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Inauguration of the Pleasure Dome (1954) — Curta de Kenneth Anger

cena de Inauguration of the Pleasure Dome
Neste sensual e complexo espetáculo, Shiva, Pan, Hecate, e Kali (entre outros deuses e figuras e mitológicas) valsam até o fim em elaborados cenários, em um misterioso ritual de vasta beleza. Anger continua suas investigações sobre o fascínio dos mitos colocando suas criaturas favoritas defronte uma com as outras num ambiente fantástico. Um psicodélico épico, baseado, em parte, nos escritos do ídolo de Anger, Aleister Crowley, THE INAUGURATION OF THE PLEASURE DOME deixa para trás qualquer referência à realidade.

SAIBA MAIS:

Inauguration of the Pleasure Dome é um curta-metragem de Kenneth Anger. O filme tem 38 minutos e foi filmado em 1954. Kenneth Anger criou duas outras versões para este filme, uma em 1966 e outra no final dos anos 70.

De acordo com o próprio Kenneth Anger, a expressão "pleasure dome" (que aparece no título do filme) surgiu de um poema de Samuel Taylor Coleridge, chamado Kubla Khan. Kenneth Anger sentiu-se inspirado para fazer este filme, logo após aparecer em uma festa de Halloween, chamada de "Come as your Madness."

Durante os anos 60, 70 e 80, este filme – principalmente, a segunda e a terceira versão – foi, diversas vezes, exibido nas universidades e galerias de arte estadunidenses.

A trilha sonora da edição original é uma perfomance completa da Missa Glagolítica, do compositor tcheco Leoš Janáček (1854 – 1928). Em 1966, uma versão re-editada, conhecida como 'The Sacred Mushroom Edition' foi disponibilizada. No final dos anos 70, uma terceira revisão, basicamente 'The Sacred Mushroom Edition' re-editada para se ajustar ao álbum Eldorado,
da Electric Light Orchestra, substituiu uma música de blues que Anger achou que não se encaixava no clima do filme.

As diferenças no visual da versão original de 1954 com as outras duas, são pequenas.

No elenco, o filme traz a autora Anaïs Nin, no papel de 'Astarte'; Marjorie Cameron, no papel de 'A Mulher Escarlate'; o cineasta Curtis Harrington, e também o próprio Kenneth Anger.

O filme reflete o profundo interesse de Anger por Thelema, como é indicado pelo papel de Cameron como "A Mulher Escarlate" (como Crowley denominava suas parceiras magickas).

O filme usa algumas cenas de L'Inferno, filme mudo italiano, de 1911. Perto do final, cenas do filme Puce Moment, de Anger, são interpoladas com imagens e faces em camadas.

ELENCO:
Samson de Brier como Shiva, Osiris, Nero, Cagliostro, e Aleister Crowley (creditado como "A Grande Besta 666");
Marjorie Cameron como A Mulher Escarlate e Kali;
Joan Whitney como Afrodite;
Katy Kadell como Isis;
Renate Druks como Lilith;
Anaïs Nin como Astarte;
Curtis Harrington como César, o sonâmbulo;
Kenneth Anger como Hecate;
Paul Mathison como Pan;
Loome como Ganimedes.


