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Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo Parte 3 (Conteúdo Controverso)

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Quanto ao Brasil, reitero o que havia dito anteriormente: é impossível desenvolver uma estratégia coletiva totalmente exitosa. Entretanto, é possível a qualquer pessoa que se sinta interessada pela Sabedoria Hiperbórea aderir à iniciação esotérica e se libertar individualmente através do despertar espiritual.

O Nacional-Socialismo não recomenda a miscigenação racial, pois ela acarreta uma indesejável confusão espiritual. Porém, essa recomendação não faz dele um movimento supremacista branco. Somente skinheads, neonazistas e demais extremistas apregoam a ascendência de brancos sobre outras raças. O Nacional-Socialismo proclama o fortalecimento de todas as raças, para que elas possam criar uma vinculação carismática através do Sangue. A preservação racial é um movimento estratégico que permite em certas ocasiões da História a aplicação da AURA CATENA, a sincronia completa do Sangue.

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  • Sabedoria Hiperbórea e Nacional-Socialismo por Lord Siegfried - Parte 3 (Conteúdo Controverso)

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  • E isto, conforme já exposto, não se aplica somente à raça branca, mas a qualquer outra raça ou povo que, em um determinado momento da História, almeje se mover coletivamente em direção à Origem.

    A questão dos judeus e de sua antiquíssima inimizade conosco está mesmo relacionada às crenças que eles professam e às práticas tradicionais de seu modus vivendi.

    É absurdamente constrangedor imaginar que a Alemanha tenha se sacrificado como nação – e que centenas de milhares de homens de 40 nacionalidades diferentes tenham oferecido espontaneamente suas vidas como voluntários da Waffen-SS – apenas por demandas meramente raciais e políticas.

    Não faz sentido algum.

    É necessário haver algo que esteja além disso; algo que nos ofereça uma via de transcendência entre os ciclos ininterruptos de vida e morte, e que assegure uma existência plena, forte, eterna e indeterminada no tempo e no espaço. E é essa sabedoria oculta do Nacional-Socialismo que os iniciados devem haurir, para que ao menos se saiba exatamente aquilo que nos permeia.


    Reproduzo, pois, um antigo hino da SS:

    NUN LASST DIE FAHNEN FLIEGEN
    IN DAS GROSSE MORGENROT
    DAß UNS ZU NEUEN SIEGEN
    LEUCHTET ODER BRENNT ZUM TOD


    (Que as bandeiras esvoaçantes voem

    nessa grande aurora de sangue

    e que o Sol para novas vitórias

    nos ilumine, ou nos queime até a morte).


    O Reich alemão realizava inúmeros desfiles com menhires, estandartes, cetros e indumentárias tipicamente babilônicas, pois – segundo a missão iniciática da qual se autoincumbiu –, a SS desejava construir uma nova Torre de Babel. Todavia, essa Torre de Babel a que se referem os iniciados hiperbóreos é descrita em um contexto bem diferente do da Bíblia judaica.

    A Sabedoria Hiperbórea nos assevera que um antigo povo mesopotâmico, denominado kassita, desceu as montanhas do norte do Mar Negro e se assentou onde hoje se encontram as ruínas de Borsippa, no Iraque. Lá, escravizaram um povo semita, que, porventura vem a ser o hebreu – os judeus se tornaram conhecidos por sua devoção ao Deus Enlil, o Uno (Demiurgo).

    Pois bem, todas as imprecações da Torá contra o povo babilônio – na verdade kassita – têm sua origem no seguinte relato:

    Os kassitas eram liderados por um Rei de Sangue Hiperbóreo, chamado Nimrod, e por seu general, um arqueiro mítico chamado Ninurta. Esses guerreiros ordenaram a construção de um imenso zigurate, erigido segundo os princípios esotéricos da Sabedoria Hiperbórea. Por intermédio de técnicas de engenharia místicas, eles pretendiam ABRIR UMA PASSAGEM até Dejung, a mansão celestial de Enlil, movimentar um poderoso Exército em seu interior, e aniquilar o supremo arquiteto do MUNDO MANIFESTO.

    De fato – em um ritual extremamente complexo, do qual todos os súditos de Nimrod participaram – abriu-se uma passagem para Dejung e o Exército kassita se lançou contra a legião de anjos menores e monges da Fraternidade Branca, causando uma grande destruição antes de serem completamente exterminados. O próprio Nimrod aniquilou, com o concurso de uma lâmina de pedra trazida da longínqua China, um Serafim poderoso chamado Kebabiel (um dos deuses traidores que agrilhoaram o Espírito à Matéria no início da Guerra Essencial).

