, rechaçaram toda a Bíblia, exceto o evangelho de João, e chamavam o Vaticano de "o trono de Satanás".

    Eis o posicionamento da Sabedoria Hiperbórea em relação ao cristianismo.

    PAGANISMO(S)

    Temos diversos Deuses, que em realidade são Guias, Espíritos irmãos que lutam pela nossa liberdade na Origem, por nos orientar em meio ao próprio Inferno. Muitos dos antigos mitos eram mensagens codificadas da Sabedoria Hiperbórea, deturpadas naturalmente após séculos infindos de manipulação, distorção, destruição de materiais e reedições literárias com mudanças sutis.

    Assim, Navutan, em outras mitologias e contos é Wotan, Odin, Quetzalcóatl ou Shiva. Todos têm a essência do Líder Guerreiro, do libertador – que dá a saída do labirinto para os homens e desafia o Criador e a realidade enganosa de sua criação. Navutan é o Deus bom que renega o sacrifício ritual imposto pelo uno. É o velho guia que aparece para aconselhar nas horas difíceis, e cuja representação é exercida pelo respeitável Gandalf, ou Viracocha, que são o mesmo indivíduo.

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    De igual modo, Frya também é conhecida como Atena, Freya, Pyrena ou Belisama, e etc. A Deusa da Guerra inteligente Belona nasceu armada, é selvagem e livre, domina plenamente a Estratégia do Cerco e é senhora do Olhar de Âmort (o olhar da Medusa) que transmuta o homem em Iniciado, e de todos os outros mistérios femininos.

    É interessante ter essa visão multifacetada dos Guias Hiperbóreos, porque cada mito que sobreviveu sem ser corrompido preserva um aspecto do mito real ou da Sabedoria que se esconde por detrás dele.

    Os elementos mitológicos constituem uma autêntica VIA INICIÁTICA, que nos leva à compreensão de Freya e dos demais deuses. Os Guias Hiperbóreos não se comportam como senhores e tampouco exigem culto ou temor. São apenas sábios que, em um abnegado ato honorífico, vêm resgatar seus pares.

    É interessante constatar que, em todas as religiões nórdicas, o ato de ajoelhar-se perante um Deus era tido como uma heresia, uma falta de Honra. Por isso, devemos sempre responder ao contato de um ser divino com a cabeça erguida e armas à mão; posturas imutáveis da Sabedoria Hiperbórea.


    Sobre a Doutrina Guerreira:

    Não somos literais quando afirmamos que o mundo, que consideramos o próprio Inferno, é o Valplads, isto é, o Campo de Batalha. Não ser literal significa não tomar esse combate como um duelo físico. Aliás, como fora anteriormente enfatizado, já desistimos de qualquer ação mundana, pois temos sólidos motivos esotéricos para isso, além da difamação institucional do Nacional- Socialismo e do completo tabu que se construiu acerca de qualquer aspecto essencialmente Hiperbóreo.

    De fato, dizemos que a vida material é uma Guerra constante e que exige um Estado de Alerta igualmente constante. Há milênios os povos deixaram decair a Sabedoria Hiperbórea pelo que chamamos Fadiga de Guerra. Ou seja, cederam atraídos pela comodidade da paz, do relativismo moral e do conforto material de outras civilizações "culturalmente" mais avançadas.

    Na prática, esse Estado de Alerta, que no Asatrú se chama Fríth – a Alegria na Batalha –, é o único estado de Paz Interior possível para nós. O Fríth é a sensação imanente de paz e alegria que provém da Honra, do Valor demonstrado nas pequenas e constantes batalhas da vida, e, sobretudo, da invencibilidade do Espírito em última instância. É uma experiência pessoal difícil de descrever. A expressão da Honra se torna uma fonte de energia interior, uma fonte inesgotável de Vril, de modo que, quanto mais lutarmos, melhor iremos nos sentir. Os iniciados nessa arte do Fríth eram chamados pelos escandinavos de Berserkers. Deve-se frisar que, a crina dos elmos dos espartanos e dos romanos remete ao mesmo conceito esotérico.
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    As batalhas na vida são diárias, as dificuldades insuportáveis, a luta pelo autoaperfeiçoamento e o conflito interior contra nossa parte animal-homem são constantes. Nossa Alma sempre quer sabotar o avanço do Espírito.
    Para se fazer oposição a Jeová-Satanás não é necessário explodir este orbe, mas, sim, diminuir ao máximo o sofrimento dos seres que nele habitam, e dos quais ele se alimenta. Por isso Hitler era vegetariano e os cátaros abominavam a carne. O conceito de que a batalha é um sofrimento é deveras cristão. Para quem é criado sob nossos conceitos, as batalhas, o caos, tudo isso concorre para o fortalecimento pessoal.