Aracnídea Lilith por TOTBL


Um,dos muitos aspectos secretos de Lilith na Corrente 218 é Aracnídea Lilith,também conhecida como Akkawbishia Lilith.Esse aspecto é uma manifestação Zoomórfico da Mãe de todos os Demônios,e acarreta muitos dos vários perigos e atributos temidos que,dentro da Cabala Kliffótica,que são ligados à Lilith e à sua Esfera de Lua Negra,Gamaliel.
Arachnidia Lilith é um esotérico desenvolvimento do aspecto de Seis Braços de Ama Lilith,que,em muitos modos,é uma das mais elevadas e poderosas Personificações da Deusa das Kliffot.Lilith é,em sua Manifestação Zoomórfica como Deusa-Aranha,associado aos mais Obscuros e Proibidos mistérios de Gamaliel,e Governa a Magia Negra conectada às formas mais Perigosas do Vampirismo,a criação e o lançamento de Pesadelos, O esotérico e alma que estrangula formas de Ligadura,o ato de escalar as Teias escondidas que ligam-se a todas as Kliffot,as formas mais avançadas de Licantropia,a animação da Carapaça dos Mortos,e técnicas esotéricas de controle da corrente astral.
Aracnídea,é,segundo a Tradição,associada à Laços,avançadas formas de Cordas e dar Nó,fazer armadilhas sombrias,e matar através de estrangulamento.Em meio de tantas sombras que à servem,existe também um grupo composto por Vítimas,Assassinatos,e Suicídios;que morreram em enforcamento ou estrangulamento.Esse aspecto da Aranha,é,por isso,chamado em alguns Ritos que tem como objetivo,amarrar e estrangular a “Força da Vida” para o inimigo,e desta forma,lentamente e dolorosamente,direcionar essa “Força” para as sempre famintas mandíbulas das Kliffot.
Naamah,que é Lilith em sua forma “mais Jovem”,ou a Senhora de Nahemoth,é,segundo a Tradição,a Deusa que Entrelaça.De qualquer modo,é interessante notar que a Lilith “mais velha”,mais uma vez,eleva os atributos e poderes de Naamah a um Nível muito mais alto e Complicado,desta vez,assumindo a forma de Aracnídea Lilith/Akkawbishia Lilith,que em sua forma de Aranha,é a que tece/entrelaça/trança de forma mais perfeita do que todas as outras.
A Aranha,dentro de muitas Tradições Antigas,tem agido como o Primeiro Animal Totêmico da Lua e de Sua Deusa,e Semelhante a muitas Tradições Antigas,as Aranhas,dentro dos Cultos Kliffóticos,os Animais Sagrados de Aracnídea Lilith,e desta forma,é Rigorosamente Proibido Machucar ou Matar esses Animais Intencionalmente.Em alguns casos,quando Aranhas Mortas são necessárias para Ritos de Aracnídea Lilith,por exemplo,a evocação de Seus “Demônios-Aranha”,é preciso pedir Permissão,e então,com sua Proteção,achar uma Aranha que Já Esteja Morta para usá-la no Rito.
Quando a Lua está Minguante,e especialmente durante Três Noites antes da Lua Negra,os Pálidos Raios Lunares podem,por um Magista Experiente,ser Laçados e Usados como uma ferramenta para Manifestar a Sedosa e Escura Teia de Aracnídea,que tem o Poder Ligar e Extrair o Poder do Vivo e do Morto também.Por conta do Simbolismo envolvido,Fios Escuros e Sedosos são usados,frequentemente,em muitos Ritos de Aracnídea Lilith,e podem,na mão do Devoto Iniciado,e com a Graça Divina de Lilith,ser usado para dar Laços Mágicos em certos Trabalhos,e também para Tecer o Embaraçado Portal para a Teia Astral Dela,Dentro da Kliffóticos,onde só se pode Entrar Assumindo a Forma de suas Aranhas.Semelhante às Aranhas do Reino Animal,Lilith,e suas Lilim também fazem armadilhas,através das Teias Obscuras que ela está sempre Tecendo entre as Esferas Kliffóticas na Árvore da Morte.A Rapina pega pelos seus Fios da Morte,é primeiro enrolada(Mumificada) pela Teia,e depois,lentamente vai perdendo sua Energia Vital,até que só sobre a Casca Seca.Essa pesada Casca,que no caso,é a Sombra do Morto,é então,reanimada pela Obscura Mãe,através da Infusão de sua “Matéria de Sombra”(Shadow Matter) Kliffótica na Casca,e,deste modo,a Sombra vira uma nova adição de Poder para a “Legião Vampirica” de Lilith.
O Principal Reino de Aracnídea Lilith,é Gamaliel,mas suas Teias e Fios formam caminhos escondidos entre todas as Esferas na Árvore da Morte.Ela,deste modo,pode ser vista como “O Coração Escuro que lateja a Força da Vida” roubada dos Mundos da Sephiroth,para todos os Buracos Negros das Kliffots.Esses mistérios,são,desta forma,relatados para uma forma especial e secreta de “Escalar a Árvore” através do uso dos Fios Escondidos da Aranha-Deusa,que se torna visível ao Magista depois que ele se aperfeiçoa nos Poderes dos Zachalilim.Somente através da “Benção” da Aracnídea/Akkawbishia Lilith e a verdadeira Iniciação em Sua Mágica Proibida que se torna Possível “Cruzar o Abismo dentro do Abismo”,através dos Fios Negros da Luz Irrefletida que podemos avançar até o Trono de Chorozon.O Magista que é Devoto das Forças da Luz Negra,deveria tentar uma aproximação com esses Mistérios depois de um forte e concreto contato estabelecido com os aspectos mais visíveis da Deusa Sem Face,pois é através da aproximação e conhecimento,que as Chaves para os Portões para Seus Mais Ilegais Mistérios,é Adquirida.Entre a chave mais potente manifestada dentro da Corrente 218,são apresentados àqueles que são Sábios,Bravos,ou somente Estúpidos o Suficiente para se atrever a se aproximar da Essência Pavorosa de Akkawbishia Lilith e seus Zachalilim,e sua Formula e seu Símbolo Esotérico. Dentro das partes escondidas da Esfera de Gamaliel,que está sob o Domínio de Lilith em seu Aspecto de Aracnídea,todos os caminhos Obscuros,Teias,Fios,são governados pelos Demônios-Aranha,chamados Zachalilim.Essas Aranhas Lilim são,de acordo com a Erudição Ocultada do Culto Obscuro,criadas pela mesma ‘Semente’ que faz com que as Raízes mais fortes da Mandrágora cresçam em Terras Escuras... Essa ‘semente’ Especial,é usada pela Fértil Aranha-Deusa,para inseminar seus Próprios Ovos,de onde,mais tarde,nascem as Temidas Zachalilim,que carregam porções do Poder Sem Limites de Sua Mãe.