    Não é necessário dizer que Nimrod e seu séquito foram totalmente destroçados. Mas o que se louva nessa história é o extremo valor heroico demonstrado por um povo com orientação Hiperbórea.

    Nenhum outro homem na História, por mais envolvido que estivesse na Guerra Essencial, ousou invadir a mansão celestial do Criador. Para a SS, não poderia haver melhor exemplo de Valor guerreiro no qual pudessem se inspirar. Convém dizer que Nimrod era chamado 'Nimrod, o Derrotado', porque seu povo foi dizimado. Mas dizemos também que cada derrota nesse mundo infernal é uma vitória em outros céus – a Vitória da Honra e do Triunfo da Vontade. E é esse espírito norteador que estava por trás dos faustosos desfiles babilônicos do Terceiro Reich.

    O mais interessante, sem dúvida alguma, é que ainda existem vestígios desse zigurate. Diz-se, na Sabedoria Hiperbórea, que os escravos judeus, deixados de fora do círculo ritual, se prostraram e, diante da destruição iminente, suplicaram o auxílio de Enlil. A ajuda desse Deus veio tardia, porém, de forma efetiva. Um violento trovão irrompeu dos céus e explodiu a torre. Na tempestade que se seguiu, não restou nenhum kassita vivo. Os escravos, por sua vez, foram adormecidos pelo Demiurgo e, algumas horas depois, acordaram a salvo de seus inimigos espirituais.
    Existem inúmeros militantes Nacional-Socialistas.

    Considerando-se que a força carismática do Nacional-Socialismo ainda é muito intensa, podemos compreender porque inúmeras pessoas são irremediavelmente atraídas por sua ideologia, ou por alguns de seus conceitos. Mas, infelizmente, isto não é suficiente para que consigam assimilar o verdadeiro conhecimento da doutrina Nacional-Socialista.

    Dizemos que há duas vertentes distintas de ativistas: os que se regem pela filosofia de ação da SA e os que agem segundo os códigos de conduta da SS.

    Assim como os antigos membros da Sturmabteilung, muitos partidários contemporâneos do Nacional-Socialismo consideram-se apenas soldados. Contudo, nós, os iniciados, os classificamos como uma horda de fanfarrões incapazes de compreender o âmago da doutrina que, por motivos diversos, resolveram adotar. É sabido que muitos o fazem por ter um vínculo carismático com os símbolos, as concepções políticas, e o honrado modo de vida que a Sabedoria Hiperbórea recomenda para a construção de uma Nova Ordem Mundial.

    O fundamentalismo neonazista alimenta-se da ignorância e da insuficiência cognitiva de seus adeptos. Skinheads (a mais pavorosa de todas as aberrações), céticos, racistas, e alguns cristãos vislumbram o Nacional-Socialismo como uma espécie de fulcro teórico para embasar suas aspirações estéticas em relação ao mundo.

    Neonazistas de todos os matizes enodoam a doutrina com erros grosseiros de interpretação ideológica e ações que não condizem com aquilo que o Führer ansiaria de um autêntico Nacional-Socialista.

    Por outro lado, há aqueles que pautam todos os aspectos da vida no decoroso padrão comportamental da SS, aplicando em seu modus operandi o indescritível Valor Honorífico exigido pela Sabedoria Hiperbórea.

    O legítimo militante Nacional-Socialista não causa desordem pública, e, tampouco pratica atos injustificáveis de violência racista. Ao contrário, ele prefere despender o breve tempo de sua existência pesquisando e meditando, além de agir segundo a Estratégia dos Kshatriyas, que, por ora, tem sido a de divulgar e pregar a Gnose Hiperbórea.

    Para se tornar militante do movimento Nacional-Socialista, não é necessário – aliás, é totalmente dispensável – ingressar em uma quadrilha desprezível de racistas ou, ainda, se submeter aos delírios homicidas de um psicopata skinhead. A retidão de um verdadeiro ativista da causa jamais lhe permitiria tratar de maneira indigna uma pessoa cuja raça fosse diferente da sua, pois seus olhos estarão sempre além da criação, e ele só julgará os outros de acordo com sua força ou fraqueza moral.
    Acima de tudo, o militante Nacional-Socialista que estiver espiritualmente propenso a honrar o legado sapiencial da SS, jamais se permitirá possuir vícios morais, pois ajustará sua vida de acordo com os termos de uma refinada educação, de uma postura aristocrática imaculável e de uma resistência inquebrantável em relação às dificuldades impostas pelas relações sociais.

