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Anjo de Satan — A "Rainha das Borlas de Fogo"

Satan's Angel
Angel Cecelia Helene Walker (nascida em 18 setembro 18 de 1944 em San Francisco), mais conhecida como Satan’s Angel (Tassel Tossin' Angel, Angel Dahl, Angel the Body, Satana Angel, and Satin Angel), é uma exótica dançarina burlesca americana, uma verdadeira lenda e defensora da comunidade burlesca, tendo performado desde os anos 60, tornando-se uma das artistas burlescas mais conhecidas do século XX com um talento único e fora do comum.

Sua performance lhe permitiu transcender a San Francisco de 1950, alcançar a lendária Broadway e até fantásticas noites com a Rat Pack em Las Vegas.



AUTORA:
LIZZA BATHORY
Blogueira d'O Submundo em tempo integral e estudante de Ciências Econômicas nas horas vagas.
elizabeth.bathory.ce@gmail.com
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SEXO — O Portão Secreto para o Éden

A energia sexual é a força mais poderosa dentro do ser humano. Esta força, se sabiamente utilizada, pode libertar o homem, unindo-o a Deus, sua fonte divina, e fazendo florescer as capacidades desconhecidas no seu interior. Ao contrário, se incorretamente utilizada, esta força o escravizará, afastando o homem do divino. Este vídeo trata dos grandes mistérios do Sexo, que desde incontáveis séculos foram mantidos em segredo e há pouco foram desvelados. Trata do verdadeiro significado do Tantra, Kabbalah e Alquimia nos mistérios de Adão e Eva.



FIREWORKS, DE KENNETH ANGER — UM DOS MAIS SUBVERSIVOS FILMES DA DÉCADA DE 40

Marinheiro segurando Kenneth Anger no colo, uma alusão à Pietà de Michelangelo
Fireworks é um audacioso curta-metragem homoerótico lançado em 1947 por Kenneth Anger, que recebeu grandes elogios até mesmo do lendário Jean Cocteau, artista polivalente (teatro, cinema, pintura).

Influenciado por outro jovem cineasta Willard Maas, e convencido, através do uso de drogas (maconha e peyote, em primeiro lugar) da urgência para fazer um filme que rasgasse os limites da decência, Anger filma e protagoniza o trabalho, em 16mm e absolutamente sem diálogos, na casa de seus pais, em Beverly Hills, durante um fim de semana enquanto eles estavam fora.

Como sinopse, Kenneth diz: “A dissatisfied dreamer awakes, goes out in the night seeking a 'light' and is drawn through the needle's eye. A dream of a dream, he returns to bed less empty than before.” (Algo como: “Um sonhador insatisfeito acorda, sai à noite procurando uma luz e é arrastado através do buraco de uma agulha. Um sonho de um sonho, ele volta para a cama menos vazio que antes.”)

Adicionando mais tarde: “This flick is all I have to say about being 17, the United States Navy, American Christmas, and the Fourth of July.” (“Este filme é tudo o que tenho a dizer sobre ter dezessete anos, a Marinha dos Estados Unidos, o Natal americano e o quatro de julho.”)

Devido a censura americana, Anger foi preso sob acusação de atentado ao pudor após o lançamento do filme, no entanto, na Suprema Corte da Califórnia, ele afirmou tê-lo gravado quando tinha dezessete anos, ou seja, ainda menor de idade, quando na verdade ele tinha vinte anos. Em 1958, uma ação judicial foi movida contra o gerente do Coronet Theatre de Los Angeles, Raymond Rohauer, por exibir o filme. O caso tornou-se “um épico julgamento por obscenidade” e o mesmo declarou que Fireworks é arte.

Anger recordaria mais tarde que Kinsey foi o seu primeiro cliente, já que ele comprou uma cópia de Fireworks quando se encontraram pela primeira vez em 1947. Após uma ampla troca de cartas entre os dois, Anger concorda em ser filmado por Kinsey durante atos de masturbação, a fim de doar a gravação para sua pesquisa.

ENREDO

O filme aparenta ser um sonho dentro de um sonho. Começa com o marinheiro a carregar o rapaz no colo. O rapaz acorda insatisfeito com o sonho aparentando que queria obter uma ereção e tirar o máximo de prazer dela. Ele veste-se e arranja-se para sair e entra numa porta que diz GENTS.

Nessa porta está um marinheiro semi-nú a exibir os seus músculos, o rapaz pede lume, ao que como resposta é agredido, noutro quadro o marinheiro retira da lareira o lume suficiente para lhe acender o cigarro… o marinheiro sai… Ele fuma o cigarro… observa a noite no cais e de repente um grupo de marinheiros abordam-no e agridem-no consecutivamente, a dor aumenta cada vez mais a excitação do rapaz que paralelamente imagina situações de sadomasoquismo até atingir o clímax do seu sonho e terminar com a figura salvadora do marinheiro que o salva e o carrega no colo. A presença do marinheiro é vista como o anjo da guarda que o salva de todo o sofrimento e o carrega, estando sempre onipresente, mesmo inconscientemente. (The Porcupine Lair)



AUTORA:
LIZZA BATHORY
Blogueira d'O Submundo em tempo integral e estudante de Ciências Econômicas nas horas vagas.
elizabeth.bathory.ce@gmail.com
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Vans la Furka Video Malattie: Laboratórios de Gnose Sexual, Pornô Subversivo e Erotismo da Kali Yuga (+18)

Vans La Furka oferece uma pornografia impactante e bizarra, cujo objetivo não é necessáriamente realizar as fantasias de quem assiste, mas sim causar desconforto. A V.L.F Laboratories pertence a Marco Mallatia que é também a única presença masculina dos controversos videos, suas atividades envolvem estudos esótericos sobre a corrente Setiana da qual é adepto e também uma manifestação de sua arte que procura expressar perversidade e desconforto sexual. Seu trabalho é realizado por atrizes maiores de idade e através do mesmo Marco busca se elevar espiritualmente através de várias transgressões brutais. Cada filme é uma nova experiência realizada pelo grupo, cujo estilo se assemelha um pouco ao de um snuff movie, abrangendo sadomasoquismo, urofilia, coprofilia e até emetofilia (banho romano).

Aviso: O trabalho de Marco não deve ser conferido por pessoas que se impressionam facilmente e principalmente de estômago fraco.


Acesse:http://vlfvideo.tumblr.com/ ou http://vlfvideo.blogspot.com.br/


Sobre o Autor:
LORD KRONUS
LORD KRONUS

Admirador do Oculto e cinéfilo.
azerate666@hotmail.com
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Clitóris, Prazer Proibido

O documentário "Clitóris, Prazer Proibido" explora o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres. Médicos, educadores sexuais, estudiosos do comportamento e mulheres em geral dão depoimentos sobre o tema.

Por séculos, o clitóris conseguiu a façanha de aparecer e desaparecer diversas vezes. O primeiro anatomista a fazer referência a essa parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a "cidade do amor". O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoriano, as mulheres não se submeteriam à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência.

Uma das entrevistadas no documentário é a médica Helen O'Connell, pesquisadora de Melbourne considerada uma das especialistas em clitóris. Ela explica o funcionamento do órgão e afirma que não há um "ponto G". Segundo a entrevistada, o clitóris é maior do que se pensa, e está ligado a todo orgasmo feminino.