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Oração a San Simón para o Amor




San Simón (também chamado Maximón) é um santo pagão mexicano considerado o padroeiro dos bêbados, boêmios, prostitutas, brujos e apostadores. Assim como Don Diego Duende está relacionado a trabalhos de amarração e para atrair boa sorte e prosperidade.

Com todo o meu respeito, minha devoção e meu amor
poderoso São Simão, eu te invoco
com toda a humildade peço-lhe que o seu espírito me ajude
para obter a vitória
nos meus problemas e dificuldades,
você que é fiel e tem nobreza de coração
para conceder os pedidos mais difíceis,
especialmente quando eles são considerados perdidos,
e você é protetor no amor, me dê sua sabedoria,
e me ajude a realizar meus sonhos.


Eu te imploro para vir, me escute
e me conceda o que meu coração deseja tanto.

Eu acredito e confio em sua força e seu poder
é por isso que, aqui prostrado antes de seus pés,
Eu ... eu te peço, imploro e te imploro
que você traz para o meu lado ...

Com seu poder e sua força, remova qualquer obstáculo
que está evitando ....... venha para o meu lado,
qualquer barreira física, material, moral, espiritual,
de arrependimento, remorso, rebelião,
vergonha, pesar, doença,
bem como quem fica no caminho
entre o meu amado(a) ....... e eu .......

Que imediatamente, a partir deste momento,
saia e definitivamente esqueça outra mulher / homem que tem
e volte rendido(a) e humilhado(a) aos meus pés.

Que seus pensamentos, carícias, bondade, bondade,
e, acima de tudo, seu amor é exclusivamente para mim.

Eu sei que você dá tudo, eu sei que você pode fazer tudo
É por isso que eu me prostro a seus pés
para lhe implorar que minha amada ...
volte comigo imediatamente.

Eu humildemente lhe ofereço esta oração e esta vela.

Aceite por favor, não me desobedeça,
não olhe para mim com indiferença, não me abandone,
Bem, eu acredito firmemente em sua força e seu poder
e você é minha única esperança.

Eu posso simplesmente oferecer a você (o que você quer é oferecido)
Aceite, eu vou dar a você com humildade
e vem das profundezas do meu coração.

Eu confio e tenho certeza, ou que você me ouviu
e que muito em breve você vai me conceder o que meu coração pede de você
e com toda minha alma eu desejo.

Agradeço imensamente pela sua ajuda
e estou disposto a cumprir o que lhe ofereci
porque eu sei que definitivamente
você vai me conceder o que eu peço,
Bem, você está cheio de gentileza
e você sabe como resolver nossos sofrimentos.

Espírito, corpo e alma de ...
você vem para mim ...... sem falhar ou atrasar
para reconciliá-lo completamente, totalmente e definitivamente comigo
e pela grande força e poder de Maximón e pela sua glória,
isso mesmo, é assim, é assim e é assim,
porque este é um decreto de Maximón
e eu .......
Eu proclamo isto aos quatro pontos cardeais do Universo.

São Simão, me dê sua proteção
liberta-me dos perigos, dos danos físicos, espirituais e mentais,
dá-me trabalho, sorte, prosperidade e paz
e me ajude a alcançar a felicidade com a pessoa que amo;
Eu ....... em gratidão eu serei seu devoto fiel
e eu vou lembrar de você para sempre.

Assim seja.

Faça a oração por sete dias seguidos.

NOTA: Para Maximón pode ser oferecido comida, bebida, tabaco,
flores, licor, velas vermelhas, incenso, café, ervas aromáticas ...

Ritual para Maximón

Coloque uma imagem sua, uma foto,
(Se você não tem, você pode representá-lo com uma rosa vermelha,
mas sempre tem que ser fresco, sem folhas murchas,
portanto, você deve alterá-lo com freqüência),
Coloque um copo de água na frente, um pequeno prato com uma vela vermelha,
e um recipiente com canela e mel,
acenda a vela e deixe até que seja consumida.
 Deixe o "altar" pelo menos uma semana.
Os restos de cera, juntamente com canela e mel são jogados fora.
Você pode repetir o ritual uma vez por mês.
Sempre agradeça aos favores concedidos.

 Sobre o Autor:
LORD KRONUS
LORD KRONUS
Admirador do Oculto e cinéfilo. azerate666@hotmail.com Confira mais textos deste autor clicando aqui

Oração de Don Diego Duende






Don Diego Duende é uma entidade da bruxaria mexicana associado a San Maximon, Santa Muerte e outros santos não reconhecidos pela Igreja Católica. Diego é muitas vezes associado ao diabo e seus rituais estão relacionados a amarrações.

