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CONDENADO

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Catava conchas na areia dos olhos.
Deixava-os flutuar como barcos
Á deriva no canal das retinas.
Era como nascer
Nas águas de novo.
Me fiz perguntas ao quadrado, lendo-me,
Enquanto crescia no útero salgado dos dias.
E acima das águas disso o Fechar Final do Poema.
Me pus sem julgar-me no mar profundo do tempo,
Sem verdades prontas.
Sangrando-me veias agnósticas.
Um punhado de poesia as condenara.
Ao círculo do espelho.

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