    Nós, adeptos do Nacional-Socialismo, desprezamos os desordeiros e mal-educados, nos indignamos com quem ainda consegue viver sem jamais tocar em um livro, e amamos todas as artes antigas e tradicionais, sobretudo as que refletem um mundo ainda não deformado pelas forças do Kali Yuga. A modernidade e sua degradação nos horrorizam, e não hesitaríamos em renunciar ao conforto moderno para vivenciar novamente o esplendor espiritual do passado. Somos ambientalistas, pois, apesar de não nos importarmos com esse plano decadente, é nosso dever diminuir o sofrimento das criaturas com as quais Jeová-Satanás se alimenta.

    Em suma, o verdadeiro Nacional-Socialista – o iniciado nas ciências ocultas – não representa nenhum perigo para a coletividade, como a mídia deseja fazer crer aos incautos. Ao contrário, nossa postura ante a sociedade é regida por uma dignidade inquestionável e por um comportamento indiscutivelmente cavalheiresco.

    Lamentavelmente, a maioria dos que se declaram Nacional-Socialistas simpatizam com as abomináveis ideias da Ku Klux Klan; e o Reich, com frequência, satirizava a infantilidade desta súcia.

    Em diversas localidades do mundo, e não apenas na Europa, houve guardiões da Sabedoria Hiperbórea. Gengis Khan foi um deles.

    O imperador mongol possuía uma sela inscrita com uma suástica, e seu pavilhão pessoal era parecido com o do Terceiro Reich.

    Nas Américas, houve diversas tribos norte-americanas que construíram cidades de pedra segundo as leis esotéricas da Sabedoria Hiperbórea. Na América do Sul, os incas cultuaram um deus chamado VIRACOCHA – idêntico ao QUETZALCÓATL asteca – que era o próprio ODIN, WOTAN ou NAVUTAN; o Deus Supremo da Sabedoria Hiperbórea. Sua aparência era a de um homem branco, com longa barba e idade avançada.

    Temos diversos lemas, que também variam de Ordem para Ordem.

    A SS utilizava a saudação HEIL HITLER – na qual exaltava o grande Rei do Sangue germânico – estendendo o braço direito em uma postura chamada SINAL DE HONRA.

    A Sociedade Thule empregava o lema DURCH BLUT ZUM LICHT (Pelo Sangue, para a Luz). Expressões como 'Graça e Honra' ou 'Sangue e Honra' são comuns na saudação de iniciados de Ordens Secretas ou culturas diferentes. O Colégio de Hierofantes Tartessos, por exemplo, adotava HONOR ET MORTIS: 'Honra e Morte'.

    Há outras expressões não-orais, chamadas de MUDRAS, e que são constituídas por sinais e posturas corporais que refletem as RUNAS e suas energias. Porém, elas são, em sua maioria, secretas. A mais comum de todas é a BALA MUDRA – uma formação circular postural na qual o braço direito é dobrado para cima, e os dedos indicador, médio e polegar são esticados, formando um L.

    A Criação, ao contrário do que religiosamente se supõe, é limitada, e acontece no período de um Manvantara. O Universo foi criado em duas etapas, a saber:

    1 – O Demiurgo emanou as mônadas (almas ou átomos arquetípicos) e concebeu os arquétipos que constituem cada elemento da criação, e;

    2 – Fez com que as mônadas encarnassem nos arquétipos, dando assim existência às formas pensadas no plano material.


    Conforme descrito na Bíblia judaico-cristã, o Demiurgo é o 'alfa e o ômega', e o Fim será igual ao princípio.

    Na Sabedoria Hiperbórea, fala-se muito sobre a ENTELEQUIA dos entes, isto é, a evolução de cada ente em direção ao mais alto grau de perfeição arquetípica. Esta evolução ocorre sob a fluidez imanente do hálito demiúrgico, ou seja, no transcurso do tempo. Entretanto, os entes jamais poderão chegar à absoluta perfeição, pois isto ensejaria sua INDIVIDUALIZAÇÃO COMPLETA – ora, se todo o universo é formado por mônadas que compõem o Demiurgo, seu pleno desenvolvimento espiritual resultaria na DESTRUIÇÃO TOTAL de Jeová-Satanás.

    O adormecimento que acomete a quase totalidade dos homens fará com que todo o Universo seja fagocitado e se incorpore ao Demiurgo. Este será o momento que os hindus chamam de a Noite de Brahma. O fim será igual ao princípio: o Criador solitário, e o NADA ao seu redor.

    Apenas aquele que despertar para a condição de Espírito incriado sobreviverá a essa fagocitação – pois o iniciado hiperbóreo se dessincroniza com a fluência do tempo imanente, adquirindo TEMPO PRÓPRIO, e, portanto, ESPAÇO AUTÓCTONE –, passando a existir em si mesmo e além de qualquer vontade ou determinação.

