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Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried Parte 1 (Conteúdo Controverso)

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Manuscrito de Oera Linda, redigido no alfabeto frísio.

No início da década de 80, o argentino Luís Felipe Cires Moyano Roca, um alto Iniciado e Pontifex Hiperbóreo, toma conhecimento sobre a história da Casa de Tharsis, uma família de nobres espanhóis com mais de quatro milênios de linhagem e que rendiam culto a uma gnose perseguida por seus vizinhos.
O manuscrito de Oera Linda contém relatos da família de nobres de Overlinden, na então Frísia – atualmente território holandês –, também com milênios de história, e como o culto dessa região foi degradado por uma casta de Sacerdotes que chamavam a si mesmos de “treuwidden” (os que tudo sabem), mais conhecidos como druidas – ou celtas. Os Overlinden sabiam, através de relatos de dácios, trácios e búlgaros, que os treuwidden provinham da Judeia e eram vistos constantemente entre os assírios e fenícios, em um porto próximo da rota à chamada “terra prometida”.
Muitos pesquisadores e historiadores, associam intencionalmente – ou não – os druidas aos celtas, ou qualquer menir relacionado a estes. O Objetivo deste expediente é fazer crer que tais sacerdotes eram, na verdade, de origem indo-ariana, o que já sabemos ser uma grosseira inverdade.

  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried - Parte 1 (Conteúdo Controverso)

  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried - Parte 2 (Conteúdo Controverso)

  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried - Parte 3 (Conteúdo Controverso)

  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried Parte 4 (Conteúdo Controverso)


  • Os celtas, por terem sofrido influência direta dos druidas, foram um dos primeiros povos a sucumbir, e a não oferecer resistência alguma à conversão ao cristianismo, ao contrário de outros povos nórdicos e bárbaros. Armanen também relata a história de sua própria família germana, as guerras que enfrentaram por causa de seu culto peculiar, e seu sistema rúnico que é um dos mais antigos do mundo, podendo-se, inclusive, verificar inúmeras divergências atuais com o sistema rúnico contemporâneo.
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    Karl Maria Wiligut discorreu sobre a história dos valorosos povos saxões e sobre a religião que defendiam de seus próprios irmãos germânicos que adotaram uma versão deturpada do odinismo, no ano 3000 a.C.

    Para diferenciar sua variante do odinismo destinado a um mero culto à natureza, ele o chamou de Irminismo, por causa da Runa Yr e em virtude ao sacrifício de Wotan na Árvore do Terror, Irminsul (depois renomeada Yggdrasil). Os saxões defenderam esse culto por milhares de anos, até serem parcialmente derrotados no ano 772 pelo imperador carolíngio – e católico – Carlos Magno.

    Esta campanha transformou a conversão forçada de povos adjacentes em prática comum entre os governantes cristãos não-romanos. Missionários católicos de origem franca, junto com outros sacerdotes da Irlanda e Inglaterra, entraram em terras saxãs desde meados do século VIII, aumentando os conflitos com os saxões que resistiam aos esforços missionários e incursões militares. O principal adversário de Carlos Magno, o saxão Widukind, aceitou o batismo em 785 como parte de um acordo de paz. Porém, outros líderes saxões continuaram a resistir às conversões forçadas. Com sua vitória em Verden no ano de 787, Carlos ordenou o extermínio de milhares de prisioneiros saxões pagãos. Depois de diversas revoltas, os saxões sofreram sua derrota definitiva em 804.

    Cerca de 25.000 membros de famílias nobres saxãs foram ritualmente sacrificados pela Igreja Católica, e seu sangue foi lançado sobre o Rio Aller e oferecido como oblata a Jeová.