Semelhante às Aranhas do Reino Animal,Lilith,e suas Lilim também fazem armadilhas,através das Teias Obscuras que ela está sempre Tecendo entre as Esferas Kliffóticas na Árvore da Morte.A Rapina pega pelos seus Fios da Morte,é primeiro enrolada(Mumificada) pela Teia,e depois,lentamente vai perdendo sua Energia Vital,até que só sobre a Casca Seca.Essa pesada Casca,que no caso,é a Sombra do Morto,é então,reanimada pela Obscura Mãe,através da Infusão de sua “Matéria de Sombra” Kliffótica na Casca,e,deste modo,a Sombra vira uma nova adição de Poder para a “Legião Vampirica” de Lilith.O Principal Reino de Aracnídea Lilith,é Gamaliel,mas suas Teias e Fios formam caminhos escondidos entre todas as Esferas na Árvore da Morte.Ela,deste modo,pode ser vista como “O Coração Escuro que lateja a Força da Vida” roubada dos Mundos da Sephiroth,para todos os Buracos Negros das Kliffots.Esses mistérios,são,desta forma,relatados para uma forma especial e secreta de “Escalar a Árvore” através do uso dos Fios Escondidos da Aranha-Deusa,que se torna visível ao Magista depois que ele se aperfeiçoa nos Poderes dos Zachalilim.Somente através da “Benção” da Aracnídea/Akkawbishia Lilith e a verdadeira Iniciação em Sua Mágica Proibida que se torna Possível “Cruzar o Abismo dentro do Abismo”,através dos Fios Negros da Luz Irrefletida que podemos avançar até o Trono de Chorozon.
O Magista que é Devoto das Forças da Luz Negra,deveria tentar uma aproximação com esses Mistérios depois de um forte e concreto contato estabelecido com os aspectos mais visíveis da Deusa Sem Face,pois é através da aproximação e conhecimento,que as Chaves para os Portões para Seus Mais Ilegais Mistérios,é Adquirida.Entre a chave mais potente manifestada dentro da Corrente 218,são apresentados àqueles que são Sábios,Bravos,ou somente Estúpidos o Suficiente para se atrever a se aproximar da Essência Pavorosa de Akkawbishia Lilith e seus Zachalilim,e sua Formula e seu Símbolo Esotérico. A Fórmula de Aracnídea Lilith é usada durante todos Ritos contemplativos, meditativos, invocativos, ritos evocativos e astrais, e também, para outras formas da prática espiritual que têm como o seu Objetivo,a criação de uma conexão entre o Magista e a Aranha-Deusa do Sitra Ahra.O verdadeiro significado da Formula deve ser entendido pelo Coração,e não pela mente. É, por isso, não significativo focar-se sobre e obcecar-se sobre as suas partes separadas.O verdadeiro Devoto de Lilith é encorajado a entender a Formula inteira como um Sigilo Sônico,que já foi usado por outros Adeptos,para abrir os Portões Trancados para as Revelações Proibidas de Aracnídea Lilith,e suas Maldições,Poderes de Libertação e Destruição.Esta é a Formula/Mantra de Aracnídea/Akkawbishia Lilith:

Arachnidia Lilith Shemamithilil Akkawbishia Zachalayla!