    No entanto, há a promessa de que a Wildes Heer, o Exército Furioso de Navutan, voltará no fim dos tempos para impedir a fagocitação dos espíritos adormecidos, e se travará a batalha que porá fim ao Cosmos e a seu Criador imperfeito, trazendo o espírito de todos os homens que recorrerem aos deuses leais de volta ao plano de sua existência Real: Hiperbórea.

    Um dos equívocos mais comuns praticados por aqueles que estão trilhando o caminho espiritual do Nacional-Socialismo é justamente se deixar enganar por autores místicos cujas obras serviram justamente para adulterar a verdade contida na Sabedoria Hiperbórea.

    Helena Petrovna Blavatsky – propagadora da teosofia, agente da Sinarquia, mensageira da Fraternidade Branca e co-fundadora da Sociedade Teosófica – tratou exatamente dos mesmos temas e personalidades da Sabedoria Hiperbórea, porém, introduziu conceitos sutis que, no final, perverteram significativamente sua essência gnóstica.

    Considerando-se que Blavatsky deturpou parcialmente o caráter hiperbóreo do misticismo teutônico de seu século – o armanismo, o odalismo, o irminismo e outros sistemas herméticos que culminaram com o surgimento do movimento Nacional-Socialista – julgo necessário discorrer sobre a Fraternidade Branca, cuja sabedoria esotérica é reivindicada pela Sociedade Teosófica, juntamente com a Maçonaria, a Ordem Illuminati e a AMORC (Ordem Rosa Cruz).

    Recordemo-nos de que houve, nos primórdios da criação, uma Guerra Essencial entre os DEUSES LEAIS – que desejavam resgatar os Espíritos encarcerados na matéria pelo Demiurgo – e os DEUSES TRAIDORES – que aceitaram a escravidão de seus irmãos de raça por parte do Criador Jeová-Satanás. Ambas as legiões construíram baluartes espirituais próprios – Agartha e Shambala –, nos quais habitam há milhares de anos, e desde onde interferem nos eventos mundanos (El Morya, mestre ascenso da Fraternidade Branca, patrocinou a fundação da Sociedade Teosófica).

    Os vassalos demiúrgicos, traidores do DEUS INCOGNOSCÍVEL, organizam-se segundo uma rígida estrutura hierárquica.

    Essa Hierarquia Oculta é regida pela Ordem de Melquisedec – ou Grande Fraternidade Branca – e sua única função é garantir que os desígnios dos deuses traidores se cumpram: a sentença de extermínio contra os povos hiperbóreos, a difusão dos cultos religiosos que reprimem o Espírito e a plena instauração da Sinarquia e do Governo Mundial do Povo Eleito.

    Esses "seres iluminados" realmente possuem a Shekinah – a iluminação do poder mágico do Criador –, contudo, sua atribuição no mundo é demoníaca. Por analogia, convém mencionar uma cena do filme Matrix, na qual o agente 'antivírus', responsável por conter a rebelião das ovelhas-Neo, buscava destruir Zion-Agartha, que era – e continua a sê-lo – uma fuga do mundo ilusório material.

    Esta é a Grande Fraternidade Branca, esta é a Sinarquia, e este é o Povo Eleito de Jeová-Satanás.

    A incompreensão dos profanos em relação à doutrina Nacional-Socialista é resultante de duas questões incontroversas:

    Uma é informativa e está diretamente relacionada à natureza da propaganda oficial que se viabilizou para difundir o movimento na Alemanha, e, a outra, diz respeito a décadas de difamação histórica que os países vencedores da Segunda Guerra Mundial e o movimento internacional sionista promoveram contra seus preceitos ideológicos.

    O Nacional-Socialismo empírico foi, indubitavelmente, uma dissimulação estratégica premeditada – um mecanismo cultural que permitiu absorver todos os que ainda não detinham uma cosmovisão esotérica avançada. Todo o know-how da ideologia Nacional-Socialista, bem como seus elementos psíquicos, são essencialmente carismáticos, e estão localizados, segundo Carl Jung, na Esfera de Sombra da Psique. Portanto, qualquer definição epistemológica da doutrina que resida exclusivamente na compreensão racional, é totalmente inválida.

    Assim sendo, a política temporal que orientou o movimento Nacional-Socialista detém importância secundária diante dos reais objetivos que a revestiram:

    1) Sê Uno com Deus (INCOGNOSCÍVEL), o Eterno;

    2) Domine o Universo que há em ti, e dominarás todo o Universo;

    3) O Espírito criativo sempre vence;

    4) A Força de teu Espírito te faz livre.



    .
    Pelo Sangue, para a Luz incriada. Eis o único e verdadeiro Nacional-Socialismo.




     

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