 Amigo sábio e poderoso
príncipe dos príncipes
Rei dos Reis,
apoiador de homens,
livrai-me
livre-me dos maus momentos
em que meus inimigos me perseguem.

Bem-vindas sejam as coisas em seu nome e poder,
que olhos tenham e não olhem para mim,
que mãos tenham e não me toquem,
que pés tenham e não me alcançem,
armas tenham e não me atinjam.

Covardes difamadores
aqui estou!
e eu vou com o Duende
que desmaiem
que seus cabelos se arrepiem,
Que todos sejam tomados pelo terror e pelo medo.

Quão bem vindas as coisas são para mim
como eu as quero
Senhor da Natureza

Don Diego Duende,
que com grande poder é possível
o que eu quero de

(nome da pessoa)

o que deve ser meu
a mulher (ou homem) que eu amo
que se chama

(nome da pessoa amada)

Toda vez que faço essa oração,
em que eu acredito, assim te peço.

(Faça esta oração às terças-feiras,
com uma vela vermelha acesa
e oferecendo um copo de tequila)


 Sobre o Autor:
LORD KRONUS
LORD KRONUS
Admirador do Oculto e cinéfilo. azerate666@hotmail.com Confira mais textos deste autor clicando aqui

A Marca da Bruxa

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Por Nigel Aldcroft Jackson
(de Call of the Horned Piper)


      Ao longo dos relatos de bruxaria europeia, a 'Marca do Diabo' tem se caracterizado como um elemento recorrente; esta 'marca da bruxa' parece ter sido um símbolo em cores ou um signo tatuado que o Mestre Cornífero ou Diabo fazia sobre um novo membro da companhia no momento de sua admissão à Wicce-craeft. Esta marca foi avidamente buscada mais tarde pelos caçadores de bruxas dos séculos XVI e XVII, já que se pensava que constituía uma prova irrefutável da participação de um indivíduo numa seita. Como Reginald Scot escreveu em 1594: 'O Diabo dava a cada noviço uma marca, com seus dentes ou garras'.

      As formas que a Marca do Diabo tomava variavam de região em região, amiúde consistindo em pouco mais que uma mancha azul, negra ou roxa sobre várias partes do corpo, encontrando-se frequentemente sobre um dos dedos da mão. Em Somerset as bruxas eram marcadas entre as articulações superior e média do dedo anelar ou quarto dedo da mão direita. Em 1597, Andro Man, uma bruxa de Aberdeen, disse que havia sido marcada pelo Cornífero sobre o terceiro dedo da mão direita. Uma bruxa em Yarmouth, em 1644, contou como numa noite iluminada pela lua 'um alto Homem negro a chamou em sua porta e lhe disse que devia primeiro ver sua mão; depois pegando algo similar a uma navalha de bolso, lhe fez um pequeno arranhão, para que o Sangue saísse, e a Marca permaneceu desde esse momento'.

      Em outros lugares a Marca do Diabo era de natureza simbólica mais explícita e consistia em pequenos glifos e sigilos totêmicos. Martin Delrio informa que as bruxas eram marcadas com signos secretos tais como a pegada de uma lebre, a pegada de um rato ou o símbolo de uma aranha. A lebre está profundamente conectada com os mistérios noturnos da lua, o rato aparece na antiga iconografía romano-gálica como Cernunnos, deus do submundo, e a aranha como tecedora de redes é sagrada para as deusas fiandeiras do destino tais como as Nornas, as Parcas e as Matronas.

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      Na Inglaterra rural a marca algumas vezes é conhecida pela forma de um lirón (roedor). Henri Boguet atesta o fato de que as bruxas francesas do século XVI recebiam a 'marque les sorciers' sobre o ombro esquerdo (sinistro) na forma de um pé de lebre. Menciona Jean de Vaux cuja marca da bruxa era 'un petit chien noir', o Cão Negro da noite,' da morte e do submundo. Entre as bruxas bascas dos Pirineus três marcas eram feitas sobre o coxa esquerda, o lado esquerdo das costas e sobre o olho esquerdo. O Diabo amiúde marcava as bruxas bascas com o signo do sapo ou pé de sapo, o anfíbio mais sagrado na Wicce-craeft que está associado com os pântanos subterrâneos, as cavernas e as águas ctônicas do submundo.

