Outro aspecto importante, é a Chave na Face da Terra ser de cobre, enquanto em Agharta é de ouro puro, pois o metal de
Agharta é o mercúrio
subjacente ao ouro, enquanto na Face da Terra é o ferro
associado ao cobre, metal de Vênus, alter-ego da mesma Terra. Trata-se, pois, de uma
Chave ou Clave canónica, visto as suas medidas terem servido à arquitetura construtora, por exemplo, das Pirâmides do Egito ou da Catedral de Notre-Dame, em Paris, como também do Templo de Maitreya da Sociedade Teosófica Brasileira, em São Lourenço. Logo, a Chave de Pushkara é a matriz de todas as dimensões arquitetônicas e
siderais. Do referido no último parágrafo, podemos concluir que quando se penetra nos Mundos Interiores de Badagas, Duat e Agharta, a matéria muda de estado e de composição. Não
aquela composição de agregar ou perder átomos, e nem aquela mudança de os aproximar ou afastar, dando maior ou menor liberdade aos mesmos, mas sim
mantendo a mesma quantidade original de átomos fazendo, sim, vibrar outros subníveis atómicos, as espiras, levando os electrões a orbitarem em níveis energéticos incompatíveis com
a nossa dimensão. Assim, um objeto de ouro em Agharta,
caindo um número quântico principal, ao chegar a Duat será
de prata, e continuando a perder energia caindo de outro número quântico principal, será de cobre na Face da Terra.
A Chave de Pushkara, como dissemos, era oca, desdobrava- se em 3 partes e possuía em seu cilindro alguns objectos que pertenceram aos Gêmeos Espirituais 1370 anos antes da chamada Era Cristã, como Kunaton e Nefertiti.
Essas 3 partes distintas, eram:
1.ª – Dois círculos unidos, formando um 8 deitado, em cuja junção tinha o signo dos Peixes postado.
2.ª – Um cilindro oco, com as suas extremidades em forma de cone, sobre o qual existia um dragão em alto-relevo, cuja cauda partia da junção dos dois círculos e a sua cabeça penetrava na chapa retangular, a terceira peça. O dragão possuía 7 escamas e sobre a quarta escama havia o símbolo de Libra, a Balança, e na cabeça
do mesmo uma pequena coroa com 7 pedrinhas a jeito de lótus com 8 pétalas.
3.ª – Uma chapa retangular como se fosse uma chavinha,
que dividia em duas uma das extremidades do cilindro.
A Chave de Pushkara possui um duplo sentido, externo como desvelado ou exotérico, e interno como velado ou esotérico, como o provam os objetos pertencentes a um Passado morto ou Jiva guardados em seu cilindro, semelhante ao Futuro vivo ou
Jina de Agharta, guardando em seu seio os salvos das catástrofes de todas as épocas e que foram, são e serão os que se distanciam dos demais humanos pelo seu elevado Saber e Perfeição absoluta. Não esquecer que no seio de tal Chave se acha o Roteiro do
Mundo Aghartino!
Existe também um sentido sexual na Chave de Pushkara.
Vemos isso naquilo que já referimos atrás, o da Chave apontada para cima como falo ou órgão procriador do homem,
sendo também observável no dragão sobre o cilindro da Chave como indicando a trajetória do espermatozóide. E
por ser uma Chave Andrógina, podemos igualmente observar a
presença do órgão sexual feminino representado pela chapa retangular, enquanto o masculino pelas duas argolas e o cilindro. A chapa retangular na cabeça do homem é
localizada na boca, Beth, órgão e letra feminina em essência e por excelência, como Tabernáculo da Divindade. E não é o cilindro que penetra na peça retangular e sim esta que o divide em dois, como a
separação dos sexos.
Sobre isso, o nosso Insigne Mestre, Professor Henrique José de Souza, escreveu de forma
sublime no seu Livro Síntese, deixando a quem tem olhos para ler e coração para sentir que interprete:
«Prestai atenção que o “Dragão Infernal ou Gezebruth tinha a Cabeça para o Oriente e agora se volta para o Ocidente” (união
do Muladhara ao Coronal). Razão
porque tal “Cabeça” se acha fora do cilindro da Chave postada sobre a Tríade Superior (refletida na Inferior), que figura entre a forma dual do
Símbolo ou região pubiana, donde se origina ou deriva o
“phalus” (a cauda tomou a posição da cabeça).
