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Exofilia


Exofilia é a atração pelo anormal e pelo "novo",esta parafilia envolve o fetish por formas de vida não-humanas como aliens,robôs e também por seres sobrenaturais como vampiros ou lobisomens.






Sobre o Autor:
LORD KRONUS

LORD KRONUS


Admirador do Oculto e cinéfilo.
azerate666@hotmail.com
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Kink.com: a liberdade através do fetiche

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TÉCNICAS DE CONTRAÇÃO VAGINAL

Uma publicação eletrônica da Editora Supervirtual Ltda.
Colaborando com a preservação do Patrimônio Intelectual da Humanidade.
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E-Mail: supervirtual@supervirtual.com.br
(reprodução permitida para fins não-comerciais)

“TÉCNICAS DE CONTRAÇÃO VAGINAL”

As técnicas de contração vaginal, conhecidas por diversos nomes, entre eles Pampoir (ou Pompoir, ou Pampoar, Pampoare, Pompoar, etc.) e Casbá (ou Casbah ou Kasbah), têm origem muito antiga.

Há referências sobre essas técnicas em tratados orientais sobre a sexualidade, como no Kama Sutra, o mais antigo tratado indiano do assunto, um manual sobre sexo, escrito por volta o Século III de nossa era, por Vatsyayana. Quem traduziu essa importante obra para o idioma inglês foi Sir Richard Burton, em 1883 (há versão em português, traduzida por Maria Clara de Biase W. Fernandes, e editada pela Ediouro).

Na época, causou uma verdadeira revolução no puritanismo vitoriano.

Indicações do assunto também aparecem em outros textos indianos posteriores, como o Ananga Ranga, do Século XVI, além de em diversas obras sobre Tantra.

No livro persa intitulado Bagh-i-Muattar (abreviado, por questões de discreção, para “B-i-M”), traduzido para o inglês por dois importantes autores, o mesmo Sir Richard Burton, que teve parte de seu manuscrito, após sua morte, queimado pela própria viúva (as partes relativas a homossexualismo), e pelo famoso ocultista inglês Aleister Crowley, que publicou essa tradução sob o título de The Scented Garden of Abdullah the Satirist of Shiraz (O Jardim Aromático de Abdullah o Satirista de Shiraz), há alguma informação do assunto.

Na obra O Jardim das Carícias, escrita na Espanha no Século X, por um árabe desconhecido, e descobertos em Tombuctu, nos arquivos da antiga Universidade de Sankoré, que foi traduzida do árabe para o francês por Franz Toussaint (e para a português por
Adalgisa Nery, editada pela Ediouro), fala, em alguns poemas, sobre o tema.

No livro O Jardim das Delícias, obra escrita pelo Xeique Nefzaui (em algum momento entre os anos de 1349 e 1433) traduzida para o português por Marcos Santarrita (edição Ediouro), comenta-se o assunto.

Em Fang-chung-shu (A Arte Chinesa do Amor), de autor desconhecido, organizada por von Werner Heilmann (traduzida para o português por Richard Paul Neto, e editada pela Ediouro), o tema é abordado em alguma extensão.

Mas que assunto obscuro é esse, que é tratado em todas as obras relevantes do assunto, mas sempre de forma breve, muitas vezes velada e outras obscura?

Essa é a mais importante, e menos conhecida, arte de uma mulher fazer amor a um homem.

Essas técnicas de contração vaginal são, literalmente, técnicas de controle muscular da vagina que, assim comandada, suga o pênis que a penetra, de forma a aprisioná-lo e deixar a parte ativa da relação sexual para a mulher (o homem fica passivo, sendo que, preferencialmente, essa técnica é aplicada com o homem deitado de costas, e a mulher cavalgando-o, por cima, portanto).

Veja-se bem que essas técnicas, que exigem coordenação motora da parte da mulher, não tem nada a ver com a mulher ficar “pulando” em cima do homem. Bem ao contrário, aliás. A mulher não mexe seu corpo - mexe, apenas, a vagina!

A pélvis permanece fixa; as pernas ficam imóveis; o corpo relaxado. Só a parte interna da mulher está em ação - e, externamente, somente sua vagina!

Essas técnicas são de difícil domínio, pois exigem experiência e dedicação ao sexo, e não promiscuidade pura e simples.

No passado, as prostitutas sagradas, prostitutas dos templos, sacerdotisas de divindades do amor e do sexo além de algumas poucas privilegiadas, maestriavam tais práticas. Buscando competir na capacidade de dar prazer aos homens, eunucos masculinos e femininos criaram o substituto dessa técnica, embora de resultados inferiores, além de ser uma técnica estéril: a felação, ou seja, a prática de sexo oral num homem (sugar o pênis com a boca).

Essa técnica, de fácil prática, só exigia criatividade, ao invés da outra, que exigia aptidão física, musculatura treinada e exercitada, além de vigor especial.