    A Fé na libertação do espírito me impele a combater algumas concepções que são demasiado insalubres, como o judaísmo, o cristianismo e todas as formas de culto a Jeová-Satanás e à Grande Fraternidade Branca. Porém, esse combate se realiza apenas no campo da CONTRAPOSIÇÃO DE INFLUÊNCIAS, o que significa, na prática, uma interação precipuamente metafísica.
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    Dedicar a própria vida a uma postura, a um código de valores, não é incorrer em intolerância. Intolerância é querer impor sua visão de mundo aos outros. Nós lutamos muito no passado, e ainda lutaríamos se os Guias assim o aconselhassem. Mas não há mais, por enquanto, essa necessidade. Nós perdemos todas as guerras que travamos no passado, o que evidencia o poder titânico do Criador e de sua maldita Fraternidade Branca. Contudo, tais derrotas jamais impediram que tomássemos a Via Honorífica e lutássemos uma guerra já perdida, de Tartessos até Berlim. Nós estamos no terreno deles e queremos escapar. Nós desejamos nos libertar definitivamente da Matrix.
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    De qualquer modo, o Universo material um dia perecerá. A isso os hindus chamam de a Noite de Brahma – o fim do Manvantara – ou o Período de Manifestação. E quando isso estiver para ocorrer, e a Sinarquia estiver totalmente concluída, dizem os guias hiperbóreos que haverá mais uma guerra, a Wildes Heer, quando o Exército furioso de Navutan virá libertar os espíritos remanescentes e fugir do universo em colapso.
    E voltaremos para Thule – a Pátria do Espírito onde a Existência é absoluta em Si Mesma, e onde se é infinito e indeterminado como os Deuses –, de onde nunca deveríamos ter saído. Não lutamos mais porque queremos que o inimigo cumpra sua meta, pois isso irá acelerar o fim dos tempos e nossa tão almejada liberdade será vitoriosamente obtida.
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    Por isso nos ocupamos somente, e tão somente, do cultivo interno do Espírito, e é claro, em espalhar a mensagem para que outros talvez a ouçam. Um iniciado hiperbóreo não é alguém que você possa facilmente distinguir na rua, nem mesmo em uma conversa superficial. Sua única atividade é interior, e ele pouco se importa com as formas exteriores, com a atividade política ou com o rumo da História. O antigo Hino Nacional da extinta Iugoslávia celebrava fulgurosamente essa conduta: “Pois agora que os ventos levem tudo. Que as árvores quebrem, e as rochas trinquem. Que a terra trema e se erga. Nós permaneceremos firmes como penhascos”.
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    Antigos hinos a Shiva (Navutan) o louvavam por ele ter derrotado a Paixão, por ter possuído um coração gelado e uma mente transcendental, e, também, por ter dissolvido o terror das formas ilusórias, ao invés de lutar contra elas como um tolo. Assim somos nós, HIPERBÓREOS.

    "O verdadeiro destino do homem é algo que o homem comum não pode conceber. Se vislumbrasse isso, não teria estômago para suportá-lo. Nossa revelação faz parte do estágio final de uma evolução que terminará com a abolição da própria História. Meus camaradas de partido sequer imaginam os sonhos que assaltam minha mente, sequer suspeitam algo do grande edifício, cujas fundações, ao menos, já estarão construídas antes que eu morra. O mundo tem chegado a um tal ponto de saturação e virada química, que realizará uma reviravolta que vocês, camaradas não iniciados, não poderão entender."


    Adolf Hitler

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