Fonte: La Huella Hendida del Maestro Astado

A Garrafa da Bruxa de Dr. Fian's Spell Book

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      A garrafa da bruxa é um dos melhores feitiços da antiga tradição. O é porque é versátil, efetiva e simples. Basicamente, uma garrafa da bruxa é uma garrafa (ou frasco) preenchida(o) com uma variedade de ingredientes que têm alguma relação com a questão e o efeito que se pretenda ter como resultado.

Uma Garrafa da Bruxa para Proteção

      Se desejas segurança e proteção, deves preparar uma garrafa dentro da qual irás pôr um pouco de cabelo, pedaços de unhas, saliva, urina e retalhos de tua roupa. Ponha também uma rosa, um símbolo de amor, uma lasca de Carvalho, para força e um pedaço de teixo, para imortalidade. Podes enterrá-la ou guardá-la em um lugar seguro em tua casa.

Uma Garrafa da Bruxa para Provocar Má Sorte a um Inimigo

      Pegue uma garrafa e a encha com um pouco de cabelo, restos de unhas, etc., de teu inimigo. Ponha também pregos, cacos de vidro, esterco de porco e um crucifixo de prata quebrado. Esta deve ser enterrada na propriedade de teu inimigo, de preferência, em um lugar por onde ele passe frequentemente. Se diz que sob o umbral da porta é um bom lugar para escondê-la.

      Para obter sucesso no uso da garrafa da bruxa, deves familiarizar-te com os ingredientes simbólicos e seus significados mágicos.

      Abaixo está uma tabela de ingredientes que é dada no livro do Dr. Fian. São ingredientes comuns e a partir deles compreenderás como chegar a teus próprios ingredientes significativos e úteis.

      Carvalho – Para força e segurança.

      Salgueiro – Compreensão e força inflexível.

      Tramazeira – Proteção contra espíritos e malfeitores.

      Sabugueiro – Para obter visão ou clarividência psíquica.

      Teixo – Imortalidade e força de vontade.

      Azevinho – Sabedoria e conhecimento.

      Hera – Segurança e perseverança.

      Rosa – Amor e favores de sexuais.

      Cabelos, restos de unhas, sangue, urina, um pouco de roupa ou qualquer posse, todos contêm a essência da pessoa a ser afetada pelo feitiço. As cores também desempenham um papel importante no conteúdo de uma garrafa da bruxa. Aqui há uma lista de fios de cores que podem ser ingredientes efetivos quando usados com os ingredientes pessoais.

      Branco – Pureza, cura e bem-estar.

      Verde – Bem-estar e prosperidade.

      Roxo – Amor e luxúria.

      Azul – Tristeza.

      Cinza – Depressão.

      Marrom – Preguiça.

      Preto – Desespero.

      Quando fizeres uma garrafa da bruxa, deves também fazer um feitiço com palavras para descrevê-la. Este feitiço pode ser escrito e queimado, ou colocado na garrafa juntamente com os outros ingredientes. Agora a garrafa deve ser escondida em um lugar próximo da pessoa para a qual, ou contra a qual, se está fazendo o feitiço.

NOTA: Embora haja apenas dois exemplos de garrafa da bruxa no livro do Dr. Fian, você pode ver claramente o processo pelo qual operam.

      O que é mostrado neste libro são antigos ingredientes estritamente tradicionais. Se refletires sobre eles, provavelmente poderás chegar a tuas próprias combinações de ingredientes para teus próprios propósitos.

      Uma garrafa da bruxa é uma forma de condensador. Por sua natureza, seu conteúdo e propósito, quando psiquicamente carregada esta se converte em uma fonte de poder para a energia que representa. Por exemplo, uma amiga minha foi ver um carro que queria comprar. Era perfeito para ela porém demasiadamente caro pois havia várias pessoas interessadas nele. O carro estava quase vendido. Sua liquidez não lhe permitia uma compra em menos de duas semanas. Tampouco podia permitir-se esperar e arriscar-se a perdê-lo. O que fazer? Foi até o carro durante a noite e raspou um pouco do carbono do tubo de escape, um pouco da sujeira que havia nos pneus e juntou a isto o anúncio do carro com sua foto. Pôs tudo em uma garrafa da bruxa juntamente com alguns outros ingredientes para ajudar no caso. Pronunciou um feitiço sobre ela que expressava seu desejo e necessidade e meditou a respeito disto. Mesmo sendo o carro muito popular e atraindo muitos interessados, não foi vendido. Ela o comprou duas semanas depois e por bem menos do que estava anunciado.