«Medindo-se toda a extensão do cilindro ou haste da Chave,
encontram-se 20 centímetros da cabeça à cauda do Dragão! O
diâmetro do cilindro, tal como o dos círculos superiores, é 4 centímetros. Segundo a Tetraktys pitagórica, 4 é a letra
hebraica “Daleth”, a lâmina “O Imperador”, etc. A extensão dos
dois referidos círculos, é de 10 centímetros (Malkuth, o “Reino”, na Tetraktys, a “quadratura do círculo”).
«Os círculos superiores representam, ainda, “o PAI-MÃE que se unem para dar combate à Harmonia”. Logo, até as duas Manifestações do Logos Criador estão aí representadas, enquanto a 1.ª Manifestação se estende ou dilata (como o termo Brig... do qual se deriva o de Brahma) no próprio
cilindro através de “7 Estados de Consciência”, Dhyan-Choans, Escamas do Dragão, Dwipas,
Continentes, Cidades Aghartinas, Lokas, etc.
«Quanto à base da Chave, ou travessão, sexualmente falando,
é a da “Vitória do Sexo"
Portanto, ao invés da cabeça do “phalus” (ou vértice do cilindro) entrar na base... é esta que corta
em duas (o “andrógino”) a cabeça ou vértice. Nesse caso, a base da Chave é o “cteis” ou órgão sexual feminino, enquanto o cilindro ou haste, phalus”, é o masculino, inclusive os círculos, como os
“testículos” configurando o símbolo do infinito (e dos olhos, que não são os espirituais por
serem os do samadhi caótico do sexo!).»
Está aí descrito o Grande Arcano, ou o Mistério da Dualidade, do binário, do equilíbrio entre o homem e a mulher. O Espírito não é nem masculino nem feminino, é Andrógino e Neutro, por isso que cria corpos andróginos. Mas
a Mente Humana tem que passar por muitas etapas da Evolução
até perceber o Mistério da Unidade. Quando o Homem
voltar a ser Andrógino, então
será Deus completo. Enquanto tiver só um sexo, será só a
metade de Deus, necessitará da
mulher para divinizar-se totalmente, pois é a mulher quem aperfeiçoa o homem e o homem a mulher, porque os dois se complementam na
unidade. Cada indivíduo possui
vários elementos do
Magnetismo Universal, logo,
juntos o homem e a mulher proporcionam simultaneamente
maior atividade e liberdade dos centros magnéticos, consequentemente, tendo mais facilidade em alcançar vibrações
superiores que capacitem a comunicar com os Deuses externos que regem as suas
representações no mesmo corpo, e se ambos se
transformam nesse momento de união íntima, tornando-se ao seu nível verdadeiros criadores
ou co-criadores em unidade com o Divino. Mas os Iniciados,
os Santos e Sábios, os Mestres Verdadeiros, podem chegar ao
Perfeito Equilíbrio sem a intervenção do Sexo, por o terem superado a favor do
Espírito, logo conseguem desenvolver igualmente as duas
polaridades sexuais somente com Budhi e Atmã, a Luz de
Deus agindo como Intuição, processo altamente místico
consignado Senzar, que é dizer, a “Fala do Coração” como a
insonora “Voz do Silencio” cuja Sabedoria Suprema arquetipa e projeta as formas mas sem delas participar.
Disso diz bem a estrofe seguinte do Mantram Búdhico:
“Senzar é minha Vida,
Vive em meu Coração.
Porque viver em Dhâranâ
É buscar a Perfeição.”
Para que a evolução dos seres faça o seu caminhar através da
transformação de seres bissexuados em andróginos perfeitos, as Instituições criadas
pelo Bijam dos Avataras admitem em suas fileiras homens e mulheres, formando
uma árvore genealógica especial
a fim de agir de conformidade com a Evolução geral, e por isso falamos muitas vezes na Família Espiritual JHS, juntando casais afins, unindo-os através de
matrimônio (matriz única), em essência verdadeiras uniões
místicas para a Eternidade.