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    Estes relatos, oriundos de diversas fontes, possuem coincidências inquestionáveis. São narrativas de linhagens familiares de idade incalculável. Todas as famílias tinham a missão de defender uma religião que aparentemente revoltava seus vizinhos. Seus membros possuíam um artefato sagrado, que envolvia invariavelmente uma gema verde, pela qual seus inimigos incorriam em guerras de custos exorbitantes. Todos foram implacavelmente perseguidos e brutalizados, e tiveram seu sangue abundantemente derramado em sacrifícios rituais e execuções públicas.
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    Nessas religiões, aparentemente diferentes entre si, sempre figurava Wotan, às vezes chamado Navutan (Na-Wotan). A ligação comum entre tais famílias era, sem dúvida nenhuma, a mentalidade religiosa, que, longe de ser racional e conciliadora, era belicosa, absurda, e, por vezes, completamente insana. Não era uma religião comum, nem uma “doutrina oculta”, mas simplesmente um código de conhecimentos intuitivos baseados no Orgulho Guerreiro e na Honra, que todos diziam ter recebido de um grande povo que lhes legou tal Sabedoria – juntamente com as ciências das muralhas de pedra, as armas, a agricultura e a pecuária, antes de migrarem para o Leste. Mas o que esta Sabedoria, de origem Hiperbórea segundo seus seguidores, prega exatamente?

    Em síntese, o que a Sabedoria Hiperbórea afirma é que existe um conflito permanente entre os deuses sobre a questão da origem do ser humano, e que esse conflito vem orientando todas as disputas entre a humanidade. Afirmamos que o homem possui uma tríplice natureza: o corpo físico, uma alma – ou mônada – que é igualmente material (concebida pelo Deus Criador) e um espírito não material, aprisionado à alma. Esse espírito provém de HIPERBÓREA – um local fora do Universo criado –, e lá ele era infinito e indeterminado; plenipotente como um Deus.

    Todo o drama é gerado quando o Criador – ou Demiurgo – aprisiona esses espíritos na estrutura corpo/alma do ser humano, para acelerar a evolução de sua estrutura psíquica. Começa então a guerra entre os deuses leais, que querem libertar os espíritos para que sejam livres na origem, e os deuses traidores, encabeçados pelo Criador do mundo, o Deus hebraico Jeová-Satanás.

    Portanto, se os deuses traidores acorrentaram o espírito, para usar sua força na evolução do animal-homem, não devem permitir que ele se manifeste. E isso se faz submergindo o espírito na ILUSÃO DA EXISTÊNCIA MATERIAL, deixando-o mais fraco e inconsciente a cada ciclo de encarnação.

    A Bíblia, escrita milênios depois para distorcer e deturpar a Sabedoria Hiperbórea, chama Lúcifer de Satanás, mas nem Lúcifer – ou Navutan – é um demônio, nem tampouco Satanás significa demônio, apenas adversário. Satanás é Jeová, o inimigo dos Espíritos Livres. O bem e o mal são meras facetas do mundo da ilusão, mas Jeová está mais próximo de ser um demônio – uma essência maligna – por ter traído seus iguais e se pautado pela tirania, perfídia e desonra.

    Desde então, tem se manifestado no mundo o confronto de duas Estratégias, a Sinárquica e a Hiperbórea.

    Culturalmente, os deuses traidores sustentam seu objetivo a partir da SINARQUIA, que é o Governo Mundial capitaneado pelo Povo Eleito do Criador: Israel (entidade étnico-religiosa). Todas as tendências de aculturação, miscigenação racial, unificação de religiões, costumes e conceitos, enfim, tudo aquilo que prescindir de uma identidade nata para se unir a uma escala difusa, aponta inevitavelmente para a Sinarquia.