Se a Formula de Aracnídea é a chave para a Luz Negra da Aranha-Deusa,então,seu Símbolo pode ser descrito como o Portão para sua Essência Obscura.O Símbolo de Aracnídea Lilith destaca-se de várias formas,quando comparado com outros Símbolos que são usados,em nossa Tradição,para estabelecer contato com Ama Lilith,isso pode,para os que foram “Abençoados”, “pintar” uma visão muito reveladora do Poder de Aracnídea Lilith.O Símbolo é tanto um portão de acesso à Aranha-Deusa e seu Reino,como um ponto focalizado em muitos dos Trabalhos que são feitos em nome de Aracnídea,ou,de outra forma,uma canalização de seus Poderes.O Símbolo pode ser usado de várias formas Diferentes.Por exemplo,pode ser desenhado com “Sangue Lunar” ou outra “Tinta Sagrada” em um Espelho,ou em um Pergaminho Consagrado,na Parede de um Templo,em uma Folha de Tecido de Seda,ou diretamente no chão,para trabalhar em uma Área Santificada.
Acima do Altar dedicado à Aracnídea Lilith,é posto uma Placa de Barro ou Pedra,com seu Símbolo Esotérico Desenhado,e colorido com os Principais Elixirs da Vida e da Morte.Para a Direita e Esquerda desta Placa,Velas Negras com sua Formula Escrita e Regados com Óleos Lunares é posicionada em frente do Símbolo,um Incensório de Fogo é posto as Chamas e com o Calor do Fogo,o Magista queima Oferendas de Ervas e Fragrâncias,que dão Forças aos Poderes Evocados através do Portão dentro do Símbolo.
Existem muitas outras formas secretas de se trabalhar com o Símbolo de Aracnídea,mas essas Técnicas são reveladas passo a passo,conforme o Trabalho Duro e Dedicação do Magista para Receber a Gnose(Sabedoria,Conhecimento) Proibida diretamente do Poder que isso representa,e que está Ligado.



Sobre o Autor:
LORD KRONUS

LORD KRONUS


Admirador do Oculto e cinéfilo.
azerate666@hotmail.com
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A INVOCAÇÃO DE LILITH - UM RITO DE SEXUALIDADE - por Joseph Max. 555 e Lilith Darkchilde. 777


*ADVERTÊNCIA*

Lilith é a egrégora primária de animal negro. Ela é poder de domínio sexual libertos. Está iniciação não deve ser tentada por aqueles que têm pouca prática em magia cerimonial, nem por aqueles que possuem problemas psicológicos não resolvidos relativos à sexualidade.
Relativamente ao sangue para ser bebido ou as atividades sexuais seguintes, todas as precauções pertinentes à prevenção de doenças carregadas pelo sangue ou por fluidos sexuais devem ser corretamente observadas. Pode ser sensato apontar um "guardião" que irá "observar" o pivô enquanto este prossegue de um destacado ponto de observação e intervir se os participantes, em seus excessos, estão a ponto de cometer atos perigosos. O guardião deve banir seu próprio círculo de proteção sobre si mesmo. O guardião só deve intervir se houver uma séria ameaça de dano corporal, senão, os eventos devem ser aprovados para transcorrer segundo suas vontades. Qualquer um [que esteja ] temeroso dos possíveis efeitos psicológicos deste rito em primeiro lugar faria bem em não participar. Isto não é para os tímidos. Com estes embargos, toda discrição pertinente a essas ações é deixada aos participantes. Os autores não assumem nenhuma responsabilidade pela irresponsabilidade dos participantes no desempenho deste rito. Você foi advertido!