A transformação ou evolução do Ser, e este através da Obra, está expressa neste Símbolo de Pushkara que contém toda a Alquimia do Homem e do Universo. Um Símbolo Magno que veio ter ao Professor
Henrique José de Souza como forma de transformar o estado
de consciência do Mundo, levando à transformação de Jivas em Jivatmas, ou à Metástase Avatárica.
Conquistar a Chave de
Pushkara é vencer a ilusão dos sentidos, assim se sobrepondo
ao dragão do umbral. Aquele que a conquista tem o direito a adentrar a Oitava Cidade, a Mansão dos Deuses, por ter despertado os 8 Dons ou “Poderes Místicos da Yoga” contidos no “Pêndulo Cardíaco” ou Chakra Vibhuti, cujas 8 “pétalas” se ligam ao Chakra do Coração, logo também despertando também a este, tornando-se o Homem à imagem de Deus ou da própria
Chave de Pushkara, com isto adquirindo o direito de abrir
todos os Portais dos seus Planos de Consciência, por sua unidade para sempre ininterrupta à sua Mónada, Santa Partícula da Divindade Absoluta com qual
passa a ser Um, logo adquirindo o direito de proferir com toda a
legitimidade: Tat Twan Asi, “Eu sou Um”!
Temos então que aquele que por direito obtém a Chave de
Pushkara, terá para sempre a Chave dos Reinos Internos, tanto a de Agharta e de
Shamballah como também, e antes de tudo o mais, a dos seus próprios Mundos Interiores, que deve descobrir em si para que por si entenda o que sejam aqueles de que, afinal, o seu Ser
faz parte, qual Vitriol que o deixa de ser por a Porta da Visita aos mesmos ter sido
deslapidada e a Pedra Filosofal deixado de estar oculta ou latente, ficando para sempre patente na manifestação do
Jivatma, do Homem
Pushkarino ou a mesma Mónada Divina, o Único e Verdadeiro Ser Imortal.
Fonte: http://lusophia.portugalis.com/forum/forum_posts.asp?TID=141&PN=1
Agharta é o mercúrio
subjacente ao ouro, enquanto na Face da Terra é o ferro
associado ao cobre, metal de Vênus, alter-ego da mesma Terra. Trata-se, pois, de uma
Chave ou Clave canónica, visto as suas medidas terem servido à arquitetura construtora, por exemplo, das Pirâmides do Egito ou da Catedral de Notre-Dame, em Paris, como também do Templo de Maitreya da Sociedade Teosófica Brasileira, em São Lourenço. Logo, a Chave de Pushkara é a matriz de todas as dimensões arquitetônicas e
siderais. Do referido no último parágrafo, podemos concluir que quando se penetra nos Mundos Interiores de Badagas, Duat e Agharta, a matéria muda de estado e de composição. Não
aquela composição de agregar ou perder átomos, e nem aquela mudança de os aproximar ou afastar, dando maior ou menor liberdade aos mesmos, mas sim
mantendo a mesma quantidade original de átomos fazendo, sim, vibrar outros subníveis atómicos, as espiras, levando os electrões a orbitarem em níveis energéticos incompatíveis com
a nossa dimensão. Assim, um objeto de ouro em Agharta,
caindo um número quântico principal, ao chegar a Duat será
de prata, e continuando a perder energia caindo de outro número quântico principal, será de cobre na Face da Terra.
A Chave de Pushkara, como dissemos, era oca, desdobrava- se em 3 partes e possuía em seu cilindro alguns objectos que pertenceram aos Gêmeos Espirituais 1370 anos antes da chamada Era Cristã, como Kunaton e Nefertiti.
Essas 3 partes distintas, eram:
1.ª – Dois círculos unidos, formando um 8 deitado, em cuja junção tinha o signo dos Peixes postado.
2.ª – Um cilindro oco, com as suas extremidades em forma de cone, sobre o qual existia um dragão em alto-relevo, cuja cauda partia da junção dos dois círculos e a sua cabeça penetrava na chapa retangular, a terceira peça. O dragão possuía 7 escamas e sobre a quarta escama havia o símbolo de Libra, a Balança, e na cabeça
do mesmo uma pequena coroa com 7 pedrinhas a jeito de lótus com 8 pétalas.
