Ele passou dos limites, e chegou a se tornar um dos assuntos mais polêmicos do twitter ao declarar que "Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé".
O preconceituoso deputado não pode assumir uma comissão que visa acabar com preconceitos! Não são desconhecidas as posições e as posturas do pastor. Ele afirmou que Aids é câncer gay, que os africanos foram amaldiçoados. A candidatura apresentada pelo PSC fere o regimemto interno da câmara dos deputados! Assine a petição pelo seu afastamento!
CONFIRA MAIS EM:
http://lizzabathory.blogspot.com.br/2013/03/assine-peticao-que-solicita-imediata.html
PARA ASSINAR A PETIÇÃO VISITE:
http://www.avaaz.org/en/petition/Pelo_afastamento_do_deputado_Marco_Feliciano_PSCSP_da_comissao_de_Direitos_Humanos_da_Camara/
Pr. Marco Feliciano e o cadeirante tetraplégico (Assembleia de Deus)
Em vídeo que circula pelas redes sociais, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) recolhe doações de fiéis da Assembleia de Deus, na Catedral do Avivamento, sua igreja. Feliciano aceita doações de motocicletas, pede cheques, dinheiro e anuncia recompensas divinas. Em determinado momento, com um cartão na mão, ele diz:- É a última vez que eu falo. Samuel de Souza doou o cartão, mas não doou a senha. Aí não vale. Depois vai pedir o milagre pra Deus e Deus não vai dar e vai falar que Deus é ruim.
Logo em seguida, um fiel tetraplégico anuncia que vai doar R$ 1.000. O pastor, então, diz:
- Ele veio como murmurador. Vai voltar como o homem mais abençoado da festa. Eu ainda vou pregar com você por aí, garoto.
As cenas de recolhimento de dinheiro prosseguem.
Marco Feliciano afirma que R$ 500 é o suficiente:
- Tem mais (dinheiro) aqui na frente? Glória a Jesus! - diz ele, pegando um cheque - Deixa eu ver o sobrenome dele? Feliz de Souza (risos). Mais um (cheque). Amém, amém. Tem gente que diz: 'Pastor, pastor, R$ 1.000 eu não aguento'. Traga R$ 500. Você só não pode é perder a benção. Quem crê dá um jeito.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/video-mostra-pastor-marco-feliciano-pedindo-senha-do-cartao-de-fiel-7765065#ixzz2Mosn1VJ3
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Pronunciamento edia 06/11/2012. Deputado Pastor Marco Feliciano - Cura gay
A Comissão de Seguridade Social e Família realizou uma audiência pública, como de costume. Mas o tema da discussão gerou polêmica: debater a resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais da área de oferecerem tratamentos para mudar homossexuais. Essa norma é discutida desde 1999 e continua causando polêmicas entre religiosos, psicólogos e deputados. Na Câmara dos Deputados tramita o Projeto de Decreto Legislativo 234/11, do deputado João Campos (PSDB-GO) que defende o fim da resolução. A questão é debatida em audiências públicas. Os deputados Pastor Eurico (PSB-PE) e Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) fizeram declarações que acabaram irritando diferentes segmentos.Segundo a Agência Câmara de Notícias, o debate gira em torno da suposta ideia de que haja uma "cura" para a homossexualidade.
O deputado Pastor Eurico (PSB-PE) questionou a ausência, durante a audiência, de opiniões favoráveis a terapias que pretendem reverter a homossexualidade.
"É preciso pensar no direito de quem quer deixar o homossexualismo", afirmou Eurico, que não aceita ser chamado de homofóbico por defender esse direito. O parlamentar diz não ser a favor de "tratamento compulsório", mas acredita que aqueles que buscarem tratamento "de forma voluntária" deveriam ter o direito de recebê-lo.
O deputado Pastor Marco Feliciano, por sua vez, criticou a resolução do CFP. "Índio nasce índio, não tem como mudar; negro nasce negro não tem como mudar; mas quem nasce homossexual pode mudar. Até a palavra homossexual deveria ser abolida do dicionário, já que se nasce homem ou mulher", afirmou o deputado.
Presente no debate, o representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Francisco Cordeiro, afirmou que, desde 1990, a homossexualidade não consta mais na classificação de doenças adotada pela entidade.
"Prometer cura para o que não é doença, no caso para a homossexualidade, é charlatanismo", questionou o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT), Toni Reis.
Representando o Conselho Federal de Psicologia, Ana Paula Uziel ressaltou que "O homossexualismo não pode ser considerado doença por isso não faz sentido se falar em tratamento, muito menos em cura". Para ela, os psicólogos não poderiam prometer a cura da homossexualidade. "Fica preservada a liberdade de atuação profissional, mas essa liberdade tem limite", ressaltou.
Também se manifestou a psicóloga cristã Rozângela Justino. Ela acusa o conselho de perseguição e discriminação. Conta que, desde 2009, foi proibida de atender pessoas que demonstrem desejo de deixar a atração pelo mesmo sexo. Ela conta que atuou na área durante 27 anos. Porém, depois de ser punida pelo conselho, deixou de exercer a profissão.
"Sou discriminada por ser evangélica. Sempre atendi pessoas com desejo de não sentir atração por pessoas do mesmo sexo", disse.







