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Algol, A Estrela Sinistra

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      A palavra “Algol” vem do árabe “Ras Al’Ghul”, significando “Cabeça do Demônio”. É uma estrela presente na constelação de Perseu, nomeada em homenagem ao Herói Grego que derrotou e decapitou a Górgona chamada Medusa, um monstro com cabelos de serpente e olhar petrificante. Tal Monstro encontrou sua condição na inveja que Athena tinha de sua beleza, condenando-a a tornar-se uma besta. No entanto esta estrela não representava um aspecto sinistro apenas nestas duas culturas.

      Por todo o mundo, esta estrela de brilho forte, mas inconstante foi sinal de mau agouro ou desgraças. Na astrologia Chinesa, o Algol é chamado de Tsi-Chi, e é relacionado a “Pilha de Cadáveres”, considerada a estrela culpada pelas cheias de Agosto, que destruía as colheitas e matava os despreparados.

      Para o povo hebreu, a estrela que portava os prelúdios de desgraça se chamava “Rosh Ha Shathan”, “A cabeça do adversário”, se referindo ao próprio inimigo de YHWH. A partir destas denominações e estudos sobre esta estrela, ela passou a ser um dos símbolos mais poderosos do adversário e da magicka de iluminação sinistra, cujo sigilo (um deles, desenvolvido por Michael Ford e utilizado na TOPH) é demonstrado acima.

     Algol (ou Beta Persei) pode ser visto ao Norte do Céu, na constelação de Perseu, ocupando o local que seria o “terceiro olho” da Medusa, cuja cabeça o herói segura pelos cabelos de serpentes. O Norte é a direção associada a entidades Luciferianas como Angra Mayniu (Ahriman) e sua corte de Devas, Az-Jeh e a própria Lilith como noiva de Samael-Lúcifer. A estrela e o sigilo adotados correspondem assim a uma forma de ascensão através do Caos, e a iluminação através da escuridão, onde o brilho das estrelas é mais forte.

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      O sigilo é constituído dos oito raios, representando oito emanações “Demoníacas” (no sentido grego da palavra – as emanações “angélicas” e “satânicas” destes raios) e manifestações Caóticas dentro do causal, com um pentagrama invertido dentro, representando os cinco elementos e o domínio sobre eles. Esta estrela pode reger o alcoolismo (Alcohol – Algol podem ter derivado da mesma raíz), o autoritarismo, a violência, decapitação/enforcamento e a perda da razão. Mas se bem controlado como Nexion natural de energia e aproveitado da forma correta, pode tornar o adepto o Herói que porta a cabeça da medusa (outra representação da estrela), fazendo-o um bom líder, intenso em suas ações, mas comedido e um grande destruidor de inimigos.

      A estrela também influi na Astrologia, movendo-se um grau a cada 72 anos (Número interessante, não?) e é relacionada a Kliphot de A’arab Zaraq, os corvos da Dispersão. Dentro da filosofia Yatukih, o Algol é utilizado como a auto maestria do “Yatuh” (feiticeiro) diante dos Daevas e de Ahriman, controlando o Caos interno para poder direcionar o Caos externo a seus fins.

      Além de tudo, a constelação de Perseu possui um evento muito interessante, que pode ser visto nos meses de julho-agosto, a passagem das Perseidas. Uma chuva fina de estrelas, um evento belo e poderoso, útil a todos aqueles que trabalham sob os auspícios deste misterioso astro e usufruem de seu Nexus de energia.

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