MATERIAIS:
- Velas pretas e/ou púrpuras
- Incenso de almiscar
- Um cálice de prata
- Um chicote (tipo "cat-o-nine-tails")
- Capa preta, preferivelmente de setim (para o/a Operador Principal)
- Vinho tinto
- Um bisturi (esterilizado) ou x-aito faca (para drenar sangue)
- Um sistema de playback razoavelmente bom, e uma nefasta e sensual seleção musical. (Dramanda Galas, "Deliver Me From My Enemies" ou This Mortal Coil, "Tiligree and Shadow" São excelentes escolhas mas isto é deixado para os participantes)

PREPARAÇÃO:

Lilith é o aspecto feminino primal da sexualidade negra [dark sexuality]. Por esta razão os autores são de opinião que a invocação será mais provavelmente [bem] sucedida se o Operador Principal for fêmea. Isto não descarta a possibilidade de sucesso com um M.O. masculino, mas ele deve estar habilitado para contactar fortemente sua natureza feminina primal para suceder e invocar. Ela que é o mais fundamental de todos os demônios femininos. Os participantes podem ser tanto machos quanto fêmeas ou uma mistura de ambos em qualquer proporção.
As aplicações deste rito variam consideravelmente. Desde de que é uma combinação de trabalho Lunar (Saturnino, pode ser aproximado como um ritual dividido de sexo e morte - assim como a invocação de Carroll Thanateras do Liber Kaos) como apresentado aqui, é um ritual de libertação e também é usado para trazer adiante uma Palavra de Poder da Egrégora para uso subsequente dos participantes, consequentemente a inclinação da Intenção reflete está intenção.
A Indicação deve ser talhada para expressar propriamente as intenções de um trabalho particular.

*RITUAL*

Grandes velas pretas são arrumadas em círculo em torno do espaço do templo e acesas, assim como copiosas quantidades de incenso. O quarto deve ser bem defumado.
1 - O Banimento [pode ser feito] por LBRP, GPR, Vortex ou outro procedimento, a escolha.
2 - A operadora principal [MAIN OPERATOR], despida por baixo da veste preta, toma posição no centro do círculo. Ela segura o açoite. Outros participantes sentam em um círculo em torno da M.O. A música começa.
3 - A indicação do invento é declarado pela M.O. e ecoada por todos os participantes:
"É nossa vontade invocar a egrégora de Lilith, de modo que através de seu espírito nós experimentemos o poder do sexo e morte e obtenhamos sua Palavra de Poder!"
4 - A seguinte passagem é recitada pela M.O. para invocar a identidade de Lilith para ocupar seu corpo e mente:
"Eu sou a filha da força [fortitude] e violo cada hora de minha juventude. Para contemplação, Eu sou Entendimento, e a ciência habita em mim; os celestes me oprimem.
Eles cobiçam e desejam-me com infinito apetite; nenhum dos que são terrenos tem me abraçado, porque Eu estou sobreado com o círculo das Estrelas, e coberta com as nuvens da manhã. Meus pés são mais rápidos que os ventos, e minhas mãos são mais doces do que o orvalho da manhã. Muitas vestes são do princípio, e meu lugar de descanso está em mim mesma. O Leão não sabe onde eu ando, nem as bestas do campo compreendem-me. Eu sou deflorada, mas virgem; Eu santifico e não sou santificada. Feliz é aquele que me abraça: para à noite Sou doce, é de dia prazer total. Minha companhia é uma harmonia de muitos símbolos, e meus lábios mais doces do que a própria saúde. Sou uma prostituta para alguns que violam-me, e uma virgem para aqueles que não me conhecem. Purguem suas estradas, vocês, filhos dos homens, e lavem suas casas limpar, façam-se santos, e ponham-se na retidão. Expulsem suas velhas prostitutas, e queimem suas roupas e então eu irei, trarei crianças diante de ti e eles serão os filhos do conforto no Tempo do por vir".
5 - Então os participantes começam a cantar o manusc de Lilith.
Enquanto eles cantam a Operadora Principal deve cair em um transe profundo gnóstico e invocar o espírito de Lilith em seu corpo.
"Carne ela comera, sangue ela bebera!" (repita)
6 - Enquanto o cântico continua, um participante (o Segundo Operador) recita o seguinte:
"Negra ela é, mas brilhante! Negras são suas asas, preto sobre preto! Seus lábios são vermelhos como a rosa, beijando todo o Universo! Ela é Lilith, que elevou as hordas do abismo, e levou homem à ruína!
Ela é a irresistível realizadora de toda luxúria, profeta do desejo. A primeira de todas as mulheres, foi ela - Lilith, Eva não foi a primeira! Suas mãos trazem a revolução de Vontade e a Verdadeira liberdade da mente!
Ela é KI-SI-KIL-LIL-LA-KE, Rainha do Círculo Mágico! Olhe dentro dela a luxúria e o desespero!"
7 - Os participantes começam o cântico
"Lilith! Lilith! Lilith!"
Repetidamente até a M.O. Invocar a egrégora de Lili um por um eles passam em torno do bisturi e cortam seu polegar esquerdo e marcam suas testas com sangue. Então eles em torno do cálice (que é enchido com vinho tinto) e tocam suas testas um por um. Depois que todos fizerem assim, ele é tomado pela M.O. que o drena num único trago. Este é o clímax da Invocação.
8 - se a invocação tiver sucesso, todos os participantes sentirão simultaneamente emoções de medo, luxúria e o impulso de submissão. Força, sobressalto ou outra variação de postura de morte devem ser usados para aprofundar o nível de gnose de cada participante até que estejam a ponto de desmaiar. Assim que tiverem superado suas emoções, ele devem cair à terra e prostarem-se ante Lilith.