    Este modelo de governança impele as pessoas a contemporizar e relativizar as atuais circunstâncias, a serem acomodadas e passivas, a evitarem confrontos sempre que possível, e a valorizar a paz, mesmo que isso as torne covardes. Enfim, ele RETIRA DO SER HUMANO SUA ESSÊNCIA ESPIRITUAL.
    A finalidade da Sinarquia é reunir uma humanidade exausta e abatida, transformá-la em uma vasta e amorfa casta igualitária, e, sob uma perversa tirania capitaneada pelos judeus – um povo que o Demiurgo elegeu para reinar sobre a Terra – entronar a imundície no mundo, colocando os nobres Guerreiros espirituais de joelhos, além de macular seu sangue purificado. Em suma, a Sinarquia é o sacrifício da humanidade em troca da “Perfeição” desse “Povo Eleito”. E, com isso, Jeová afirma seu poder sobre o dos outros Deuses, que declararam guerra a ele por causa do aprisionamento dos Espíritos incriados.
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    Há muito tempo, a Sinarquia vem seduzindo os povos com promessas de progresso, poder e conforto material, para que guerreiem contra os portadores da Sabedoria Hiperbórea e os reprimam. Eis a razão pela qual quase todas essas famílias foram totalmente exterminadas.

    Por isso, o mais puro e nobre dos Deuses, conhecido na Origem como Kristos Lúcifer (Lux = Luz; Ferre = portar. Ou seja, o portador da Luz, aquele que leva a Luz aonde ela se faz necessária; o verdadeiro Kristos de Luz Incriada), declarou guerra a Jeová-Satanás, e, em um sacrifício que é impossível descrever, se autoaprisionou no inferno material de Jeová para fornecer aos Espíritos aprisionados a Luz da Gnose salvadora. Ele confiou uma missão ao Grande Ás, o Senhor da Raça nórdica, Wotan. O Grande Ás aceitou descer ao Mundo Criado encarnado em um ser humano (quando se chamou Wotan, Woden, Odin, e etc.) para provar que é possível abandonar este mundo, onde se é escravo, e retornar para a Origem, a Pátria do Espírito: Hiperbórea; Thule.

    Wotan se autoimolou na árvore mágica do jardim do Criador, que os judeus chamam de Rimmon – Árvore Sephiroth (do conhecimento do bem e do mal), e que nós chamamos de Irminsul (Yggdrasil), ou a árvore do terror –, e por vias iniciáticas de um mistério muito complexo, conseguiu, com a ajuda de sua esposa Frigga, a chave para a Libertação Espiritual.

    Então, Wotan, descido da árvore, difundiu o conhecimento por ele codificado, conhecimento esse que chamamos de Sabedoria Hiperbórea, e peregrinou grande parte do mundo ensinando abertamente tal gnose aos homens, para que tivessem a Honra de declarar guerra ao Demiurgo e ao Mundo Criado, e se juntar aos Deuses no Valhalla (designação germânica para o Reino de Agartha, um reduto localizado em algum lugar desconhecido do Universo Material onde alguns Deuses Leais ainda lutam pela humanidade e auxiliam os que pedem com fervor pela Libertação do Espírito).

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    Conhecido pelos povos da antiguidade como “O Grande Chefe Branco”, Wotan formou bons guerreiros por onde passou, instituiu famílias de nobres que deveriam resistir ao tempo e aperfeiçoar a Sabedoria (o chamado Pacto de Sangue), e criou um novo estilo de vida baseado em fortes amuralhados, agricultura de subsistência, e aperfeiçoamento da arte da guerra. Assim, criou a Estratégia Hiperbórea para contrapor a Sinarquia, que foi estabelecida para corromper o Pacto de Sangue.

    PACTO DE SANGUE

    A Estratégia Hiperbórea aponta exatamente para o lado contrário. Seguindo uma tática de libertação espiritual, busca-se construir uma sociedade portadora de um sangue comum. Assim sendo, seu objetivo é SINCRONIZAR o sangue através da vinculação carismática de uma identidade. Com isso, a voz de sangue do povo passa a ser única, expressando o máximo valor espiritual de cada um de seus elementos. As pessoas passam a viver sob um estado constante de despertar, além de agirem para o bem comum de acordo com as virtudes espirituais. Honra, Valor, Combatividade, Coragem e Camaradagem passam a ser a regra, e não a exceção.