Para se ter uma ideia da dificuldade de tal técnica, tente contrair e expandir (encolher e soltar) a barriga num ritmo acelerado (digamos, um ciclo completo de contração e expansão por segundo). Tentou? Viu como cança após poucos segundos? Agora imagine uma mulher fazendo movimento semelhante com a vagina, sem bufar de cansaço nem pingar de tanto suar, mantendo no semblante uma expressão que transmita prazer, num ritmo capaz de conduzir o parceiro ao orgasmo. Bem, isso devia durar alguns bons minutos...

Espectrofilia no folclore


Mesmo antes da espectrofilia ser um termo documentado já haviam histórias de espíritos que mantinham relações sexuais com humanos. Várias culturas têm suas próprias histórias de espectrofilia.As mitologias Árabe, Grega, Hindu e Celta são apenas algumas das culturas que têm a espectrofilia em seu folclore. O folclore é cheio de espectrofilia. O nome para espectrofilia apenas difere para cada cultura.Alguns exemplos são os  Jinns no folclore árabe e os Dusii no folclore celta. As histórias têm diferenças, mas todos têm uma coisa em comum:. Fantasmas que têm relações sexuais com seres humanos.

Succubus e Incubus
 

Na religião há a succubus e incubus. Um succubus é um demônio ou espírito maligno que assume uma forma feminina humana para seduzir os homens. A succubus mais comumente seduz os homens através de relações. O succubus é conhecido por levar o sémen do macho para utilização em impregnar uma mulher. A contraparte da succubus é o incubus. O Incubus é um demônio que toma a forma humana masculina. O incubus, bem como os succubus, seduz as mulheres com o objetivo de engravidar a mulher com seu sêmen.A crença de que súcubos e íncubos são demônios ou fantasmas que têm relações sexuais com homens e mulheres classifica o fenômeno como espectrofilia.

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LORD KRONUS
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SAUNA QUEENS CLUB

Por um desejo pessoal nasce o projeto sauna QUEENS CLUB, que ao longo de mais de três anos de estudos e pesquisas, em 12 de Março de 2011 ganha formas físicas e reais.

O CLUB foi projetado cuidadosamente com muito carinho e respeito aos clientes e amigos para que possam se usufruir de conforto, modernidade em equipamentos, tecnologia, discrição, segurança e bom gosto para que seja total o aproveitamento dos ambientes para relaxamento e descontração.

Para todo tipo de publico e todas as idades acima de 18 anos, a sauna consta com ambientes diferenciados para agradar a todos que buscam além de excelentes momentos de relaxamento, também fazer novas amizades ou simplesmente bater um bom papo.

A sauna masculina adota um estilo liberal em relação às particularidades de cada cliente, não fazendo apologias e tão pouco proibindo ou recriminando o contato físico entre clientes, apenas preservando o direito ao respeito de cada cliente.

A diferença entre uma sauna club masculina e um sexy club é que normalmente o sexy club é chamado de sauna gay e são rotulados por ambientes de pegação entre homens, já as saunas masculinas são ambiente livres de preconceito, onde o cliente tem liberdade para optar apenas por banhos de relaxamento, momentos de happy hour, e divertir com amigos, utilizar-se de serviços de internet, bilhar, piscina, american bar e estética como depilação e massagens.

A sauna, chamada ainda de banho finlandês, cheia de água termica, consiste em uma sala ou casa com um ambiente muito aquecido, a fim de propiciar relaxamento e promover o convívio social entre os frequentadores do recinto. Há basicamente dois tipo de saunas: a "sauna a vapor" (sauna úmida ou banho turco) e a "sauna seca", que utiliza pedras ou outro material que é aquecido, sem libertar vapor. É frequente que à permanência na sauna se siga um banho ou chuveiro de água fria, ainda que essa prática seja contra-indicada por alguns médicos.

A sauna úmida raramente ultrapassa os 60°C enquanto na sauna seca o corpo humano tolera facilmente temperaturas superiores a 80 °C durante curtos períodos de tempo.

A sauna seca é de origem finlandesa (2 milhões de saunas para 5,2 milhões de habitantes) e a prática de saunas é habitual na Escandinávia, onde a temperatura no interior pode chegar a 100 °C e a nudez é natural e quase obrigatória.

Alegadamente, entre os benefícios da sauna estão o alívio de dores de coluna, o aumento da circulação sanguínea, a hidratação da pele e desobstrução dos poros, o combate ao stress e à hipertensão. Além disso, relaxa a musculatura, limpa e desobstrui as vias respiratórias, desintoxica e expulsa as impurezas do organismo e combate doenças do sistema respiratório.

No entanto, a frequência habitual ou prolongada de saunas deve ser autorizada por um médico, pois certas patologias respiratórias e circulatórias não se beneficiam com a permanência no ambiente quente das saunas, com uma frequência superior a uma vez por semana.

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