3.ª – Uma chapa retangular como se fosse uma chavinha,
que dividia em duas uma das extremidades do cilindro.
A Chave de Pushkara possui um duplo sentido, externo como desvelado ou exotérico, e interno como velado ou esotérico, como o provam os objetos pertencentes a um Passado morto ou Jiva guardados em seu cilindro, semelhante ao Futuro vivo ou
Jina de Agharta, guardando em seu seio os salvos das catástrofes de todas as épocas e que foram, são e serão os que se distanciam dos demais humanos pelo seu elevado Saber e Perfeição absoluta. Não esquecer que no seio de tal Chave se acha o Roteiro do
Mundo Aghartino!
Existe também um sentido sexual na Chave de Pushkara.
Vemos isso naquilo que já referimos atrás, o da Chave apontada para cima como falo ou órgão procriador do homem,
sendo também observável no dragão sobre o cilindro da Chave como indicando a trajetória do espermatozóide. E
por ser uma Chave Andrógina, podemos igualmente observar a
presença do órgão sexual feminino representado pela chapa retangular, enquanto o masculino pelas duas argolas e o cilindro. A chapa retangular na cabeça do homem é
localizada na boca, Beth, órgão e letra feminina em essência e por excelência, como Tabernáculo da Divindade. E não é o cilindro que penetra na peça retangular e sim esta que o divide em dois, como a
separação dos sexos.
Sobre isso, o nosso Insigne Mestre, Professor Henrique José de Souza, escreveu de forma
sublime no seu Livro Síntese, deixando a quem tem olhos para ler e coração para sentir que interprete:
«Prestai atenção que o “Dragão Infernal ou Gezebruth tinha a Cabeça para o Oriente e agora se volta para o Ocidente” (união
do Muladhara ao Coronal). Razão
porque tal “Cabeça” se acha fora do cilindro da Chave postada sobre a Tríade Superior (refletida na Inferior), que figura entre a forma dual do
Símbolo ou região pubiana, donde se origina ou deriva o
“phalus” (a cauda tomou a posição da cabeça).
«Medindo-se toda a extensão do cilindro ou haste da Chave,
encontram-se 20 centímetros da cabeça à cauda do Dragão! O
diâmetro do cilindro, tal como o dos círculos superiores, é 4 centímetros. Segundo a Tetraktys pitagórica, 4 é a letra
hebraica “Daleth”, a lâmina “O Imperador”, etc. A extensão dos
dois referidos círculos, é de 10 centímetros (Malkuth, o “Reino”, na Tetraktys, a “quadratura do círculo”).
«Os círculos superiores representam, ainda, “o PAI-MÃE que se unem para dar combate à Harmonia”. Logo, até as duas Manifestações do Logos Criador estão aí representadas, enquanto a 1.ª Manifestação se estende ou dilata (como o termo Brig... do qual se deriva o de Brahma) no próprio
cilindro através de “7 Estados de Consciência”, Dhyan-Choans, Escamas do Dragão, Dwipas,
Continentes, Cidades Aghartinas, Lokas, etc.
«Quanto à base da Chave, ou travessão, sexualmente falando,
é a da “Vitória do Sexo"
Portanto, ao invés da cabeça do “phalus” (ou vértice do cilindro) entrar na base... é esta que corta
em duas (o “andrógino”) a cabeça ou vértice. Nesse caso, a base da Chave é o “cteis” ou órgão sexual feminino, enquanto o cilindro ou haste, phalus”, é o masculino, inclusive os círculos, como os
“testículos” configurando o símbolo do infinito (e dos olhos, que não são os espirituais por
serem os do samadhi caótico do sexo!).»