    Assim, para o iniciado hiperbóreo pouco importa a evolução da sociedade humana, pois o mundo material não é lhe relevante. O que ele buscará, de fato, é o aperfeiçoamento do caráter e da honra, através de um estilo de vida belicoso e fulcrado em um rígido código de conduta. Pensem em Esparta como uma típica sociedade do Pacto de Sangue de Wotan.

    Toda a retórica da "Deutschland Erwache!", "Desperte, Alemanha!", desperte para o Valor do Espírito! se dedicava a envolver as pessoas numa atmosfera carismática de união absoluta e sincrônica do sangue, para que a voz ancestral do povo – a voz do espírito –, pudesse se manifestar. Todos os símbolos espirituais exaltados pelo regime Nacional-Socialista, desde a Águia – que é o símbolo máximo do Guerreiro Sábio, e do homem viril e altivo – à Suástica – que é um fragmento do Signo de Thule, o Epicentro da Pátria do Espírito –, se destinavam a esse fim esotérico de despertar coletivo e de transmutação do animal-homem para um Homo Spiritualis – o homem espiritual –, cuja essência incriada deseja se libertar.

    Apenas sob esta condição, o homem poderá exprimir seu pleno valor honorífico. Daí o lema da Ordem Negra/SS: Meine Ehre heißt Treue (Minha Honra se chama Valor!).

    Erigida a Sabedoria Hiperbórea – orgulhosa, guerreira e completamente unida na sincronia carismática da voz ancestral do sangue astralmente purificado (sangue puro é aquele capaz de ouvir os ancestrais e os deuses leais, e não está diretamente vinculado à raça, embora ela seja um dos fatores a se considerar) –, a próxima tarefa é combater a Sinarquia, as grandes religiões e todas as tendências entrópicas de unificação e massificação social. Todas as raças e culturas do mundo podem ser belas, fortes e puras se forem observadas as seguintes premissas:

    1. Rejeição da mistura étnica e da ilusão sinárquica do "progresso" dos costumes, que só levam à degradação moral e espiritual;

    2. A construção de uma Nova Ordem Mundial, sob o marco de uma Estratégia Hiperbórea.

    Em relação ao ponto 1, esclareço: Temos forte crença no KALI YUGA, isto é, no conceito verossímil de que todo avanço histórico da civilização traz consigo a decadência paulatina da evolução espiritual – a única orientação possível para uma humanidade sã é o passado, na origem de seu povo e raça, no seu estágio primordial de sincronicidade e pureza. Por isso, temos esse vigoroso caráter preservacionista e tradicionalista
    Repudiamos o progresso, pois ele debilita. Rejeitamos todos os consensos, prestidigitações, adaptações, sincretismos e relativismos “tolerantes”, pois eles visam unicamente ao sacrifício da consciência, da tradição e da banalização da Sabedoria herdada pela memória de sangue.
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    Assim sendo, o Nacional-Socialismo que eu compreendo e defendo não é apenas a concepção ideológica do NSDAP, pois sua aplicação material provém de uma doutrina METAPOLÍTICA mais rica e complexa.

    Essa doutrina metapolítica, cuja essência teórica é orientada para fins transcendentais e místicos, tem suas origens na Thule e na Vril-Gesellschaft. Essas duas Sociedades Secretas, por sua vez, eram regidas por fontes do antigo Irminismo germânico, conforme exposto por Karl Maria Wiligut. O Irminismo era professado pelos antigos germanos, iberos, cátaros medievais, gnósticos, maniqueus e outros povos – no Terceiro Reich, a Sabedoria Hiperbórea era sustentada pela Ordem Negra, a SS.

    Essa Sabedoria oculta permeava todos os conceitos, toda a simbologia e todos os rituais esotéricos da Alemanha Nacional-Socialista.

