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LAMBEU E SUGOU por natanael gomes de alencar

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Amorfa máscara à cara,


Devendo elos, selando


A gula ácida da vala


Que o dia vai revelando.

Ela chegou de supetão. Sem sua amorfa máscara. A que usava no cotidiano como chefe da repartição mais burocrática da Prefeitura Municipal de Cubatão. Me jogou na parede e tal. Mandou ver. Ela era boa. Uma verdadeira amazona. Rasgou todas as minhas roupas, mordeu-me os lábios e deu-me os seios pra mamar. Não pensei nada. Não tive tempo de pensar. Primeiro dia, terminou aí. Eu na maior seca e ele findou nos seios pra mamar.

No outro dia, ela se aproximou lendo uma obra de nome O Banquete.  Não sei se trata de comida ou forma de se comportar num banquete. Sei que ela lia O Banquete. Letras muito grandes pra ter dúvida. Nesse dia, ela jogou na parede a obra que lia e na minha frente lambeu o livro com volúpia, chegando até a se masturbar. Me deixou na saudade.

Chegado o terceiro dia, ela trouxe mais duas amigas. Cada uma delas lia Ulisses. Vi bem. Letras garrafais. Devia falar de algum tal chamado Ulisses, como o jornaleiro da Rua Quatro. Elas me dominaram. Ela olhou-me e disse : "eu sou o presidente". E rasgou-me. A pele. Com seus dentes vampirescos. Lambeu-me também e sugou-me a alma com amor im(próprio).

No outro dia, resolvi levar - me ensopado.

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