      Usando a garrafa da bruxa, ela foi capaz de alterar as circunstâncias convenientemente. Usando a imaginação e intuição aliadas com o potencial psíquico e habilidade, qualquer um, com prática, pode fazer com que a Arte funcione para si.

Fonte: La Huella Hendida del Maestro Astado

MAGIA E BRUXARIA EM YECLA

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      Yecla, entre os séculos XVI e XVIII, foi a zona do Reino de Múrcia, onde mais casos de bruxaria foram reconhecidos pelo Tribunal do Santo Ofício de Múrcia.

      Em meados de século XVIII mulheres foram denunciadas ao tribunal inquisidor, porque os vizinhos de Yecla, estavam aterrorizados e denunciavam também que Yecla havia adquirido fama de terra de bruxas, é que isto fazia com que os forasteiros não quisessem passar por tais terras.

      Eram mulheres quase ermitãs, analfabetas, grandes manipuladoras, despreocupadas com sua aparência, dotadas com certos poderes maléficos e conhecimentos relatados no Malleus Maleficarum.

      As mais conhecidas naquela época de obscurantismo em Yecla eram: Maria Castaño (la sevillana), Josefa Cueva (la murciana), Maria Martinez (la del trueno), Francisca Azorin (la padre nuestra) e Ana Román (la tierna).

      Ana Román foi acusada em 1767 por Benito Martinez, os relatos são os seguintes:

      Benito lhe pediu que fizesse um conjuro para curar seu cunhado, oferecendo-lhe 40 réis e, entre ofertas e exigências por parte dela (la tierna), conseguiu convencê-la, por alguns punhados de réis a mais. Ana Román hábil e astuta, depois de ter os réis em seu poder, algo que planejou desde o princípio em sua mente retorcida, lhe comentou que para estes casos, a melhor era sua companheira Josefa (la Murciana) e que no dia de Santo Antão teria a resposta, e se isto por si só não fosse pouco, (la tierna) como boa manipuladora provocou sexualmente a Benito para que cedesse e assim fizesse perdurar uma nova linhagem de feiticeiras, porém Benito se negou retundamente.

      Passados dias sem resposta, piorada a saúde de seu cunhado, Benito Martinez, foi à casa de Ana Roman que lhe disse que ele já estava curado, sendo isto mentira e sem pensar duas vezes, Benito pegou uma faca e colocou em seu pescoço e esta, aterrorizada, lhe confessou que seu cunhado estava sob os feitiços de Francisca Azorin (la padre nuestra) e Maria Martinez (la gila), manipuladora, habilmente salvou seu pescoço dessa vez, porém isso não lhe livrou de ser julgada pelo inquisidor e castigada por ele como se fazia naqueles anos com métodos diversos...

      Outro caso também impactante de manipulação, foi o de Pedro Muñoz, que manteve relações com Maria Martinez (la gila) deixando-a depois de um tempo por outra mulher e sendo este o motivo que fez com que Maria Martinez utilizasse seus conhecimentos sobre feitiçaria e sortilégios contra Pedro, sem este estar consciente disto, tendo no pouco tempo que esteve enfermo até mesmo levitado em algumas ocasiões segundo declarações de algumas testemunhas. Novamente como o caso anterior, os familiares de Pedro Muñoz, o levaram à casa de Maria Martinez (la gila) e esta lhe disse que revelaria quem o enfeitiçou.

      Colocando um caldeirão no fogo da cozinha, lhe disse que olhasse para este e que veria passar muitas mulheres feiticeiras e que a que lhe olhasse fixamente seria quem o havia enfeitiçado. Pedro reteve uma imagem em sua retina, e essa era Francisca Azorin (la padre nuestra), este cheio de raiva, com uma faca em mãos quis ir atrás de Francisca, porém Maria Martinez, nesse instante, lhe confessou que foram as duas que fizeram o conjuro sobre ele.

      Após tudo, Pedro Muñoz, recorreu a um sacerdote do povoado (Pedro Antonio Ortuño) que lhe praticou um exorcismo, porém sem êxito, pois Pedro terminou seus dias entre alucinações, vendo as feiticeiras arrebatando seu membro viril, entrando em estados de puro nervosismo e tendo desmaios.

      O estado do pobre Pedro foi sem dúvida provocado pela ingestão de plantas e fortes feitiços relatados no Malleus Maleficarum.

      Atualmente pouco se sabe disto, e quase tudo nos soa como lendas e mitos, porém não olvides que elas existem, existem...

~ Murcia: crimen y castigo: taller de historia del Archivo General ~

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