Está aí descrito o Grande Arcano, ou o Mistério da Dualidade, do binário, do equilíbrio entre o homem e a mulher. O Espírito não é nem masculino nem feminino, é Andrógino e Neutro, por isso que cria corpos andróginos. Mas
a Mente Humana tem que passar por muitas etapas da Evolução
até perceber o Mistério da Unidade. Quando o Homem
voltar a ser Andrógino, então
será Deus completo. Enquanto tiver só um sexo, será só a
metade de Deus, necessitará da
mulher para divinizar-se totalmente, pois é a mulher quem aperfeiçoa o homem e o homem a mulher, porque os dois se complementam na
unidade. Cada indivíduo possui
vários elementos do
Magnetismo Universal, logo,
juntos o homem e a mulher proporcionam simultaneamente
maior atividade e liberdade dos centros magnéticos, consequentemente, tendo mais facilidade em alcançar vibrações
superiores que capacitem a comunicar com os Deuses externos que regem as suas
representações no mesmo corpo, e se ambos se
transformam nesse momento de união íntima, tornando-se ao seu nível verdadeiros criadores
ou co-criadores em unidade com o Divino. Mas os Iniciados,
os Santos e Sábios, os Mestres Verdadeiros, podem chegar ao
Perfeito Equilíbrio sem a intervenção do Sexo, por o terem superado a favor do
Espírito, logo conseguem desenvolver igualmente as duas
polaridades sexuais somente com Budhi e Atmã, a Luz de
Deus agindo como Intuição, processo altamente místico
consignado Senzar, que é dizer, a “Fala do Coração” como a
insonora “Voz do Silencio” cuja Sabedoria Suprema arquetipa e projeta as formas mas sem delas participar.
Disso diz bem a estrofe seguinte do Mantram Búdhico:
“Senzar é minha Vida,
Vive em meu Coração.
Porque viver em Dhâranâ
É buscar a Perfeição.”
Para que a evolução dos seres faça o seu caminhar através da
transformação de seres bissexuados em andróginos perfeitos, as Instituições criadas
pelo Bijam dos Avataras admitem em suas fileiras homens e mulheres, formando
uma árvore genealógica especial
a fim de agir de conformidade com a Evolução geral, e por isso falamos muitas vezes na Família Espiritual JHS, juntando casais afins, unindo-os através de
matrimônio (matriz única), em essência verdadeiras uniões
místicas para a Eternidade.
A transformação ou evolução do Ser, e este através da Obra, está expressa neste Símbolo de Pushkara que contém toda a Alquimia do Homem e do Universo. Um Símbolo Magno que veio ter ao Professor
Henrique José de Souza como forma de transformar o estado
de consciência do Mundo, levando à transformação de Jivas em Jivatmas, ou à Metástase Avatárica.
Conquistar a Chave de
Pushkara é vencer a ilusão dos sentidos, assim se sobrepondo
ao dragão do umbral. Aquele que a conquista tem o direito a adentrar a Oitava Cidade, a Mansão dos Deuses, por ter despertado os 8 Dons ou “Poderes Místicos da Yoga” contidos no “Pêndulo Cardíaco” ou Chakra Vibhuti, cujas 8 “pétalas” se ligam ao Chakra do Coração, logo também despertando também a este, tornando-se o Homem à imagem de Deus ou da própria
Chave de Pushkara, com isto adquirindo o direito de abrir
todos os Portais dos seus Planos de Consciência, por sua unidade para sempre ininterrupta à sua Mónada, Santa Partícula da Divindade Absoluta com qual
passa a ser Um, logo adquirindo o direito de proferir com toda a
legitimidade: Tat Twan Asi, “Eu sou Um”!
Temos então que aquele que por direito obtém a Chave de
Pushkara, terá para sempre a Chave dos Reinos Internos, tanto a de Agharta e de
Shamballah como também, e antes de tudo o mais, a dos seus próprios Mundos Interiores, que deve descobrir em si para que por si entenda o que sejam aqueles de que, afinal, o seu Ser
faz parte, qual Vitriol que o deixa de ser por a Porta da Visita aos mesmos ter sido
deslapidada e a Pedra Filosofal deixado de estar oculta ou latente, ficando para sempre patente na manifestação do
Jivatma, do Homem
Pushkarino ou a mesma Mónada Divina, o Único e Verdadeiro Ser Imortal.
Fonte: http://lusophia.portugalis.com/forum/forum_posts.asp?TID=141&PN=1