9 - O que prossegue em seguida não é específico, mas deixe sobrepor-se a vontade da egrégora. Ela pode escolher açoitar os participantes, caçoar deles, atenta-los ou seduzi-los. Ela pode forçá-los a cometer várias indescritiveis atos de luxúria sobre ela ou qualque outro. Todos os participantes devem submeter-se à vontade dela, o que quer que seja, pode ser - seria extremamente perigoso fazer de outra forma, não arrisque à fúria de Lilith.
10 - Eventualmente a energia do grupo começará a diminuir. Neste ponto, o S.O. (alertado pelo guardião, se necessário) irá levantar e defrontar-se com a M.O. e recitar o seguinte em uma voz de comando:
"Lua Negra, Lilith, Irmã nigérrima,
Cujas mãos formam a lama infernal,
Na minha fraqueza, na minha força,
Moldando-me como a argila no fogo.
Lua Negra, Lilith, Égua da Noite,
Você lançou sua desgraça à terra
Proferiu o nome e saiu voando
Profira agora o som secreto!"
11 - A M.O. mas profundidades do transe de Lilith, chamará um nome, assim como a Lilith lendária chamou o inalterável nome de Deus para levantar [vôo] sobre o Éden nos céus. Não se sabe antecipadamente o que esta palavra será, mas será mais certamente uma Palavra de Poder para ser usada posteriormente pelos participantes em trabalhos mágicos posteriores.
12 - Se tudo for feito corretamente, o espírito de Lilith sairá da M.O. à pronúncia do nome, e a vontade dele(a) provavelmente cairá à Terra, esgotada. O guardião ou a S.O. devem então desenhar um pentagrama ereto sobre a M.O., uma generosa lustração facial de água fria será administrada por ele, e ele/ela é chamado por seu nome ordinário até que ele/ela responda.
13 - O templo é banido e fechado.


NOTAS:
A invocação é o texto de uma mensagem entregada por uma entidade espiritual não identificada para Sir Edward Kelly em 1592 durante um longo ritual. Kelly, juntamente com o Dr. John Dee (astrólogo real da rainha Elizabeth), originou o sistema Enoquiano de magia. A visão festa entidade aterrorizou tanto Kelly que ele abandon o trabalho da mágica deste dia em diante. Embora Kelly nunca venha identificado a entidade, em nossa opinião ela representava a egrégora de Lilith. A chamada de Lilith é adaptada do "THE HYMN TO HECATE" por Frater U:. D:.
(por Joseph Max. 555 e Lilith Darkchilde. 777)