    Então, espero ter explicado como se chegou ao Nacional-Socialismo, e quais são algumas de suas mais profundas crenças.

    Nesse sentido, o fascismo e o integralismo foram cópias débeis do Nacional-Socialismo; tentativas fracas de se estabelecer um vínculo carismático de identidade. Isso aconteceu porque se tentava basear esse vínculo na CULTURA, que é uma construção mental volátil, enquanto o Nacional-Socialismo vinculava carismaticamente PELO SANGUE, e pela memória essencial da Origem. Por isso adquiriu um poder e uma coesão abrumadoramente maiores. Ademais, ambas as doutrinas estão espiritualmente condicionadas à crença em Jeová-Satanás, ao contrário do Nacional-Socialismo, cuja essência esotérica é a ÚNICA que se antagoniza com as religiões demiúrgicas.

    E espero também ter provado que o Nacional-Socialismo não possui nenhuma conexão com os grupelhos racistas que sequer possuem capacidade intelectual para compreender essas informações.

    A natureza empírica do Nacional-Socialismo é METAPOLÍTICA, e seu imperativo é a consagração de desígnios maiores que os meramente políticos. Por isso, não importa a divisão mundana entre esquerda e direita, desde que ela esteja diretamente submetida à estratégia maior, que é estritamente espiritual.
    Politicamente, somos inimigos ferrenhos tanto da esquerda como da direita. De qualquer modo, ambas – esquerda e direita – provêm essencialmente da mesma fonte sinárquica, o Iluminismo. Este abominável conceito filosófico destina-se exclusivamente à constituição de uma sociedade homogênea e igualitária, porém, baseada unicamente no materialismo racionalista. Seus pilares dialéticos eliminam integralmente a espiritualidade e as hierarquias aristocráticas que, quando aplicadas de forma pura, constituem exemplos inequívocos de valor manifesto e nobreza.
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    O culto iluminista da democracia e da deusa da razão é, na verdade, um culto de origem judaica, que adora Binah – um dos sefirotes da Cabala –, o aspecto da Inteligência de Jeová. A “liberdade” é um ícone do mundo moderno e aparece em muitas pinturas da Revolução Francesa. Convém salientar que o gorro vermelho dos jacobinos – o barrete frígio – simboliza um prepúcio cortado, ressaltando a base judaica dos alicerces da sociedade moderna.
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    Para elucidar o Nacional-Socialismo e os demais sistemas de ordenamento político-social, faz-se necessário expor os dois padrões elementares de difusão – sobre os quais se constroem as teorias ideológicas, econômicas, religiosas, e etc. – existentes na teoria argumentativa: o CULTURAL e o CARISMÁTICO.

    A difusão por meio CULTURAL estabelece uma comunicação entre a Esfera de Luz da psique, o 'sol claro', e as esferas afetiva e racional do indivíduo. Esta difusão é formada por argumentos conotativos, apelativos, ou perfeitamente racionais, mas, de qualquer modo, plenamente assimiláveis do ponto de vista psicológico. A cultura, portanto, se forma na esfera de luz – no cérebro do animal-homem –, e seus mecanismos de linguagem atuam nessa estrutura, desenvolvendo comportamentos degenerativos que são algoritmicamente determinados segundo a lei da maximização do autointeresse, seja este emocional, psicossomático, pecuniário ou de qualquer outra natureza.

    Um argumento cultural é o que basta para convencer quem quer que seja sobre alguma coisa.

    A difusão CARISMÁTICA, ao contrário, fala diretamente à ESFERA DE SOMBRA – ao 'SOL NEGRO' (que aparece em muitas representações cerimoniais da SS) –, que engloba o domínio de Consciência (despertar + subconsciência), invólucro do Espírito Não-Criado que mencionei – a essência do Selbst, do eu interior, da existência plena além de qualquer determinação, e depósito também da memória de sangue; registro da origem primordial da raça.

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