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Madalena Despida. — Por: Srta. Shalook.

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Shalook em 12/10/2015

Lá está ela!

Madalena despida de frente ao espelho, olhando para o seu corpo nu, vendo como o tempo foi generoso com ela. Seu corpo que permanecera igual seus e vinte e pouco anos.

Ela se olha, desolada, perguntando a si mesma porque seu amado não a procura mais.
Seria por ela, ou pelo fim do seu desejo?

Ainda de frente ao espelho ela torna a lembrar de como era seu casamento há alguns anos. Pensa ela, o que teria feito tamanha chama chegar a cinzas? Ela retoma os sentidos e percebe que não era ela o problema, e sim o marido que havia mudado.

Despida, ela parte em direção ao guarda-roupas, pega um de seus melhores vestidos e traja-se com ele, penteara os cabelos com óleo e charme e maquiara seu rosto. . Uma leve sombra adornou seu belo olhar e o batom vermelho ressaltava seus doces lábios.

Ela descia as escadas até a sala exalando um aroma embriagante. Todos que se encontravam já sentados a mesa, torceram os pescoços para admirar aquela mulher. Elogios foram lançados aos montes, e seu marido estava preso ao que via.

No final do jantar todos se recolheram para suas casas, para suas camas, enquanto Madalena ainda recolhia os pratos. Já na cozinha, eis que surge Juliano, seu marido, carregando uma taça de vinho e perguntando: aceita uma taça? E ela tomara!

De repente Juliano a toma em seus braços e rouba-lhe um beijo, do qual ele havia esquecido o sabor. Suas mãos transpassavam aquele decote, erguiam o vestido e apertavam aquele corpo delicioso e convidativo, segurando-a firme pelos cabelos.

Madalena estava agora, envolvida, e quando percebera, estava de quatro em uma cadeira enquanto ele penetrava-lhe sua carne. Ela delirava ao toque daquele homem que a tomava novamente. O vinho lhe deixara ouriçada e ela já estava a chupar, com a boca atolada naquele cacete e depois era ela a mesma que estava a gemer em cima da pia enquanto sentia os lábios de Juliano em sua buceta. . .

Seu desejo era de forma tão intensa que Madalena experimentara sexo anal pela primeira vez!
O quer de início era dor, logo se tornou prazer apreciado pelos dois.

Quando a noite acabara e ela se preparava para dormir, ela teve a certeza de que tinha sido mulher novamente para seu marido.

Assim o um novo dia amanheceu. .

Aquela linda mulher retornara a sua vida normal, satisfeita consigo mesmo, satisfeita por ter conseguido traçar seu objetivo de sentir-se mulher, linda, atraente, envolvente, desejada. .

. . .

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