LILITH, A SERPENTE: O LADO ESCURO DA LUA - De: Sidneya Magaly Gaya

Além de uma deusa proscrita, como a conhecemos, Lilith representa a cisão do feminino, tanto no nível individual como coletivamente, onde a liberdade, a instintividade e a expansão da consciência devem submeter-se à dominação e aos tabus vigentes. Sendo assim, tais buscas de evolução - naturais e atávicas - no campo da experiência humana, acabaram por ser reprimidas com violência, restando apenas a tais conteúdos a opção de atuarem nas sombras do inconsciente. A Lua Negra ou Lilith, aparece em vários mitos. Sem dúvida, o mais conhecido é o judaico, que a coloca como a primeira mulher de Adão. Segundo consta, nasceu do mesmo material que seu companheiro; o pó da terra, sendo, assim, sua igual. Reclamou então seus direitos, afirmando serem os mesmos que os do parceiro, negando, desta forma, a supremacia masculina e recusando-se ainda aos papéis mais convencionais e submissos, como ficar sob o parceiro durante o ato sexual e a maternidade. Foi assim que a deusa proferiu o inefável nome de Deus e fugiu do Paraíso. Adão recebeu então a submissa Eva; feita a partir de sua costela, e, portanto, conformando-se com a autoridade dele. Outra variação do mito diz que Lilith habitava o Éden antes mesmo de Adão e que foi ela que o originou. Antes de estar plenamente desenvolvida, insurgiu-se contra a união de Adão e Eva, copulou com a Serpente e abandonou o Paraíso, havendo ainda a variação de ter ela própria se transformado em Serpente e chamado Adão e Eva à perdição. Após deixar o Éden, percorre, errante, caminhos sinistros, enlameados, interagindo com os demônios. Deus mandou seus anjos que a chamassem de volta, mas Lilith recusou-se, dizendo ser tarde demais. Fez então um trato com os anjos de respeitar os locais guardados por seus nomes sagrados. Lilith foi para o deserto, de terras vermelhas, e, mais tarde, subiu aos céus, onde tentou entrar encantada com os pequenos rostos, dos Querubins. Deus, porém, a expulsou, ordenando-a que voltasse à Terra, onde seria seu instrumento de punição, para seduzir mortais bem como assassinar crianças. Dizem, também, que no dia da Reconciliação, a deusa "guincha" em altos brados, para que seus gritos cheguem aos céus. Para invocá-la ou neutralizá-la, os antigos habitantes da Tessália golpeavam caldeirões de bronze ou tocavam címbalos. Invocavam-na largamente para acalmar ou deliberar as energias sexuais, aumentar o desejo, o prazer, e diminuir a fertilidade. A Serpente, sempre presente, alude à antiga analogia do início dos tempos, o oroboros, a deusa-mãe, as profundezas fluidas do inconsciente, sobre as quais não temos controle algum e, tal como o próprio Zeus, devemos respeitar. Sua fuga ao deserto vermelho é o próprio caminho de individuação, onde rompemos com tudo o que nos traz segurança, confiando apenas na supremacia da mente, um movimento de separatividade e convicção interna, que como para Lilith, não pode ter retorno. Como assassina de crianças, representa a capacidade e premência de estrangular a infantilidade e as ilusões sem fundamentos, em nome do amadurecimento. Seu potencial sedutor é o inconformismo, a revolta inerente à espécie humana que quer sempre mais, mesmo aquilo que não pode ter, os desejos gritantes, com seus ressentimentos, desesperos e auto-traições. Trata-se sempre da conexão com os desejos, os instintos, o lado sombrio da vida, as armadilhas e o crescimento em que implicam. Segundo Jung, se o despertar da Lilith pode ser trágico para uma pessoa despreparada, é uma prerrogativa à individuação. No Egito, correlaciona-se com a deusa Ísis, frequentemente representada com cauda de serpente, soberana dos partos, do amor sensual, da morte e dos renascimentos. Chamada "Rainha do Céu", esta deusa lunar era invocada nos ritos de magia e feitiçaria. Com seu poder ímpar restituiu à vida seu irmão e amante Osíris, morto no inferno por seu irmão-sombra Set. Na Grécia, correlaciona-se com a deusa Hécate, soberana da magia lunar da morte e do nascimento, dos ritos mágicos, dos encantamentos e do destino. Com três faces, esta deusa está presente em cada fase, cada encruzilhada do caminho, desde os momentos de mais luz até os de mais escuridão, aumentando o senso de convicção interna, o propósito ou a compulsão de seguir os próprios desejos e crenças, e a coragem de cortar com tudo a que nos vinculamos, em nome desta jornada. Filha de Hera, foi testemunha direta e emocionalmente distanciada do rapto de Perséfone, ainda na infância. Esta antiquíssima divindade roubou de sua mãe um pote de carmim; precisou então fugir de sua mãe que ficou furiosa. Deixou o Olimpo e foi para a Terra, assistiu um parto e tornou-se impura, precisando descer aos infernos para ser purificada. Nas regiões abissais, tornou-se Rainha e presidia os ritos de purificação e expiação.
Tinha o poder de enviar demônios para atormentar a humanidade durante seus sonhos. Podia também negar ou conceder qualquer desejo aos mortais. Cérbero, o cão de três cabeças, guardião da porta do inferno, era seu animal de estimação e as Erínias (deusas do Destino), suas companheiras. Os gregos colocavam suas estátuas nas encruzilhadas onde houvesse ocorrido um crime. A ela, também, a feiticeira Medéia rendia homenagem para purificar-se de seus delitos e receber proteção em sua jornada. Essa deusa virgem é auto-erótica e tem ainda o dom de envenenar seus adversários, podendo castrá-los ou iniciá-los, conferindo poder ou estagnação. Com sua magia, toca de maneira singular na superfície e nas profundezas. Na maioria das vezes seus ritos encenados em nossas vidas são ininteligíveis por nosso raciocínio. Enquanto as deusas femininas presidem algum tipo de relacionamento, Lilith evoca a separação em nome do resgate e priorização das buscas individuais. Sua oposição a Eva nos sugere que sua sustentação depende somente de si mesma, seu fortalecimento, seus dons de magia e seu poder de co-criadora, jamais dos referenciais de relacionamento ou da submissão aos códigos externos. O resgate deste arquétipo é, portanto, o ponto crucial que nos acompanha não uma, mas várias vezes na vida, com seus momentos de desconexão com os parâmetros exteriores que em algum momento nos emprestaram segurança, a negação e a fuga destes parâmetros, a solidão e o desolamento a que nos remetem a experiência, a clarificação e a estruturação de nossos valores internos no deserto, e a reconquista de nosso poder e plenitude pessoais.

Lilith - A Lua Negra

A palavra Lilith vem do sumério Lulu, que significa libertinagem. Segundo a Cabala, Adão teve duas esposas, Lilith e Eva. Eva, como sabemos, foi feita a partir de uma costela de Adão, porém Lilith foi feita da mesma argila com que Deus fez Adão. Por motivo de orgulho e luxúria, Lilith cansou-se de sempre ficar por baixo de Adão durante os atos sexuais e ela foi se queixar com Deus: "Fomos criados iguais e devemos fazê-lo em posições iguais".
Cansada de que Deus não atendesse às suas reivindicações, ela foi embora do Paraíso, aliando-se com os Inimigos do Eterno. Perdida no mundo, ela terminou se transformando num demônio perverso que assola e vampiriza a todos os seres humanos que tentam viver o Amor. A partir dessa narração alegórica e ao mesmo tempo ocultista, Lilith foi chamada de a mãe dos demônios e de todas as perversidades sexuais, homossexualismo etc., além de ser traidora, por se aliar aos Anjos Caídos.
Algumas tradições dizem que Lilith sai mundo afora para seduzir tanto homens quanto mulheres para logo em seguida assassiná-los e sugar seu sangue. Lilith, segundo o esoterismo, é na verdade um terrível mago negro do mundo astral, iniciador ou criador de entidades diabólicas, tais como as lamias, as estriges, as harpias, as górgonas, as rínias e fúrias, as moiras e parcas etc.
Na Bíblia, aparece uma fugaz alusão a Lilith. Em Isaías (34:14) explica-se com detalhe como Deus, com sua espada, mata a todos os habitantes de Edom e que ali ficam como senhores animais como abutres, serpentes e... Lilith.
Em Astronomia, Lilith é o asteroide 1.181, descoberto em fevereiro de 1927. Astrologicamente, Lilith é um ponto que se averigua mediante as posições da Terra e da Lua. Seu símbolo é uma lua negra e representa todos os desejos mais inferiores, mais ocultos, mais nefastos que existem em nosso infraconsciente. Alguns astrólogos renomados consideram que na "casa" onde ela se encontra, pode haver uma exacerbação do que temos de pior em nossa sexualidade.
Já dentro da Filosofia Gnóstica, o Inferno da Terra é regido por dois demônios, Lilith e Nahemah. Nahemah rege as duas primeiras Esferas, ou Círculos Dantescos, onde vibra uma classe de infra-sexualidade ligada ao adultério, às paixões, à bigamia, à fornicação etc. Lilith dirige as outras 7 Esferas infernais, onde reina a sexualidade mais depravada, onde se vê o homossexualismo e o lesbianismo, a masturbação e as taras e fantasias sexuais mais horrendas que se possa imaginar.
Infelizmente, Lilith está sendo considerada como o símbolo máximo da liberação feminina.


FONTE: http://www.gnosisonline.org/textos-especiais/lilith-a-lua-negra